{"id":13467,"date":"2024-10-29T10:20:52","date_gmt":"2024-10-29T13:20:52","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=13467"},"modified":"2024-11-05T07:34:22","modified_gmt":"2024-11-05T10:34:22","slug":"a-carrocaria-diplomata-e-suas-metamorfoses","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=13467","title":{"rendered":"A carro\u00e7aria Diplomata e suas metamorfoses"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color: #0000ff;\"><em><strong>Nostalgia<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<p>Dentre os muitos modelos de carro\u00e7arias rodovi\u00e1rias produzidas no Brasil, uma, em particular, consagrou-se por experimentar, ao longo dos anos em que esteve em uso, muitas transforma\u00e7\u00f5es em seu <em>design <\/em>externo, propiciando-lhe um reconhecimento nas muitas frotas onde foi operada.<\/p>\n<p>Estamos falando do modelo Diplomata, que foi desenvolvido e produzido pela extinta marca Nielson, hoje Busscar. A fabricante catarinense apresentou essa vers\u00e3o de carro\u00e7aria, ainda no come\u00e7o da d\u00e9cada de 1960, inspirada num modelo de \u00f4nibus norte-americano, projetado pela marca Flxible e que foi importado pelo Expresso Brasileiro de Via\u00e7\u00e3o. O surgimento da gera\u00e7\u00e3o Diplomata deveu-se \u00e0 um pedido inusitado, de uma transportadora da cidade de Mogi das Cruzes, em S\u00e3o Paulo, que desafiou a empresa de Joinville a criar algo inovador.<\/p>\n<p>Assim, em 1962, sobre um chassi LP321 da Mercedes-Benz, surge no mercado a primeira vers\u00e3o da linha Diplomata. A carro\u00e7aria, com suas peculiaridades, acabou agradando o setor, fato que colocava os irm\u00e3os Augusto e Eug\u00eanio Nielson no jogo da produ\u00e7\u00e3o de \u00f4nibus no Brasil. Ser\u00e1 que eles imaginavam que seu modelo duraria tanto tempo em meio ao segmento do transporte rodovi\u00e1rio?<\/p>\n<div id=\"attachment_13517\" style=\"width: 920px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-13517\" class=\"wp-image-13517 size-large\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Primeiros-Diplomatas-1-910x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"910\" height=\"1024\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Primeiros-Diplomatas-1-910x1024.jpg 910w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Primeiros-Diplomatas-1-267x300.jpg 267w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Primeiros-Diplomatas-1-768x864.jpg 768w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Primeiros-Diplomatas-1.jpg 985w\" sizes=\"(max-width: 910px) 100vw, 910px\" \/><p id=\"caption-attachment-13517\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #800000;\"><em><strong>Os primeiros Diplomatas<\/strong><\/em><\/span><\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: left;\">No ano seguinte, a fam\u00edlia Nielson resolveu abandonar a marcenaria, atividade adotada em seu princ\u00edpio para, exclusivamente, se dedicar \u00e0 fabrica\u00e7\u00e3o das carro\u00e7arias para \u00f4nibus. Dessa maneira, contando, apenas com poucos recursos num processo que exigia dedica\u00e7\u00e3o, esfor\u00e7o e muito trabalho, os pioneiros da marca catarinense arrega\u00e7aram as mangas para fidelizar o Diplomata no mercado.<\/p>\n<p>De in\u00edcio, seu visual era formado pelo desenho do teto, em dois planos, janelas inclinadas, chapeamento frisado, far\u00f3is redondos, vigia traseiro com grades e acabamento interno simples.<\/p>\n<p>No decorrer da d\u00e9cada de 1960, a linha Diplomata manteve suas peculiaridades est\u00e9ticas. Visualmente, se destacava perante a concorr\u00eancia, com harmonia no teto de dois planos e outros detalhes construtivos, sendo uma carro\u00e7aria que equipava os chassis com motoriza\u00e7\u00e3o dianteira presentes no Brasil. Claro que, tamb\u00e9m, chegou a encarro\u00e7ar modelos com motores traseiros.<\/p>\n<div id=\"attachment_13519\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-13519\" class=\"wp-image-13519 size-large\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/DIPLOMATA.1o.CARROS.02.1965-1024x738.