{"id":14375,"date":"2025-01-15T14:54:47","date_gmt":"2025-01-15T17:54:47","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=14375"},"modified":"2025-01-16T09:39:11","modified_gmt":"2025-01-16T12:39:11","slug":"a-prioridade-por-viagens-mais-seguras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=14375","title":{"rendered":"A prioridade por viagens mais seguras"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color: #000080;\"><em><strong>Editorial<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<p>Tornou-se comum nos \u00faltimos anos (apesar de ser um atentado \u00e0 civilidade) os inc\u00eandios em \u00f4nibus urbanos no Brasil, sejam eles por alguma manifesta\u00e7\u00e3o seguida de viol\u00eancia ou por a\u00e7\u00f5es da bandidagem, que desafiam o poder p\u00fablico, at\u00f4nico \u00e0 situa\u00e7\u00e3o. Entretanto, h\u00e1 algum tempo, estamos vendo ve\u00edculos rodovi\u00e1rios pegando fogo, muitos deles novos, de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o, causando preju\u00edzos ao operador e inseguran\u00e7a aos passageiros.<\/p>\n<p>As cenas dos ve\u00edculos em chamas pelas estradas n\u00e3o eram comuns, com extraordin\u00e1rios casos envolvendo modelos mais antigos, sem a devida manuten\u00e7\u00e3o e que sofriam algumas avaria mec\u00e2nica capaz de impulsionar o fogo. Por\u00e9m, hoje, esse tipo de situa\u00e7\u00e3o tem provocado alguns questionamentos quanto a seguran\u00e7a e a origem dos inc\u00eandios, em \u00f4nibus que custam, muitas vezes, na casa dos R$ 2 milh\u00f5es. Afinal, s\u00e3o ve\u00edculos novos e n\u00e3o deveriam sofrer esse tipo de dano.<\/p>\n<p>O sistema nacional de transporte rodovi\u00e1rio \u00e9 conhecido por oferecer uma opera\u00e7\u00e3o diferenciada, com diversos tipos de servi\u00e7os que atendem diversos aspectos, desde o bolso dos passageiros, at\u00e9 o mais alto n\u00edvel de conforto. A malha operacional atinge um extenso n\u00famero de rotas e liga\u00e7\u00f5es e os operadores est\u00e3o sempre investindo em tecnologia, qualidade e seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>Mesmo observando os mais modernos preceitos que buscam promover uma opera\u00e7\u00e3o otimizada e eficiente, o sistema n\u00e3o est\u00e1 livre as ocorr\u00eancias negativas relacionadas com os servi\u00e7os, sendo os inc\u00eandios um exemplo disso. Mas, se a opera\u00e7\u00e3o conta com os mais modernos \u00f4nibus, porque as chamas est\u00e3o consumindo alguns deles pelas estradas?<\/p>\n<p>Oficialmente, essa \u00e9 uma resposta dif\u00edcil de se obter. Por\u00e9m, em conversas com fontes (sem revelar os seus dignos nomes) nos d\u00e1 um panorama, superficial, que seja, respectivo aos acontecimentos. Este editorial n\u00e3o tem o interesse e nem a capacidade de proporcionar um veredito final sobre o que realmente aconteceu, mas, sim, suscitar um debate que possa encontrar solu\u00e7\u00f5es para que as imagens dos \u00f4nibus pegando fogo n\u00e3o mais sejam comuns.<\/p>\n<p>Rodrigo Kleinubing, Perito Criminal\u00edstico Engenheiro, ressaltou que h\u00e1 uma grande preocupa\u00e7\u00e3o em adotar nos \u00f4nibus os sistemas de seguran\u00e7a visando reduzir os acidentes em rodovias, enquanto que outros aspectos n\u00e3o s\u00e3o observados no tocante \u00e0 propaga\u00e7\u00e3o do fogo originado por alguma causa extraordin\u00e1ria.<\/p>\n<p>Dessa maneira, os ve\u00edculos poderiam incorporar, em suas estruturas, tecnologias para promoverem o combate aos inc\u00eandios originados por algum problema relacionado na opera\u00e7\u00e3o. Sistemas de extin\u00e7\u00e3o das chamas no compartimento do motor e de detector de fuma\u00e7a nos WC`s s\u00e3o exemplos que podem contribuir com a redu\u00e7\u00e3o do fogo. Outrossim, no processo de interface entre chassi e carro\u00e7aria qualquer descuido entre a integra\u00e7\u00e3o dos componentes necess\u00e1rios ao funcionamento do \u00f4nibus pode provocar danos posteriores, como um chicote el\u00e9trico mal colocado, solto ou utilizado de forma incorreta ser\u00e1 capaz de gerar curto-circuito.