{"id":11267,"date":"2024-02-20T07:18:52","date_gmt":"2024-02-20T10:18:52","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=11267"},"modified":"2024-02-20T09:57:37","modified_gmt":"2024-02-20T12:57:37","slug":"comparacao-do-impacto-do-gasto-mensal-com-transporte-publico-nas-capitais-brasileiras-e-na-america-do-sul","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=11267","title":{"rendered":"Compara\u00e7\u00e3o do Impacto do Gasto Mensal com Transporte P\u00fablico nas Capitais Brasileiras e na Am\u00e9rica do Sul"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color: #993300;\"><em><strong>Espa\u00e7o Mova-se F\u00f3rum da Mobilidade<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<p>O transporte p\u00fablico desempenha um papel crucial na vida das pessoas, especialmente aquelas de baixa renda. O custo associado a esse servi\u00e7o pode representar uma parte significativa do sal\u00e1rio-m\u00ednimo, afetando diretamente a qualidade de vida dos cidad\u00e3os. Este estudo visa analisar e comparar o impacto do gasto mensal com transporte p\u00fablico nas capitais brasileiras e em outros pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n<p>Foram coletados dados sobre o custo m\u00e9dio mensal do transporte p\u00fablico em cada capital brasileira e nos pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul, utilizando o Numbeo como fonte prim\u00e1ria. Em seguida, calculou-se o percentual desse custo em rela\u00e7\u00e3o ao sal\u00e1rio-m\u00ednimo vigente em cada localidade, considerando que cada indiv\u00edduo utiliza duas passagens por dia durante o trajeto de ida e volta e 26 dias \u00fateis no m\u00eas.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, foram consideradas as pol\u00edticas de transporte p\u00fablico implementadas, como o Passe Livre do Trabalhador na Regi\u00e3o Metropolitana de Goi\u00e2nia.<\/p>\n<p><em><strong>Impacto nas Capitais Brasileiras<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Segundo a Constitui\u00e7\u00e3o Federal, o transporte p\u00fablico urbano \u00e9 de responsabilidade dos munic\u00edpios, que podem organizar e prestar o servi\u00e7o de forma direta ou indireta, por meio de concess\u00f5es \u00e0 iniciativa privada. No entanto, h\u00e1 diferen\u00e7as entre as cidades quanto \u00e0 forma de financiamento, subs\u00eddio, integra\u00e7\u00e3o e regula\u00e7\u00e3o do sistema.<\/p>\n<p>A maior parte dos sistemas de transporte p\u00fablico no Brasil depende exclusivamente da receita tarif\u00e1ria gerada pelos passageiros, o que torna o servi\u00e7o caro e insustent\u00e1vel. Algumas cidades, como S\u00e3o Paulo, Bras\u00edlia e Goi\u00e2nia, adotam pol\u00edticas de subs\u00eddio p\u00fablico para reduzir o custo da tarifa ou manter o equil\u00edbrio financeiro das empresas operadoras. Outras fontes de financiamento, como impostos, taxas e fundos, s\u00e3o pouco exploradas no Pa\u00eds.<\/p>\n<p>O subs\u00eddio p\u00fablico \u00e9 uma forma de complementar a receita tarif\u00e1ria e garantir a acessibilidade e a qualidade do transporte p\u00fablico. Ele pode ser destinado ao custeio da opera\u00e7\u00e3o, \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o da infraestrutura, \u00e0 renova\u00e7\u00e3o da frota, \u00e0 implanta\u00e7\u00e3o de novos modais ou \u00e0 concess\u00e3o de benef\u00edcios tarif\u00e1rios, como gratuidades e descontos. No Brasil, existem 63 sistemas de transporte p\u00fablico por \u00f4nibus que possuem subs\u00eddios definitivos, que atendem 163 dos 2.703 munic\u00edpios que possuem servi\u00e7os organizados de transporte p\u00fablico por \u00f4nibus.