{"id":12899,"date":"2024-08-27T10:17:26","date_gmt":"2024-08-27T13:17:26","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=12899"},"modified":"2024-08-27T10:17:26","modified_gmt":"2024-08-27T13:17:26","slug":"reflexoes-a-proposito-da-pesquisa-cnt-de-mobilidade-da-populacao-urbana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=12899","title":{"rendered":"Reflex\u00f5es a prop\u00f3sito da pesquisa CNT de mobilidade da popula\u00e7\u00e3o urbana"},"content":{"rendered":"<p>Por <span style=\"color: #000080;\"><em><strong>Wesley Ferro Nogueira<\/strong><\/em><\/span>, economista e, atualmente, Secret\u00e1rio Executivo do Instituto MDT, al\u00e9m de membro titular do Conselho de Transporte P\u00fablico Coletivo do DF e do Conselho de Tr\u00e2nsito do Distrito Federal<\/p>\n<p>Recentemente, foi publicado um excelente documento t\u00e9cnico produzido pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Transporte (CNT), com a parceria da Associa\u00e7\u00e3o Nacional das Empresas de Transportes urbanos (NTU), denominado \u201cPesquisa CNT de Mobilidade da Popula\u00e7\u00e3o Urbana 2024\u201d, a partir de entrevistas realizadas junto a 3.117 domic\u00edlios de 319 cidades brasileiras, com porte variando entre 100 mil e acima de 3 milh\u00f5es de habitantes, e segmenta\u00e7\u00e3o por classe social, sendo que a maior parcela da amostra \u00e9 representada por fam\u00edlias que se encontram na classe C (54,1%).<\/p>\n<p>A Pesquisa produziu um significativo e importante conjunto de dados que apresentam um retrato atual da mobilidade urbana no pa\u00eds, detalhando aspectos relacionados \u00e0s viagens realizadas pela popula\u00e7\u00e3o entrevistada, mas com interesse principal no levantamento de informa\u00e7\u00f5es para a investiga\u00e7\u00e3o e o consequente entendimento das causas do processo que levou \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da participa\u00e7\u00e3o do transporte p\u00fablico por \u00f4nibus dentro da matriz modal das cidades brasileiras, na perspectiva da indica\u00e7\u00e3o de proposi\u00e7\u00f5es para revers\u00e3o do quadro. Na minha an\u00e1lise quero destacar alguns itens que me chamaram a aten\u00e7\u00e3o e, em especial, quest\u00f5es preocupantes que merecem s\u00e9ries reflex\u00f5es.<\/p>\n<p>O transporte foi destacado como o terceiro principal problema urbano, atr\u00e1s apenas da sa\u00fade e da inseguran\u00e7a\/viol\u00eancia urbana. O tempo de viagem estimado para a conclus\u00e3o de um percurso de 10 km durante o congestionamento, que varia entre 31 minutos em Bras\u00edlia e at\u00e9 58 minutos em Recife, segundo dados do aplicativo de navega\u00e7\u00e3o tomtom, exp\u00f5e a gravidade da imobilidade nas cidades e, al\u00e9m disso, o custo m\u00e9dio di\u00e1rio dispendido pela popula\u00e7\u00e3o com o transporte amplifica o problema, em que pese o fato de que o desembolso maior est\u00e1 representado, predominantemente, pelas op\u00e7\u00f5es de transporte individual motorizado (variando de motocicleta pr\u00f3pria a R$ 10,79; por aplicativo a R$ 26,77; passando pelo carro pr\u00f3prio na faixa de R$ 29,91 e chegando ao t\u00e1xi em R$ 45,69), com o transporte p\u00fablico coletivo aparecendo bem atr\u00e1s nessa disputa (VLT a R$ 7,65; metr\u00f4 a R$ 9,55 e \u00f4nibus a R$ 9,75), mas que mesmo assim tem deixado de ser a escolha preferencial das pessoas, o que nos obriga a repensar os nossos sistemas e os atuais modelos baseados no protagonismo de ve\u00edculos.