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"738\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/DIPLOMATA.1o.CARROS.02.1965-1024x738.jpg 1024w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/DIPLOMATA.1o.CARROS.02.1965-300x216.jpg 300w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/DIPLOMATA.1o.CARROS.02.1965-768x554.jpg 768w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/DIPLOMATA.1o.CARROS.02.1965-1536x1107.jpg 1536w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/DIPLOMATA.1o.CARROS.02.1965-2048x1477.jpg 2048w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/DIPLOMATA.1o.CARROS.02.1965-1080x779.jpg 1080w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><p id=\"caption-attachment-13519\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #800000;\"><em><strong>O modelo logo caiu no gosto dos grandes transportadores<\/strong><\/em><\/span><\/p><\/div>\n<p>N\u00e3o demorou muito para que as operadoras, de todos os portes, notassem as qualidades do produto e encomendassem novos \u00f4nibus para suas respectivas frotas. E, assim, foi at\u00e9 a virada das d\u00e9cadas de 1960 e 1970, quando, ent\u00e3o, a empresa Carrocerias Nielson e seu departamento de engenharia resolveram promover modifica\u00e7\u00f5es na \u00e1rea externa do modelo, bem como a introdu\u00e7\u00e3o de novos componentes no sal\u00e3o de passageiros.<\/p>\n<p>E essas transforma\u00e7\u00f5es foram bem expressivas, a come\u00e7ar pelo desenho das \u00e1reas frontal e da traseira, com inclina\u00e7\u00f5es que ressaltavam o modelo e davam maior aerodin\u00e2mica. A grade dianteira, tamb\u00e9m, ficou maior, portando os mesmos far\u00f3is circulares, posicionados lado a lado. A \u00e1rea envidra\u00e7ada expandiu seu tamanho, enquanto na traseira, as lanternas ficaram em formato retangular, havia um espa\u00e7o para um luminoso que destacava o nome da transportadora e o vigia deixou de ter grades para ficar maior.<\/p>\n<div id=\"attachment_13521\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-13521\" class=\"wp-image-13521 size-large\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/PLUMA-1970-02-1024x703.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"703\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/PLUMA-1970-02-1024x703.jpg 1024w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/PLUMA-1970-02-300x206.jpg 300w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/PLUMA-1970-02-768x527.jpg 768w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/PLUMA-1970-02-1080x742.jpg 1080w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/PLUMA-1970-02.jpg 1258w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><p id=\"caption-attachment-13521\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #800000;\"><em><strong>Desenho externo marcante<\/strong><\/em><\/span><\/p><\/div>\n<p>No acabamento do sal\u00e3o de passageiros, novos materiais passaram a moldar o espa\u00e7o, com cores s\u00f3brias e revestimentos diversos. As poltronas foram sendo melhoradas para promover conforto durante as viagens. Nesse dec\u00eanio, destaque para o uso do WC e de um <em>layout<\/em> interno diferente, pensado por operadores que buscavam aumentar a comodidade de seus passageiros. Dessa forma, poltronas leito, bar e sistema de som eram adotados na configura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em 1971, nova transforma\u00e7\u00e3o, com a incorpora\u00e7\u00e3o de tr\u00eas detalhes que podiam ser observados na carro\u00e7aria Diplomata \u2013 a moldura retangular dos far\u00f3is dianteiros, o conjunto da lanterna traseira em duas pe\u00e7as e o divisor inclinado dos dois planos do teto. Nesse mesmo ano, a encarro\u00e7adora apresentou uma vers\u00e3o diferenciada, chamada de Diplomata J\u00f4, destacando o aspecto do rebaixamento do teto dianteiro em menor tamanho. Quase que a totalidade dos Diplomatas produzidos eram sobre chassis com motoriza\u00e7\u00e3o dianteira.<\/p>\n<div id=\"attachment_13522\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-13522\" class=\"wp-image-13522 size-large\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/FABIANTUR-01-1-1024x624.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"624\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/FABIANTUR-01-1-1024x624.jpg 1024w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/FABIANTUR-01-1-300x183.jpg 300w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/FABIANTUR-01-1-768x468.jpg 768w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/FABIANTUR-01-1-1080x658.jpg 1080w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/FABIANTUR-01-1.jpg 1340w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><p id=\"caption-attachment-13522\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #800000;\"><strong><em>O Diplomata contribuiu com a constru\u00e7\u00e3o do transporte rodovi\u00e1rio brasileiro<\/em><\/strong><\/span><\/p><\/div>\n<p>Mas, isso j\u00e1 come\u00e7ou a mudar a partir de 1972, quando o mercado brasileiro de chassis v\u00ea a introdu\u00e7\u00e3o de modelos com motoriza\u00e7\u00e3o traseira, propiciando aos motoristas e passageiros o conforto ac\u00fastico no sal\u00e3o, como, tamb\u00e9m, um <em>layout<\/em> renovado do mesmo. Nesse contexto, Mercedes-Benz e Scania disponibilizam em suas gamas de produtos novas vers\u00f5es com suspens\u00e3o met\u00e1lica ou pneum\u00e1tica.