<\/p>\n<p>A integra\u00e7\u00e3o \u00e9 uma forma de otimizar o uso do transporte p\u00fablico, permitindo que os passageiros possam utilizar diferentes modais ou linhas com uma \u00fanica tarifa ou com descontos. Ela pode ser f\u00edsica, quando h\u00e1 terminais ou esta\u00e7\u00f5es que facilitam a troca de ve\u00edculos; tarif\u00e1ria, quando h\u00e1 uma padroniza\u00e7\u00e3o ou redu\u00e7\u00e3o do valor cobrado; ou temporal, quando h\u00e1 um per\u00edodo de validade para a utiliza\u00e7\u00e3o de mais de um servi\u00e7o. No Brasil, h\u00e1 poucas experi\u00eancias de integra\u00e7\u00e3o entre sistemas municipais, metropolitanos com destaque a Goi\u00e2nia que \u00e9 a \u00fanica Rede Metropolitana de Transporte Coletivo de fato do Brasil.<\/p>\n<p>A regula\u00e7\u00e3o \u00e9 uma forma de estabelecer as regras e os par\u00e2metros para a presta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o de transporte p\u00fablico, definindo os direitos e deveres dos operadores, dos usu\u00e1rios e do poder p\u00fablico. Ela pode envolver aspectos como planejamento, fiscaliza\u00e7\u00e3o, controle, qualidade, tarifa, contrato, indicadores, penalidades, transpar\u00eancia e participa\u00e7\u00e3o social. No Brasil, h\u00e1 diferentes modelos de regula\u00e7\u00e3o, que variam de acordo com o grau de autonomia, compet\u00eancia e estrutura dos \u00f3rg\u00e3os reguladores, que podem ser municipais, estaduais ou metropolitanos.<\/p>\n<p>Por fim, sobre a recupera\u00e7\u00e3o da demanda de transporte p\u00fablico ap\u00f3s a pandemia, os dados da NTU \u2013 Associa\u00e7\u00e3o Nacional das Empresas de Transportes Urbanos &#8211; mostram que, em 2022, o setor registrou um aumento de 12,1% no n\u00famero de passageiros transportados, em compara\u00e7\u00e3o com 2021, mas ainda n\u00e3o recuperou os n\u00edveis pr\u00e9-pandemia. A demanda atual est\u00e1 em 82,8% do que era em 2019, antes da crise sanit\u00e1ria. Al\u00e9m disso, o setor acumula uma perda de quase R$ 40 bilh\u00f5es e a redu\u00e7\u00e3o de mais de 90 mil empregos diretos.<\/p>\n<p>Neste sentido podemos comparar o impacto da tarifa na popula\u00e7\u00e3o das capitais brasileiras da seguinte forma:<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-11268 size-full\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/image-1.png\" alt=\"\" width=\"939\" height=\"595\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/image-1.png 939w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/image-1-300x190.png 300w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/image-1-768x487.png 768w\" sizes=\"(max-width: 939px) 100vw, 939px\" \/><\/p>\n<p>Com base nos dados do Numbeo, foi constatado que Florian\u00f3polis e Curitiba destacam-se como as capitais brasileiras com maior impacto no sal\u00e1rio-m\u00ednimo devido ao gasto com transporte p\u00fablico, representando 22,10% para ambas. Em contrapartida, Rio Branco e Macap\u00e1 apresentam o menor impacto, representando respectivamente 12,89% e 13,63%. A Regi\u00e3o Metropolitana de Goi\u00e2nia ocupa a 10\u00aa posi\u00e7\u00e3o do ranking, com um impacto de 15,84% do sal\u00e1rio-m\u00ednimo.<\/p>\n<p><em><strong>Compara\u00e7\u00e3o com Outros Pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul<\/strong><\/em><\/p>\n<p>O transporte p\u00fablico na Am\u00e9rica do Sul varia muito de acordo com cada pa\u00eds, cidade e regi\u00e3o. Alguns fatores que influenciam essa diversidade s\u00e3o: o tamanho e a densidade populacional, o n\u00edvel de desenvolvimento econ\u00f4mico e social, a geografia e o clima, a cultura e a pol\u00edtica, a disponibilidade de recursos e infraestrutura, e as prefer\u00eancias e demandas dos usu\u00e1rios.<\/p>\n<p>De modo geral, podemos dizer que o Brasil se destaca por ter uma das maiores redes de transporte p\u00fablico coletivo (TPC) do continente, com mais de 300 mil quil\u00f4metros de extens\u00e3o e cerca de 140 milh\u00f5es de passageiros transportados por dia. O TPC no Brasil \u00e9 predominantemente baseado em \u00f4nibus urbanos, que respondem por 85% das viagens realizadas. Outros modos de TPC presentes no Brasil s\u00e3o: metr\u00f4, trem, VLT, BRT, monotrilho, aerom\u00f3vel e telef\u00e9rico.