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o aos modais utilizados pelo grupo estudado, e considerando a possibilidade da indica\u00e7\u00e3o de at\u00e9 tr\u00eas meios de transporte, sob a l\u00f3gica da integra\u00e7\u00e3o intermodal, a participa\u00e7\u00e3o do transporte individual motorizado representa 68,3% da matriz, enquanto que o transporte p\u00fablico coletivo \u00e9 a refer\u00eancia para apenas 31,7% das viagens. Comparando-se com os dados de 2017, os modais coletivos perderam uma participa\u00e7\u00e3o de 18% do atendimento da demanda, que migrou na mesma propor\u00e7\u00e3o para os meios de transporte individuais.<\/p>\n<p>O gr\u00e1fico 39 da Pesquisa demonstra que o transporte p\u00fablico coletivo \u00e9 mais utilizado pela classe C (\u00f4nibus, por exemplo, \u00e9 a op\u00e7\u00e3o de 60,5%), ao passo que o autom\u00f3vel pr\u00f3prio \u00e9 mais representativo na classe B (52,1%), e n\u00e3o na classe A, que estranhamente aparece com um percentual bem baixo (4,8%), o que parece ser um erro do processo de investiga\u00e7\u00e3o junto ao p\u00fablico referenciado, assim como a indica\u00e7\u00e3o de que sua participa\u00e7\u00e3o \u00e9 mais representativa em munic\u00edpios entre 100 mil a 300 mil habitantes, e n\u00e3o naqueles com popula\u00e7\u00e3o acima de 3 milh\u00f5es de pessoas. Por outro lado, as classes D\/E utilizam com mais intensidade, pela ordem, a bicicleta (26,1%), o servi\u00e7o de motot\u00e1xi (25,8%), o transporte clandestino (25%), a circula\u00e7\u00e3o a p\u00e9 (23,2%) e o transporte p\u00fablico por \u00f4nibus (18,7%).<\/p>\n<p>Como essa popula\u00e7\u00e3o mais vulner\u00e1vel est\u00e1 comumente localizada nas regi\u00f5es mais distantes do territ\u00f3rio urbano, e considerando que s\u00e3o as redes de transporte por \u00f4nibus que conseguem ter a capilaridade de atendimento no espa\u00e7o, h\u00e1 um desafio imediato no sentido de garantir a incorpora\u00e7\u00e3o desses segmentos ao sistema de transporte p\u00fablico, seja pelo seu redesenho e via acessibilidade, mas principalmente pela viabiliza\u00e7\u00e3o de fontes diversas de recursos financeiros que possam assegurar a modicidade tarif\u00e1ria ou mesmo a implementa\u00e7\u00e3o de gratuidades para p\u00fablico com perfil espec\u00edfico de renda, como aquele com inscri\u00e7\u00e3o no Cad\u00danico.<\/p>\n<p>Outro aspecto, que n\u00e3o \u00e9 novidade para quem atua na \u00e1rea, mas que foi destacado na pesquisa, refere-se \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o da grande concentra\u00e7\u00e3o de viagens nos hor\u00e1rios de picos do dia, que acaba gerando o colapso sobre a mobilidade urbana dentro das cidades. Quando o motivo da viagem \u00e9 o trabalho, por exemplo, 80,8% dos deslocamentos est\u00e3o localizados no pico da manh\u00e3 (no hor\u00e1rio compreendido entre 5h00 e 9h00), sendo quase 50% somente entre 7h00 e 9h00, enquanto que no pico da tarde (17h00-21h00), o percentual \u00e9 de 56,7%.<\/p>\n<p>Diante desse quadro, \u00e9 incompreens\u00edvel o fato de que h\u00e1 muito abandonamos a defesa da implanta\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas locais de escalonamento dos hor\u00e1rios das atividades econ\u00f4micas, para a descompress\u00e3o sobre a rede de mobilidade nos picos, visando distribuir uniformemente a demanda ao longo do dia e otimizar o sistema. Considerando que a mobilidade urbana n\u00e3o pode ser uma pol\u00edtica estanque e desalinhada com as demais, assim como defendemos a sua integra\u00e7\u00e3o com a de uso e ocupa\u00e7\u00e3o do solo, tamb\u00e9m \u00e9 urgente e necess\u00e1ria a retomada das articula\u00e7\u00f5es com os setores produtivos locais e demais empregadores de m\u00e3o-de-obra, para a viabiliza\u00e7\u00e3o da ado\u00e7\u00e3o de medidas que definam hor\u00e1rios diferenciados de funcionamento de estabelecimentos de com\u00e9rcio, ind\u00fastria, servi\u00e7os e setor p\u00fablico.