<\/p>\n<p>A d\u00e9cada de 1970 foi importante para a evolu\u00e7\u00e3o do transporte rodovi\u00e1rio, sendo um per\u00edodo marcante em termos de servi\u00e7os, opera\u00e7\u00f5es e tecnologia veicular. E a principal concorrente da Carrocerias Nielson, a ga\u00facha Marcopolo, atenta aos desdobramentos do setor, apresentou, em 1974, a sua carro\u00e7aria rodovi\u00e1ria Marcopolo III, modelo que foi, por muitos anos, o grande competidor do Diplomata.<\/p>\n<div id=\"attachment_13523\" style=\"width: 1010px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-13523\" class=\"wp-image-13523 size-full\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Marcopolo-III.jpg\" alt=\"\" width=\"1000\" height=\"589\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Marcopolo-III.jpg 1000w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Marcopolo-III-300x177.jpg 300w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Marcopolo-III-768x452.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><p id=\"caption-attachment-13523\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #800000;\"><em><strong>A gera\u00e7\u00e3o 3 da Marcopolo foi a grande concorrente do Diplomata<\/strong><\/em><\/span><\/p><\/div>\n<p>Segundo o Relat\u00f3rio Anual da Diretoria 1976\/1977, a carro\u00e7aria, cuja produ\u00e7\u00e3o em s\u00e9rie foi iniciada em 1975, obteve extraordin\u00e1ria receptividade junto aos empres\u00e1rios de \u00f4nibus no Pa\u00eds e exterior, em fun\u00e7\u00e3o de seu moderno <em>design<\/em> e avan\u00e7adas caracter\u00edsticas t\u00e9cnicas. Suas vendas para o setor rodovi\u00e1rio, seletivo e turismo fizeram com que a produ\u00e7\u00e3o de carro\u00e7arias rodovi\u00e1rias Marcopolo (1976) se elevasse em 36% em rela\u00e7\u00e3o a 1975. Com isso, foi mantida uma lideran\u00e7a tradicional neste setor &#8211; cerca de quarenta por cento dos modelos rodovi\u00e1rios produzidos no Brasil, em 1976, levaram o nome da Marcopolo.<\/p>\n<p>Com a concorrente ga\u00facha colada junto aos seus neg\u00f3cios, a Nielson resolveu fazer mais algumas modifica\u00e7\u00f5es no Diplomata, a partir de 1975, diminuindo o tamanho da grade frontal e posicionando os far\u00f3is, ainda circulares, na vertical. Na traseira, o conjunto de lanternas, ainda em duas pe\u00e7as, ganhou o formato horizontal.<\/p>\n<div id=\"attachment_13524\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-13524\" class=\"wp-image-13524 size-large\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/PROGRESSO-02-1024x657.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"657\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/PROGRESSO-02-1024x657.jpg 1024w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/PROGRESSO-02-300x193.jpg 300w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/PROGRESSO-02-768x493.jpg 768w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/PROGRESSO-02-1080x693.jpg 1080w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/PROGRESSO-02.jpg 1346w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><p id=\"caption-attachment-13524\" class=\"wp-caption-text\"><em><strong><span style=\"color: #800000;\">Novos conceitos em design <\/span><\/strong><\/em><\/p><\/div>\n<p>No ano seguinte, de forma a promover uma renova\u00e7\u00e3o visual no modelo, a fabricante de Joinville adota, na \u00e1rea traseira do teto, uma eleva\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o, que serviria para a coloca\u00e7\u00e3o do sistema de ar-condicionado ou mesmo, apenas, como apelo est\u00e9tico. Essa reformula\u00e7\u00e3o do acabamento externo recebeu o nome de Air Bus.<\/p>\n<div id=\"attachment_13525\" style=\"width: 662px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-13525\" class=\"wp-image-13525 size-full\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/ANAPOLINA-03.jpg\" alt=\"\" width=\"652\" height=\"416\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/ANAPOLINA-03.jpg 652w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/ANAPOLINA-03-300x191.