{"id":10594,"date":"2023-11-24T12:55:07","date_gmt":"2023-11-24T15:55:07","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=10594"},"modified":"2023-11-28T10:07:32","modified_gmt":"2023-11-28T13:07:32","slug":"o-planejamento-antes-da-revolucao-da-eletrificacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=10594","title":{"rendered":"O planejamento antes da revolu\u00e7\u00e3o da eletrifica\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color: #008000;\"><em><strong>Editorial<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993366;\">O constante aumento do consumo da eletricidade em nosso cotidiano, aliado aos fen\u00f4menos clim\u00e1ticos, tempestades, escassez de chuvas e aumento das temperaturas, faz com que surjam algumas d\u00favidas quanto ao sistema energ\u00e9tico brasileiro, formado, em sua maioria, por usinas hidrel\u00e9tricas (e\u00f3licas e solares ainda representam uma pequena propor\u00e7\u00e3o no todo), al\u00e9m de uma extensa rede de distribui\u00e7\u00e3o conectando todo o territ\u00f3rio nacional. N\u00e3o esquecendo que usinas termoel\u00e9tricas, ainda, est\u00e3o presentes na gera\u00e7\u00e3o de eletricidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993366;\">Quest\u00f5es como: os investimentos para a amplia\u00e7\u00e3o da infraestrutura est\u00e3o sendo realizados? Ser\u00e1 poss\u00edvel garantir energia para todos os setores? Nossa capacidade instalada dar\u00e1 conta? A pol\u00edtica energ\u00e9tica est\u00e1 sendo tratada de modo s\u00e9rio e racional? Com a previs\u00e3o de, cada vez mais, ventos e chuvas fortes estarem associados ao meio ambiente, toda a infraestrutura ligada ao setor ser\u00e1 impactada de forma sens\u00edvel? H\u00e1 fragilidade no sistema que possa comprometer a distribui\u00e7\u00e3o de energia?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993366;\">O mundo vive um momento de transforma\u00e7\u00e3o em que pesa a urg\u00eancia de sua descarboniza\u00e7\u00e3o, visando a sobreviv\u00eancia humana. Nele, h\u00e1 in\u00fameros setores que contribuem com as emiss\u00f5es poluentes, dentre os quais, o do transporte, que precisam passar por um processo que leve em considera\u00e7\u00e3o novas formas de produ\u00e7\u00e3o, consumo e de mobilidade, para assim, promover uma \u201cfolga\u201d ao meio ambiente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993366;\">Citando a mobilidade sobre pneus (coletiva e individual), ela vem se modificando com a ado\u00e7\u00e3o de tecnologias limpas de tra\u00e7\u00e3o, sendo que a principal bandeira para a redu\u00e7\u00e3o da polui\u00e7\u00e3o oriunda desse setor recai sobre a eletrifica\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993366;\">Para muitos, \u00e9 um caminho sem volta. No entanto, estamos preparados para esse novo contexto? Vejamos o caso do transporte coletivo urbano que vem sendo tratado com urg\u00eancia pela troca da matriz energ\u00e9tica. O \u00f4nibus \u00e9 o modelo escolhido para que a propuls\u00e3o el\u00e9trica seja predominante. H\u00e1 interesses em jogo para que o modal urbano seja, totalmente, com tra\u00e7\u00e3o el\u00e9trica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993366;\">Ouvindo uma fonte que est\u00e1 ligada, diretamente, \u00e0 opera\u00e7\u00e3o (avalia\u00e7\u00e3o) com os \u00f4nibus el\u00e9tricos, ela faz sua ressalva em meio ao que est\u00e1 sendo preconizado quanto ao que se quer para mudar a cultura do transporte e sua implica\u00e7\u00e3o frente ao meio ambiente. O projeto local, sem contar com o apoio da gest\u00e3o p\u00fablica, tem sido bem complexo, motivado por diversos problemas iniciais (ap\u00f3s um ano de opera\u00e7\u00e3o com tr\u00eas ve\u00edculos). Problemas com a infraestrutura de recarga el\u00e9trica (isso com apenas um carregador), com as baterias (teve at\u00e9 troca) e na suspens\u00e3o dos ve\u00edculos foram aspectos comentados. A expectativa sobre a autonomia, tamb\u00e9m, n\u00e3o foi cumprida \u2013 de 150 km prometidos, para at\u00e9 120 km atuais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993366;\">Para esse operador, o