{"id":1421,"date":"2019-02-28T10:52:00","date_gmt":"2019-02-28T13:52:00","guid":{"rendered":"https:\/\/vila8.com.br\/clientes\/autobus\/?p=1421"},"modified":"2021-06-23T11:14:28","modified_gmt":"2021-06-23T14:14:28","slug":"segmento-desafiador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=1421","title":{"rendered":"Segmento desafiador"},"content":{"rendered":"\n<p>Em uma roda de conversa promovida pela montadora Scania Brasil, dois importantes representantes da opera\u00e7\u00e3o brasileira de \u00f4nibus foram convidados para contarem um pouco de seus cotidianos e seus principais desafios. Maur\u00edcio Gulin, presidente da Via\u00e7\u00e3o Cidade Sorriso (operadora curitibana) e do Sindicato das Empresas de \u00d4nibus e Regi\u00e3o Metropolitana (Setransp), de Curitiba, e Fernando Guimar\u00e3es, diretor executivo do Grupo JCA, do Rio de Janeiro, com foco no transporte rodovi\u00e1rio de passageiros, relataram suas rela\u00e7\u00f5es com a montadora no sentido de ter ve\u00edculos, tecnologias e servi\u00e7os objetivando uma opera\u00e7\u00e3o eficiente e rent\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Gulin contou que a aproxima\u00e7\u00e3o da transportadora e a montadora teve seu \u00e1pice em 2014, quando do desenvolvimento e apresenta\u00e7\u00e3o do primeiro chassi biarticulado projetado pela marca para o mercado brasileiro. \u201cJ\u00e1 conhec\u00edamos outros produtos da Scania e naquele momento tivemos a oportunidade de focarmos em outra op\u00e7\u00e3o nessa vers\u00e3o de chassi para abrir o mercado local\u201d, disse o empres\u00e1rio. Ainda, segundo ele, a engenharia da Scania ouviu atentamente as necessidades dos operadores quanto a um novo ve\u00edculo de grande porte, visando a opera\u00e7\u00e3o nas conhecidas canaletas curitibanas. \u201cO prot\u00f3tipo do biarticulado da Scania foi avaliado e testado por n\u00f3s, tendo sido homologado para o sistema local no final de 2018. Isso para n\u00f3s foi um grande avan\u00e7o, tanto \u00e9 que adquirimos as primeiras seis unidades, al\u00e9m do prot\u00f3tipo, que estar\u00e3o em opera\u00e7\u00e3o ainda no primeiro semestre de 2019\u201d, observou Gulin.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.revistaautobus.com.br\/uploads\/images\/2019\/02\/270-1551372946.jpg\" alt=\"Segmento desafiador\" title=\"Segmento desafiador\"\/><\/figure>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-preformatted\"><em><strong>Maur\u00edcio Gulin<\/strong><\/em><\/pre>\n\n\n\n<p>Dentre os problemas enfrentados pelos sistemas de transporte coletivo, a quest\u00e3o das tarifas tem sido uma verdadeira dor de cabe\u00e7a para o operador. \u201cA discuss\u00e3o sobre os aumentos das tarifas envolve os contratos estabelecidos entre os poderes p\u00fablicos e os operadores e em muitos casos vai parar na justi\u00e7a, que determina, por meio de liminares, sua suspens\u00e3o. Com isso, acarreta um desequil\u00edbrio financeiro e consequentemente n\u00e3o h\u00e1 renova\u00e7\u00e3o da frota\u201d, destacou Gulin.<\/p>\n\n\n\n<p>A gest\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m foi comentada pelo presidente da Via\u00e7\u00e3o Cidade Sorriso. Segundo ele, h\u00e1 cinco anos a prefeitura curitibana n\u00e3o investe em&nbsp;infraestrutura,&nbsp;prejudicando as opera\u00e7\u00f5es do transporte coletivo. \u201cFala-se muito em tarifa da passagem e concess\u00e3o, mas o essencial \u00e9 discutir a gest\u00e3o da cidade. O modelo de transporte urbano de Curitiba foi copiado por Bogot\u00e1, na Col\u00f4mbia, mas se a cidade n\u00e3o tem atualmente ruas em boas condi\u00e7\u00f5es para o tr\u00e1fego de \u00f4nibus, n\u00e3o adianta cobrar o operador. Reformar as canaletas para aumentar a fluidez do tr\u00e2nsito, instalar faixas exclusivas dos&nbsp;\u00f4nibus e reformular as esta\u00e7\u00f5es tubo (do sistema BRT) devem ser prioridades em Curitiba\u201d, explicou o executivo.<\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>Opera\u00e7\u00e3o estradeira<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>No tocante ao transporte rodovi\u00e1rio, Fernando Guimar\u00e3es disse que a hist\u00f3ria entre a Scania e o Grupo JCA \u00e9 bem antiga e de sucesso. A frota do grupo \u00e9 de 2.200 \u00f4nibus, sendo 1.700 rodovi\u00e1rios. Somente em 2018 foram adquiridos 200 chassis, 100% Scania. \u201cUm ter\u00e7o de nossa frota \u00e9 Scania, o que mostra uma rela\u00e7\u00e3o bem saud\u00e1vel entre n\u00f3s. Temos loja Scania de pe\u00e7as em nossa estrutura para agilizar a opera\u00e7\u00e3o, fazendo com que haja menor custo na manuten\u00e7\u00e3o e reduza os&nbsp;intervalos de paradas para os reparos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Valorizar