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 652px) 100vw, 652px\" \/><p id=\"caption-attachment-13525\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #800000;\"><em><strong>Traseira Air Bus<\/strong><\/em><\/span><\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: left;\">Em 1976, a Nielson apresenta o Diplomata BR, desenvolvido para uma de suas principais clientes, a Via\u00e7\u00e3o Garcia. A carro\u00e7aria tinha um projeto inusitado, com tr\u00eas far\u00f3is circulares na vertical e uma c\u00fapula de maior inclina\u00e7\u00e3o no chap\u00e9u dianteiro. Este modelo vestiu o chassi BR 116 da Scania e n\u00e3o teve vida longa na gama comercial da encarro\u00e7adora.<\/p>\n<div id=\"attachment_13526\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-13526\" class=\"wp-image-13526 size-large\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Garcia-1976-00-1024x727.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"727\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Garcia-1976-00-1024x727.jpg 1024w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Garcia-1976-00-300x213.jpg 300w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Garcia-1976-00-768x546.jpg 768w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Garcia-1976-00-1536x1091.jpg 1536w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Garcia-1976-00-2048x1455.jpg 2048w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Garcia-1976-00-400x284.jpg 400w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Garcia-1976-00-1080x767.jpg 1080w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><p id=\"caption-attachment-13526\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #800000;\"><em><strong>Uma vers\u00e3o exclusiva para a Via\u00e7\u00e3o Garcia<\/strong><\/em><\/span><\/p><\/div>\n<p>A partir de 1977, novas modifica\u00e7\u00f5es est\u00e9ticas s\u00e3o adotadas pela engenharia da marca. Assim, a \u00e1rea frontal volta a ter um estilo reto, com maior se\u00e7\u00e3o do para-brisa, caixa do itiner\u00e1rio no interior (com a op\u00e7\u00e3o de ser externa), possibilidade de far\u00f3is instalados no para-choques e o formato de degraus no chap\u00e9u dianteiro e na traseira do teto. Junto a isso, pouco tempo depois dessas altera\u00e7\u00f5es, as carro\u00e7arias rodovi\u00e1rias ficaram maiores, por meio do Decreto Federal n\u00b0 82.925, que permitiu modelos com at\u00e9 13,20 metros de comprimento. E, um dos primeiros exemplos nesse porte, foi uma vers\u00e3o do Diplomata para a Auto Via\u00e7\u00e3o Catarinense.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do mercado brasileiro, operadores de pa\u00edses vizinhos foram grandes clientes a adquirirem o modelo, em v\u00e1rias vers\u00f5es, confirmando a qualidade e a durabilidade da carro\u00e7aria.<\/p>\n<p>Durante a d\u00e9cada de 1980, a Nielson refor\u00e7ou o conceito da carro\u00e7aria, ressaltando novos aspectos construtivos, de seguran\u00e7a e conforto, sem perder o caracter\u00edstico s\u00edmbolo, que era o <em>design<\/em> reto e suas linhas est\u00e9ticas harm\u00f4nicas. Nos primeiros momentos do uso do terceiro eixo em \u00f4nibus rodovi\u00e1rios, a empresa n\u00e3o ficou para tr\u00e1s, desenvolvendo o Diplomata na vers\u00e3o 6&#215;2 para importantes clientes que o utilizavam em linhas de longas dist\u00e2ncias. Outro exemplo de pioneirismo da marca foi o lan\u00e7amento do Diplomata 380, carro\u00e7aria <em>High Deck<\/em> (piso alto, com 3,80 metros de altura externa), com amplos bagageiros e vis\u00e3o privilegiada ao passageiro, idealizada para linhas regulares ou o transporte tur\u00edstico.<\/p>\n<div id=\"attachment_13527\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-13527\" class=\"wp-image-13527 size-large\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/DIPLOMATA.380.1984.39-1024x628.