processo de eletrifica\u00e7\u00e3o foi a\u00e7odado, sem planejamento quanto a infraestrutura. \u201cNossa experi\u00eancia n\u00e3o tem sido boa\u201d, comentou ele. Quanto a viabilidade econ\u00f4mica, \u00e9 preciso pensar nos investimentos iniciais e, n\u00e3o somente no custo operacional. \u201cHoje, a conta n\u00e3o fecha se pensarmos somente em opera\u00e7\u00e3o. Como ser\u00e1 que esse custo de capital ser\u00e1 remunerado? O valor de investimento na tecnologia \u00e9 muito alto. Um \u00f4nibus custa tr\u00eas vezes mais que a vers\u00e3o a diesel\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993366;\">Ainda, segundo o empres\u00e1rio, o plano de descarboniza\u00e7\u00e3o nos sistemas de transporte n\u00e3o tem mais volta quanto a quest\u00e3o da eletrifica\u00e7\u00e3o. A d\u00favida que fica \u00e9, ser\u00e1 que a evolu\u00e7\u00e3o dos modelos de tra\u00e7\u00e3o n\u00e3o implicar\u00e1, de forma negativa, em todo o investimento necess\u00e1rio se falamos, hoje ,em \u00f4nibus 100% a baterias? \u201cE se fizermos um enorme esfor\u00e7o e investimento em recarga el\u00e9trica do tipo <em>plug-in<\/em> e, alguns anos depois, a tecnologia vier a ser a das c\u00e9lulas a combust\u00edvel (hidrog\u00eanio), que poder\u00e1 ser mais vantajosa em termos t\u00e9cnicos e econ\u00f4micos? Se eu quiser adaptar minha opera\u00e7\u00e3o (com uma frota em torno de 400 ve\u00edculos), hoje, somente com ve\u00edculos el\u00e9tricos a baterias, terei que investir entre R$ 40 milh\u00f5es e R$ 50 milh\u00f5es na garagem. Eu perderei tudo isso daqui a 10 anos, se outra tecnologia prevalecer?\u201d, analisou ele.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993366;\">Se olharmos para os recarregadores el\u00e9tricos, veremos que os pre\u00e7os s\u00e3o altos. Alguns valores, estimados, de modelos com cargas entre 120 kW e 180 kW, ficam entre R$ 270 mil e R$ 350 mil, bem salgado, neste momento, sendo que, apenas, uma unidade d\u00e1 conta de dois ve\u00edculos em um tempo que pode chegar a quatro horas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993366;\">Esse mesmo operador observou que, al\u00e9m do olhar para o plano de descarboniza\u00e7\u00e3o veicular, \u00e9 preciso, at\u00e9 mesmo antes disso, alcan\u00e7ar efici\u00eancia operacional para os \u00f4nibus de maneira a dar aos passageiros maior velocidade em seus deslocamentos, por interm\u00e9dio de corredores exclusivos que ofere\u00e7am qualidade aos servi\u00e7os. \u201cPrecisamos atrair o passageiro para o transporte p\u00fablico com a qualifica\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os. De nada adiantar\u00e1 eu ter que fazer grandes investimentos em frotas el\u00e9tricas se eu continuar perdendo o meu cliente para outros modais de transporte\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993366;\">Outro operador consultado por este editor refor\u00e7a as palavras anteriores, dizendo que a defini\u00e7\u00e3o do projeto \u00e9, antes de tudo, essencial, pois o que est\u00e1 em jogo em todas as garagens de \u00f4nibus \u00e9 a distribui\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica de m\u00e9dia tens\u00e3o, capaz de recarregar at\u00e9 50 \u00f4nibus el\u00e9tricos. \u201cN\u00e3o basta, simplesmente, colocar o \u00f4nibus nas ruas. A complexidade \u00e9 grande. Se quisermos migrar para a alta tens\u00e3o, al\u00e9m do tempo exigido para isso, deve-se pensar nos investimentos, que n\u00e3o s\u00e3o baixos. Tamb\u00e9m temos que saber o quanto poder\u00e1 ser utilizado da capacidade energ\u00e9tica da rede que abastece as garagens. Enfim, essas mudan\u00e7as precisam de respostas adequadas ao que est\u00e1 sendo demandado\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993366;\">Para ele, a quest\u00e3o da eletrifica\u00e7\u00e3o deveria ser adequada ao longo do tempo e n\u00e3o uma imposi\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, correndo em paralelo com outros modelos de tra\u00e7\u00e3o limpa, como os biocombust\u00edveis, para uma melhor avalia\u00e7\u00e3o visando o transporte sustent\u00e1vel. \u201cOs desafios s\u00e3o enormes em virtude das condi\u00e7\u00f5es em que o transporte \u00e9 realizado, j\u00e1 que a eletrifica\u00e7\u00e3o vem para ficar. Por\u00e9m, fa\u00e7o uma observa\u00e7\u00e3o. O futuro do transporte deve explorar as energias renov\u00e1veis\u201d, mencionou.