o quadro dos motoristas tamb\u00e9m \u00e9 essencial na filosofia administrativa do Grupo JCA, oferecendo para isso melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho. \u201cCom o mercado&nbsp;cada vez mais competitivo, devemos&nbsp;levar em conta detalhes como o&nbsp;tempo de descanso do motorista, a remunera\u00e7\u00e3o vari\u00e1vel e alojamentos confort\u00e1veis. Tudo para que eles tenham motiva\u00e7\u00e3o e desenvolvam&nbsp;suas carreiras dentro da empresa. Se n\u00e3o valorizarmos agora, n\u00e3o haver\u00e1 motoristas no futuro\u201d, afirmou Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.revistaautobus.com.br\/uploads\/images\/2019\/02\/270-1551373009.jpg\" alt=\"Segmento desafiador\" title=\"Segmento desafiador\"\/><\/figure>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-preformatted\"><em><strong>Fernando Guimar\u00e3es<\/strong><\/em><\/pre>\n\n\n\n<p>A pauta tecnologia tamb\u00e9m foi ressaltada pelo diretor como forma de promover uma opera\u00e7\u00e3o mais otimizada, com rentabilidade e efici\u00eancia. \u201cA tecnologia promove melhor qualidade de vida para os condutores. Veja a caixa automatizada&nbsp;Scania Opticruise, por exemplo, que permite uma condu\u00e7\u00e3o mais facilitada. Os \u00f4nibus t\u00eam mais pot\u00eancia, menor consumo de combust\u00edvel, a velocidade m\u00e9dia aumentou e h\u00e1 mais controle da velocidade de cruzeiro, tudo&nbsp;gra\u00e7as ao avan\u00e7o da tecnologia\u201d, observou o executivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Para 2019, o Grupo JCA pretende novamente investir na renova\u00e7\u00e3o de sua frota, com a aquisi\u00e7\u00e3o de 250 novos \u00f4nibus, que por sinal tamb\u00e9m ser\u00e3o da marca Scania. Perguntado sobre quais s\u00e3o os crit\u00e9rios levados em considera\u00e7\u00e3o no momento de escolha de uma marca de ve\u00edculos, Guimar\u00e3es disse que o custo total de opera\u00e7\u00e3o \u00e9 o principal mecanismo de avalia\u00e7\u00e3o dos modelos para quanto a renova\u00e7\u00e3o da frota. \u201cS\u00e3o v\u00e1rios os dados que cruzamos, como o melhor custo por quil\u00f4metro em oito anos de opera\u00e7\u00e3o, a disponibilidade dos ve\u00edculos, o tempo de manuten\u00e7\u00e3o, disponibilidade por treinar nossa m\u00e3o de obra, principalmente os profissionais da \u00e1rea de manuten\u00e7\u00e3o, assist\u00eancia t\u00e9cnica e valor de revenda. Por meio dessa metodologia chegamos \u00e0 decis\u00e3o por uma determinada marca\u201d, explicou.<\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>O mercado no ano passado<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A Scania comercializou 702 chassis rodovi\u00e1rios em 2018, aspecto que manteve a marca na vice-lideran\u00e7a desse setor pelo segundo ano consecutivo, em um mercado que emplacou 3.320 unidades (em 2017 foram 1.990). \u201cO discurso positivo do novo governo sobre a pol\u00edtica econ\u00f4mica brasileira j\u00e1 \u00e9 suficiente para animar o mercado\u201d, disse Silvio Munhoz, diretor comercial da Scania no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.revistaautobus.com.br\/uploads\/images\/2019\/02\/270-1551373134.jpg\" alt=\"Segmento desafiador\" title=\"Segmento desafiador\"\/><\/figure>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-preformatted\"><em><strong>Silvio Munhoz<\/strong><\/em><\/pre>\n\n\n\n<p>Dentre as principais vendas de \u00f4nibus rodovi\u00e1rios realizados pela montadora no ano passado est\u00e3o: 53 unidades do modelo K 400 6&#215;2 para a Gontijo, 25 chassis K 360 6&#215;2 para a Real Maia e outros 25 K 360 4&#215;2 para o Grupo Vida, 24 unidades do K 360 6&#215;2 para a Via\u00e7\u00e3o Progresso, 20 unidades do K 360 4&#215;2 para a Via\u00e7\u00e3o Santa Cruz, 20 unidades do K 360 4&#215;2 de 14 metros para a Via\u00e7\u00e3o Uni\u00e3o Santa Cruz, 20 unidades do modelo K 360 4&#215;2 para a Breda Transportes e 20 K 360 6&#215;2 para a empresa Boa Esperan\u00e7a. \u201cPara 2019, tenho uma expectativa positiva quanto ao setor de fretamento, que d\u00e1 sinais de recupera\u00e7\u00e3o, e no investimento por parte do operador em tecnologias, como os servi\u00e7os conectados para uma melhor gest\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o e dos planos de manuten\u00e7\u00e3o, representando ganhos muito importantes aos servi\u00e7os, como seguran\u00e7a e economia de combust\u00edvel\u201d, ressaltou Munhoz.<\/p>\n\n\n\n<p>Imagens &#8211; Scania<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 um setor na economia brasileira que briga constantemente com o equil\u00edbrio em suas opera\u00e7\u00f5es. 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