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"628\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/DIPLOMATA.380.1984.39-1024x628.jpg 1024w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/DIPLOMATA.380.1984.39-300x184.jpg 300w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/DIPLOMATA.380.1984.39-768x471.jpg 768w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/DIPLOMATA.380.1984.39-1536x942.jpg 1536w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/DIPLOMATA.380.1984.39-1080x662.jpg 1080w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/DIPLOMATA.380.1984.39.jpg 1768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><p id=\"caption-attachment-13527\" class=\"wp-caption-text\"><em><strong><span style=\"color: #800000;\">Uma das primeiras carro\u00e7arias com piso alto do Brasil<\/span><\/strong><\/em><\/p><\/div>\n<p>O constate aprimoramento do modelo foi a maneira da fabricante em promover melhorias em todo o seu conjunto. Em 1983, por exemplo, houve o redimensionamento da largura externa, ficando a carro\u00e7aria com 2,60 metros. Tempos depois, foi a vez da ado\u00e7\u00e3o de tipos diferenciados em sua concep\u00e7\u00e3o, com a introdu\u00e7\u00e3o das S\u00e9ries 310, 330, 350 e 380, em refer\u00eancia \u00e0s alturas externas. Em suas configura\u00e7\u00f5es externas, os degraus foram substitu\u00eddos por rampas no chap\u00e9u dianteiro e no teto da traseira.<\/p>\n<p>Pelo lado da concorrente ga\u00facha, a Marcopolo, ela apresentou entre 1983 e 1984 uma nova gera\u00e7\u00e3o de carro\u00e7arias, denominada G 4, trazendo modelos para todos os nichos de opera\u00e7\u00e3o, mantendo-se na cola da empresa catarinense numa competi\u00e7\u00e3o acirrada, onde o mercado decidia, em muitas vezes, por pequenos detalhes sua escolha por determinada marca de carro\u00e7arias.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-13528 size-large\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/CAMPO-BELO-02-1024x665.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"665\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/CAMPO-BELO-02-1024x665.jpg 1024w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/CAMPO-BELO-02-300x195.jpg 300w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/CAMPO-BELO-02-768x499.jpg 768w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/CAMPO-BELO-02-1080x701.jpg 1080w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/CAMPO-BELO-02.jpg 1331w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p>No apagar das luzes de 1980, uma nova surpresa sacode o segmento dos \u00f4nibus rodovi\u00e1rios. Em 1989, sai de cena a linha do Diplomata e entra no jogo a nova gama Busscar, com uma verdadeira revirada est\u00e9tica proporcionada pela Nielson ao destacar a designa\u00e7\u00e3o, o logotipo reformulado, o desenho diferenciado e outros elementos incorporados em modelos com apelo visual marcante e arrojado.<\/p>\n<div id=\"attachment_13529\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-13529\" class=\"wp-image-13529 size-large\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/POJUCATUR-01-1024x639.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"639\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/POJUCATUR-01-1024x639.jpg 1024w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/POJUCATUR-01-300x187.jpg 300w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/POJUCATUR-01-768x479.jpg 768w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/POJUCATUR-01-1536x958.jpg 1536w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/POJUCATUR-01-400x250.jpg 400w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/POJUCATUR-01-1080x674.jpg 1080w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/POJUCATUR-01.jpg 1622w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><p id=\"caption-attachment-13529\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #800000;\"><em><strong>Diplomata &#8211; uma hist\u00f3ria consagrada no transporte brasileiro<\/strong><\/em><\/span><\/p><\/div>\n<p>Quanto ao Diplomata, em quase 30 anos de hist\u00f3ria, a carro\u00e7aria se fez um sucesso de mercado, de norte a sul, por sua notoriedade e pelo esfor\u00e7o de uma fabricante em promover ao transporte brasileiro produtos com elevada robustez, qualidade de acabamento e durabilidade.<\/p>\n<p>Imagens &#8211; Acervo revista AutoBus e Mem\u00f3ria Marcopolo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem acompanha a hist\u00f3ria da evolu\u00e7\u00e3o dos \u00f4nibus rodovi\u00e1rios brasileiros sabe muito bem do que se trata a analogia ao t\u00edtulo deste editorial resgate<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":13516,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[597,80],"tags":[859,160],"class_list":["post-13467","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-conteudo-historico","category-transporte-rodoviario","tag-historia-do-onibus","tag-nielson","et-has-post-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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