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, como est\u00e1 o est\u00e1gio de evolu\u00e7\u00e3o dos materiais utilizados na configura\u00e7\u00e3o das carro\u00e7arias visando a menor propaga\u00e7\u00e3o do fogo? \u00c9 poss\u00edvel entender que a ind\u00fastria nacional tem se preocupado em inovar ao usar na constru\u00e7\u00e3o das carro\u00e7arias componentes (tecidos, espumas, fibras) que retardem a propaga\u00e7\u00e3o do fogo?<\/p>\n<p>E os operadores, est\u00e3o atentos com as especifica\u00e7\u00f5es quanto a manuten\u00e7\u00e3o de seus \u00f4nibus, usando pe\u00e7as originais e adequadas com a originalidade dos ve\u00edculos? Ainda, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 opera\u00e7\u00e3o, orienta seus profissionais do volante a conduzirem os \u00f4nibus de modo seguro e eficiente, fazendo bom uso da tecnologia (sistemas de freios, por exemplo)?<\/p>\n<p>A preven\u00e7\u00e3o de riscos de inc\u00eandio em \u00f4nibus pode ser percebida a partir da implanta\u00e7\u00e3o de melhorias nos ve\u00edculos. De certo, os custos tendem a ser maiores, impactando, diretamente, no pre\u00e7o final desses ve\u00edculos. Para Kleinubing, instala\u00e7\u00f5es el\u00e9tricas com adequado dimensionamento dos condutores e providas de sistemas de prote\u00e7\u00e3o por fus\u00edveis e disjuntores; tubula\u00e7\u00f5es de combust\u00edvel e suas fixa\u00e7\u00f5es, evitando a passagem sobre poss\u00edveis fontes de igni\u00e7\u00e3o (motor, escapamento, etc.); tanque de combust\u00edvel isolado do habit\u00e1culo, com resist\u00eancia a determinada press\u00e3o hidr\u00e1ulica; materiais construtivos do habit\u00e1culo e do compartimento do motor com baixa inflamabilidade; instala\u00e7\u00e3o de dispositivo central de acionamento de emerg\u00eancia para corte de alimenta\u00e7\u00e3o de combust\u00edvel na sa\u00edda do tanque, desconex\u00e3o dos sistemas el\u00e9tricos e parada do funcionamento do motor; obrigatoriedade da utiliza\u00e7\u00e3o de extintores em ve\u00edculos de grande porte; e realiza\u00e7\u00e3o de ensaios para a utiliza\u00e7\u00e3o de sistemas de extin\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica podem ser op\u00e7\u00f5es consideradas como alternativas para a redu\u00e7\u00e3o das ocorr\u00eancias. Com certeza, a seguran\u00e7a aos passageiros e motoristas se elevar\u00e1 \u00e0 um n\u00edvel satisfat\u00f3rio, o que representar\u00e1 um avan\u00e7o no setor dos transportes.<\/p>\n<p>Segundo Eduardo Belopede, coordenador da Comiss\u00e3o de Fabrica\u00e7\u00e3o de Ve\u00edculos da ABNT (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Normas T\u00e9cnicas), respons\u00e1vel por determinar as normas de constru\u00e7\u00e3o dos \u00f4nibus com caracter\u00edsticas rodovi\u00e1rias, uma nova norma t\u00e9cnica brasileira (in\u00e9dita) ser\u00e1 elaborada a partir deste ano, estabelecendo as especifica\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas b\u00e1sicas a serem seguidas na fabrica\u00e7\u00e3o dos modelos com abrang\u00eancia \u00e0s aplica\u00e7\u00f5es nos segmentos rodovi\u00e1rio, seletivo, turismo e fretamento.<\/p>\n<p>Em linhas gerais, alguns dos atributos voltados para o uso de materiais com menor velocidade de propaga\u00e7\u00e3o de chama, o isolamento termo\/ac\u00fastico no compartimento do sistema de propuls\u00e3o, independentemente de sua localiza\u00e7\u00e3o; o uso de um sensor de temperatura contra inc\u00eandio, com a finalidade de alertar o condutor sobre princ\u00edpio de inc\u00eandio, dentre outros componentes ser\u00e3o debatidos para alcan\u00e7ar a especifica\u00e7\u00e3o final que resultar\u00e1 em ve\u00edculos mais seguros.