<\/p>\n<p>Em compara\u00e7\u00e3o com os demais pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul, o Brasil apresenta algumas diferen\u00e7as significativas, que podem ser positivas ou negativas, dependendo do ponto de vista. O Brasil tem a maior malha metrovi\u00e1ria da regi\u00e3o, com cerca de 430 quil\u00f4metros de extens\u00e3o e 12 sistemas em opera\u00e7\u00e3o. No entanto, esse n\u00famero \u00e9 muito inferior ao de pa\u00edses como China, Estados Unidos, R\u00fassia e \u00cdndia, que possuem mais de 1.000 quil\u00f4metros cada. Al\u00e9m disso, o metr\u00f4 no Brasil atende apenas 10 das 27 capitais estaduais e tem uma baixa cobertura e acessibilidade em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 popula\u00e7\u00e3o urbana.<\/p>\n<p>O Brasil foi o primeiro pa\u00eds da Am\u00e9rica do Sul a implantar um sistema de BRT (Bus Rapid Transit), que consiste em corredores exclusivos para \u00f4nibus articulados ou biarticulados, com esta\u00e7\u00f5es de embarque e desembarque, integra\u00e7\u00e3o com outros modos de transporte e controle operacional. O BRT \u00e9 considerado uma solu\u00e7\u00e3o de baixo custo e alta capacidade para o TPC e, atualmente, existem 39 sistemas de BRT na regi\u00e3o, sendo 18 deles no Brasil. Por\u00e9m, o BRT tamb\u00e9m enfrenta problemas como a superlota\u00e7\u00e3o, a degrada\u00e7\u00e3o, a inseguran\u00e7a, a falta de manuten\u00e7\u00e3o e a resist\u00eancia de alguns setores da sociedade.<\/p>\n<p>A seguir apresentamos o levantamento feito sobre o impacto mensal do transporte no Sal\u00e1rio M\u00e9dio dos pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-11269 size-full aligncenter\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/image-768x629-1.png\" alt=\"\" width=\"768\" height=\"629\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/image-768x629-1.png 768w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/image-768x629-1-300x246.png 300w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/p>\n<p>Ao comparar o Brasil com outros pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul, verificou-se que o Brasil est\u00e1 na 12\u00aa posi\u00e7\u00e3o do ranking, com um impacto m\u00e9dio de 16,32% do sal\u00e1rio-m\u00ednimo com o transporte p\u00fablico. A Venezuela \u00e9 o pa\u00eds mais impactado, com cerca de R$ 128,96 por m\u00eas para utilizar a locomo\u00e7\u00e3o, representando um impacto de 13,37%. Em contrapartida, a Argentina e o Equador t\u00eam o menor impacto, com 3,09% e 3,47%, respectivamente.<\/p>\n<p><em><strong>O<\/strong><strong> Passe Livre do Trabalhador na Regi\u00e3o Metropolitana de Goi\u00e2nia<\/strong><\/em><\/p>\n<p>O Passe Livre do Trabalhador \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o inovadora de compra de vale-transporte na Regi\u00e3o Metropolitana de Goi\u00e2nia. Este programa proporciona aos trabalhadores liberdade de uso da rede de transporte durante todos os dias do m\u00eas, incluindo finais de semana e feriados, com desconto m\u00e9dio de 20% para empregadores que aderirem \u00e0 assinatura mensal de transporte coletivo.<\/p>\n<p>A nova Pol\u00edtica de Tarifa\u00e7\u00e3o, inaugurada pela C\u00e2mara Deliberativa de Transportes Coletivos (CDTC) e reformulada pela Lei Complementar Estadual n\u00ba 169\/2021, busca promover uma ampla transforma\u00e7\u00e3o do transporte p\u00fablico para facilitar o acesso e uso dos servi\u00e7os com menores gastos. Empresas que aderem \u00e0 nova modalidade adquirem as assinaturas por um valor unit\u00e1rio mensal fixo de R$ 180,00 por cada trabalhador.<\/p>\n<p>O programa, em vigor desde 2022, beneficia mais de 55 mil trabalhadores em Goi\u00e2nia. Iniciativa garante ao usu\u00e1rio do transporte coletivo o direito de fazer at\u00e9 oito viagens di\u00e1rias no m\u00eas inteiro, inclusive em finais de semana e feriados. Modelo j\u00e1 conta com mais de 2,9 mil empresas cadastradas que economizam cerca de R$ 43 por m\u00eas com as passagens de \u00f4nibus.<\/p>\n<p>Assim, os trabalhadores que fazem uso do Passe Livre do Trabalhador ocupam a primeira posi\u00e7\u00e3o no ranking que lista as capitais com o valor do passe mensal mais barato do pa\u00eds, segundo o Mova-se F\u00f3rum de Mobilidade.