<\/p>\n<p>A Pesquisa buscou informa\u00e7\u00f5es acerca dos modais que foram utilizados pelas pessoas em substitui\u00e7\u00e3o ao transporte p\u00fablico por \u00f4nibus. Pela ordem aparecem: carro pr\u00f3prio (38,5%), a p\u00e9 (19,3%), aplicativos (18,2%) e moto pr\u00f3pria (14,7%). Na segmenta\u00e7\u00e3o por classe social, e estranhamente, para a classe A s\u00e3o citadas migra\u00e7\u00f5es representativas para o motot\u00e1xi (59,2%) e o transporte clandestino (89,2%), o que parece ser um erro. O carro pr\u00f3prio foi a principal escolha da classe B (47,6%), enquanto que os aplicativos foram a op\u00e7\u00e3o da classe C (56,6%), confirmando a tese de uma das prov\u00e1veis perdas de passageiros no transporte p\u00fablico no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Por outro lado, em se tratando das classes D\/E, a migra\u00e7\u00e3o do \u00f4nibus se direcionou, principalmente, para a mobilidade a p\u00e9 (27,2%) e a bicicleta (26,3%), o que pode indicar, no primeiro momento, a incapacidade econ\u00f4mica para o pagamento da tarifa, apesar do registro significativo da mudan\u00e7a tamb\u00e9m para aplicativos (20,1%) e motot\u00e1xi (18,4%), quando a escolha deve ter se orientado muito mais pela redu\u00e7\u00e3o do tempo de viagem, uma vez que o custo di\u00e1rio desses dois \u00faltimos modais est\u00e1 acima do valor do transporte p\u00fablico. Inclusive, registra-se que, para as classes D\/E, a tarifa foi somente o quinto motivo para a substitui\u00e7\u00e3o do \u00f4nibus. Avalia-se que o objetivo central \u00e9 ofertar um sistema de transporte coletivo que atenda toda a sociedade, mas a promo\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es para atrair de volta as classes C, D e E deveria ser uma preocupa\u00e7\u00e3o imediata da gest\u00e3o p\u00fablica.<\/p>\n<p>Dentre os motivos citados para a substitui\u00e7\u00e3o do \u00f4nibus por outros modais, destacam-se: pouco conforto (28,7%), falta de flexibilidade dos servi\u00e7os (20,7%), elevado tempo de viagem (20,4%), mudan\u00e7a do local de trabalho (17,2%) e pre\u00e7o elevado da tarifa (11,8%). Sabe-se que conforto \u00e9 um atributo intr\u00ednseco de viagem individualizada, n\u00e3o \u00e9 uma propriedade inerente ao transporte p\u00fablico, mas um eficiente sistema de informa\u00e7\u00e3o ao usu\u00e1rio, uma tarifa justa, a integra\u00e7\u00e3o intermodal, a oferta de aplicativos para facilitar o acesso dos usu\u00e1rios e a exist\u00eancia de uma boa cobertura de infraestrutura exclusiva s\u00e3o diferenciais importantes para atrair a demanda perdida e conquistar novos passageiros para o sistema de transporte coletivo.<\/p>\n<p>Refor\u00e7a a preocupa\u00e7\u00e3o o fato de que, entre o grupo pesquisado, 26,6% das pessoas afirmaram que nada as fariam retornar ao uso de \u00f4nibus, enquanto que as demais apontaram algumas condi\u00e7\u00f5es para que isso se efetivasse, como, entre outras: a ado\u00e7\u00e3o de uma tarifa menor (21,2%), maior conforto (19,8%), viagens mais r\u00e1pidas (19%) e a flexibilidade dos servi\u00e7os para rotas e hor\u00e1rios (14,3%). Mesmo questionados se haveria alguma possibilidade de retorno ap\u00f3s a redu\u00e7\u00e3o de tarifa, 23,2% dos respondentes informaram que a volta n\u00e3o aconteceria.