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993366;\">Voltando para o tema do planejamento, esse fator \u00e9 determinante no sucesso da referida transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica e, o fornecimento da eletricidade para o setor de transporte coletivo, \u00e9 fundamental para que as opera\u00e7\u00f5es possam ser cumpridas. Mas, para isso acontecer, toda a rede de distribui\u00e7\u00e3o dever\u00e1 passar por uma remodela\u00e7\u00e3o de capacidade e tens\u00e3o junto \u00e0 regi\u00e3o das garagens e esta\u00e7\u00f5es de recargas. Sem isso, corremos, novamente, o risco de ter apag\u00f5es extras, o que causar\u00e1 descontentamento e perdas em diversos setores em nosso cotidiano. E, sem investimentos, sejam p\u00fablicos ou privados, como se sabe, o intento estar\u00e1 desprovido de qualquer a\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica que leve a efici\u00eancia operacional.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993366;\">Para os muitos gestores p\u00fablicos municipais, colocar \u00f4nibus el\u00e9trico em opera\u00e7\u00e3o nos sistemas das cidades remete a <em>status<\/em>, algo como refer\u00eancia ao bom desempenho e qualifica\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os. Eles, ainda, levam em considera\u00e7\u00e3o os <em>lobbys<\/em> dos formadores de opini\u00e3o que j\u00e1 tra\u00e7aram um plano de substitui\u00e7\u00e3o a curto e m\u00e9dio prazo sem pensar no que pode ocorrer se n\u00e3o houver o planejamento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993366;\">Por\u00e9m, os atuais \u00f4nibus urbanos, a diesel, n\u00e3o s\u00e3o os verdadeiros vil\u00f5es no assunto meio ambiente, como muitos querem. Em termos de polui\u00e7\u00e3o local, em rela\u00e7\u00e3o a \u00f3xido de nitrog\u00eanio e material particulado (envolvidos diretamente com a sa\u00fade p\u00fablica), os \u00f4nibus dos \u00faltimos 10 anos emitem muito pouco e passam por constantes avalia\u00e7\u00f5es dos programas de despolui\u00e7\u00e3o (controle e redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es). Al\u00e9m disso, as renova\u00e7\u00f5es das respectivas frotas, com a troca das antigas gera\u00e7\u00f5es de motores por novas que poluem menos ainda (Euro VI), contribuem para um transporte mais limpo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993366;\">Um dado interessante. H\u00e1 uma estimativa que a frota de \u00f4nibus no Brasil esteja na casa de 100 mil unidades, volume que utiliza tr\u00eas bilh\u00f5es de litros de diesel por ano para se movimentar, num volume total de 62 bilh\u00f5es consumidos anualmente no Pa\u00eds, com predomin\u00e2ncia do transporte de cargas. Quem s\u00e3o os verdadeiros poluidores?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993366;\">Este editorial n\u00e3o tem a pretens\u00e3o de ser contra o \u00f4nibus el\u00e9trico. Muito pelo contr\u00e1rio, pois aposta numa opera\u00e7\u00e3o urbana racionalizada que utilize esse tipo de ve\u00edculo. Contudo, quer chamar a aten\u00e7\u00e3o para que sejam avaliados todos os aspectos relacionados com o novo modelo de transporte, num contexto em que as respostas sobre as principais d\u00favidas que acompanham o ve\u00edculo e seu uso sejam expressadas de forma sensata e pr\u00e1tica. \u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993366;\">Assim como outros setores da gest\u00e3o p\u00fablica, o transporte coletivo precisa ser levado a s\u00e9rio e n\u00e3o pode ser um mero agente de uma plataforma governamental em detrimento ao programa de estado.<\/span><\/p>\n<p>Imagem &#8211; Revista AutoBus<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Prud\u00eancia e canja de galinha (incluo na lista o planejamento) n\u00e3o fazem mal a ningu\u00e9m. 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