<\/p>\n<p><em><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Na Am\u00e9rica do Sul, a carga tribut\u00e1ria m\u00e9dia \u00e9 de 23% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo dados da OCDE. No entanto, h\u00e1 uma grande heterogeneidade entre os pa\u00edses, que reflete as diferen\u00e7as nos n\u00edveis de desenvolvimento, nas estruturas produtivas, nas pol\u00edticas fiscais e nas prioridades sociais. Os pa\u00edses que t\u00eam a maior carga tribut\u00e1ria s\u00e3o Brasil (32,2% do PIB) e Argentina (31,3% do PIB), enquanto os que t\u00eam a menor \u00e9 o Peru (16,1% do PIB).<\/p>\n<p>A carga tribut\u00e1ria afeta o transporte p\u00fablico de diversas formas. Por um lado, ela pode ser uma fonte de recursos para o financiamento da infraestrutura, da opera\u00e7\u00e3o e da regula\u00e7\u00e3o do setor, bem como para a concess\u00e3o de subs\u00eddios, incentivos e benef\u00edcios aos usu\u00e1rios e aos operadores. Por outro lado, ela pode ser um fator de encarecimento e de inefici\u00eancia do servi\u00e7o, ao aumentar os custos de produ\u00e7\u00e3o, de manuten\u00e7\u00e3o e de fiscaliza\u00e7\u00e3o, e ao gerar distor\u00e7\u00f5es, iniquidades e externalidades negativas.<\/p>\n<p>Um dos problemas mais comuns na Am\u00e9rica do Sul \u00e9 a alta tributa\u00e7\u00e3o sobre o consumo, que representa cerca de 44% da arrecada\u00e7\u00e3o total na regi\u00e3o. O consumo \u00e9 a base mais utilizada para a cobran\u00e7a de impostos sobre o transporte p\u00fablico, seja na forma de tarifas, de ped\u00e1gios, de combust\u00edveis ou de ve\u00edculos. Esses impostos tendem a ser regressivos, ou seja, afetam mais as pessoas de menor renda, que gastam uma parcela maior de seus recursos com o transporte. Al\u00e9m disso, eles podem reduzir a demanda pelo servi\u00e7o, gerar concorr\u00eancia desleal com outros modos de transporte, como o autom\u00f3vel, e estimular a informalidade e a sonega\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Outro problema \u00e9 a falta de harmoniza\u00e7\u00e3o e de coordena\u00e7\u00e3o entre os diferentes n\u00edveis de governo na regula\u00e7\u00e3o do transporte p\u00fablico. Na Am\u00e9rica do Sul, h\u00e1 uma diversidade de normas, de institui\u00e7\u00f5es, de compet\u00eancias e de interesses que dificultam a integra\u00e7\u00e3o e a interoperabilidade dos sistemas de transporte, bem como a coopera\u00e7\u00e3o e o planejamento regional. Isso gera conflitos, sobreposi\u00e7\u00f5es, lacunas e inseguran\u00e7a jur\u00eddica, que afetam a qualidade e a efici\u00eancia do servi\u00e7o, e impedem o aproveitamento das potencialidades e das sinergias da infraestrutura regional.<\/p>\n<p>O estudo destaca a significativa varia\u00e7\u00e3o no impacto do gasto mensal com transporte p\u00fablico entre as capitais brasileiras e em compara\u00e7\u00e3o com outros pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul. A implementa\u00e7\u00e3o de programas como o Passe Livre do Trabalhador demonstra ser uma estrat\u00e9gia eficaz para reduzir esse impacto e melhorar o acesso ao transporte p\u00fablico, contribuindo assim para a qualidade de vida dos cidad\u00e3os.<\/p>\n<p>Imagens &#8211; Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A maior parte dos sistemas de transporte p\u00fablico no Brasil depende exclusivamente da receita tarif\u00e1ria gerada pelos passageiros, o que torna o servi\u00e7o caro e insustent\u00e1vel<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":11298,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7,588],"tags":[409,438],"class_list":["post-11267","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-mobilidade-urbana","category-opiniao","tag-forum-mova-se","tag-mova-se-forum-da-mobilidade","et-has-post-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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