<\/p>\n<p>Quando a indaga\u00e7\u00e3o se referiu a quem caberia a responsabilidade para o custeio da tarifa do transporte p\u00fablico, a op\u00e7\u00e3o somente o poder p\u00fablico foi a escolha de 42,3%, o que configuraria a implanta\u00e7\u00e3o de um modelo baseado na tarifa zero; a alternativa apontando que a maior parcela deveria caber ao tesouro municipal, como um subs\u00eddio parcial, al\u00e9m da pr\u00f3pria tarifa, registrou 23,1%. Por outro lado, e o que \u00e9 extremamente preocupante, 20,4% da amostra defendeu o financiamento exclusivamente pelos usu\u00e1rios do sistema, com refer\u00eancia nessa faixa inclusive nas classes C e D\/E. Ou seja, mesmo parcelas das camadas mais vulner\u00e1veis da sociedade, que s\u00e3o o objeto de interesse principal das pol\u00edticas de inclus\u00e3o, reproduzem a l\u00f3gica da defesa empreendida por segmentos posicionados no p\u00f3lo oposto.<\/p>\n<p>Mas a quest\u00e3o que mais me assustou em toda pesquisa foi quando se questionou acerca da possibilidade de utiliza\u00e7\u00e3o dos instrumentos de gest\u00e3o para a gera\u00e7\u00e3o de recursos visando ao financiamento do sistema de transporte p\u00fablico, onde houve manifesta\u00e7\u00e3o de forte rejei\u00e7\u00e3o para a maioria das op\u00e7\u00f5es sugeridas que alcan\u00e7avam diretamente o transporte individual motorizado, mesmo que isso pudesse representar a qualifica\u00e7\u00e3o do transporte coletivo, sendo: cobran\u00e7a por estacionamento p\u00fablico (74,2%); ped\u00e1gio urbano (69,8%); contribui\u00e7\u00e3o para o transporte p\u00fablico (68,4%) e taxa\u00e7\u00e3o de aplicativos (63,3%).<\/p>\n<p>Em minha opini\u00e3o, os dados demonstram de forma clara que n\u00f3s, que atuamos na mobilidade urbana, falhamos nos processos de di\u00e1logo com as parcelas da sociedade que mais deveriam compreender as quest\u00f5es associadas \u00e0 defesa da import\u00e2ncia da Pol\u00edtica Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU). Enquanto ficarmos reproduzindo os nossos eruditos discursos entre n\u00f3s mesmos, n\u00e3o se pode esperar outra coisa. Enfim, o nosso desafio \u00e9 identificarmos como poderemos estabelecer canais diretos de comunica\u00e7\u00e3o com a popula\u00e7\u00e3o, principalmente com os segmentos que est\u00e3o marginalizados no processo de acesso \u00e0 cidade e que, por isso, seriam os maiores benefici\u00e1rios de um novo modelo pautado pela sustentabilidade. Com isso, n\u00e3o tenho d\u00favidas de que poder\u00edamos avan\u00e7ar em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de n\u00facleos de defesa da PNMU, al\u00e9m dos nossos tradicionais c\u00edrculos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Pesquisa buscou informa\u00e7\u00f5es acerca dos modais que foram utilizados pelas pessoas em substitui\u00e7\u00e3o ao transporte p\u00fablico por \u00f4nibus.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":12900,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[588],"tags":[487,175],"class_list":["post-12899","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-opiniao","tag-cnt","tag-transporte-urbano","et-has-post-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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