<\/p>\n<p>Quanto ao extintor de inc\u00eandio, sua avalia\u00e7\u00e3o deve fazer parte da an\u00e1lise peri\u00f3dica da manuten\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo, n\u00e3o sendo admitida, em hip\u00f3tese alguma, que seja liberado \u00e0 opera\u00e7\u00e3o um ve\u00edculo equipado com um extintor com a data de validade da carga expirada ou no pior das hip\u00f3teses, equipamentos sem carga adequada, comprometendo sua capacidade extintora, algo muito comum e presente no transporte irregular e clandestino.<\/p>\n<p>E, conforme refor\u00e7ou Belopede, \u00e9 importante destacar que, al\u00e9m de todos os esfor\u00e7os para estabelecer requisitos de seguran\u00e7a no processo de fabrica\u00e7\u00e3o, ao longo da vida dos ve\u00edculos as empresas operadoras e os poderes concedentes de transporte, tamb\u00e9m, t\u00eam sua parcela de comprometimento com a seguran\u00e7a dos passageiros.<\/p>\n<p>Que a nova normatiza\u00e7\u00e3o traga boas decis\u00f5es no sentido de promover o melhor transporte.<\/p>\n<p>Este editorial, tamb\u00e9m, ouviu a ind\u00fastria fabricante de carro\u00e7arias. Por interm\u00e9dio de Ricardo Portolan, diretor de opera\u00e7\u00f5es comerciais mercado interno e marketing da Marcopolo, que atendeu com toda aten\u00e7\u00e3o sobre essa quest\u00e3o, a marca ga\u00facha v\u00ea com aten\u00e7\u00e3o pela import\u00e2ncia que tem na seguran\u00e7a dos usu\u00e1rios do transporte rodovi\u00e1rio, sendo que a equipe de colaboradores da companhia est\u00e1 acompanhando em campo e utilizando as informa\u00e7\u00f5es para aprimorar ainda mais os padr\u00f5es de preven\u00e7\u00e3o para minimizar quaisquer riscos nos \u00f4nibus das marcas.<\/p>\n<p>Ainda, segundo o executivo, todos os novos chassis s\u00e3o estudados junto com as montadoras fabricantes para o desenvolvimento de todos os sistemas e itens que comp\u00f5em a nova carro\u00e7aria e cada chassi tem uma montagem espec\u00edfica e um projeto de carro\u00e7aria distinto, o que garante a m\u00e1xima seguran\u00e7a e o seu perfeito funcionamento.<\/p>\n<p>Outrossim, a utiliza\u00e7\u00e3o de componentes n\u00e3o originais ou n\u00e3o especificados pelos fabricantes pode gerar ou acarretar uma s\u00e9rie de problemas, inclusive inc\u00eandios, informou Portolan. E, n\u00e3o s\u00e3o feitas altera\u00e7\u00f5es nos equipamentos originais que n\u00e3o atendam \u00e0s recomenda\u00e7\u00f5es e orienta\u00e7\u00f5es dos fabricantes. Segundo ele, a Marcopolo utiliza os equipamentos mais avan\u00e7ados e sofisticados para garantir a m\u00e1xima seguran\u00e7a dos seus ve\u00edculos e os acabamentos utilizados atendem integralmente \u00e0s normas vigentes. O executivo, tamb\u00e9m, destacou que, com a cont\u00ednua evolu\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria brasileira do \u00f4nibus, novos materiais est\u00e3o sendo desenvolvidos e poder\u00e3o, ap\u00f3s testados e aprovados, equipar os ve\u00edculos, tornando-os cada vez mais seguros, confort\u00e1veis e eficientes.<\/p>\n<p>Quanto aos sinistros acontecidos, ultimamente, Portolan disse que cada ocorr\u00eancia j\u00e1 registrada \u00e9 sempre analisada para que os poss\u00edveis motivos sejam avaliados e analisados para que n\u00e3o se repitam. Em seu entendimento, o inc\u00eandio em \u00f4nibus \u00e9 um fato extremamente perigoso e que pode gerar preju\u00edzos incalcul\u00e1veis e at\u00e9 v\u00edtimas e, por isso, as empresas envolvidas, como a Marcopolo, est\u00e3o sempre atentas e trabalhando para desenvolver ve\u00edculos cada vez mais seguros e sistemas de preven\u00e7\u00e3o a quaisquer incidentes, cada vez mais avan\u00e7ados e que garantam a seguran\u00e7a e bem-estar dos passageiros.<\/p>\n<p><span style=\"color: #ff9900;\"><em>Refer\u00eancias &#8211; Rodrigo Kleinubing, Perito Engenheiro especialista em Sinistros de Tr\u00e2nsito, em Inc\u00eandios Veiculares e em Fraudes contra Seguradoras. Coautor do livro DIN\u00c2MICA DOS ACIDENTES DE TR\u00c2NSITO, Ed. Millennium, 5a Edi\u00e7\u00e3o (2023), Autor do cap\u00edtulo DIAGNOSE DE INC\u00caNDIO EM VE\u00cdCULOS do livro INC\u00caNDIOS E EXPLOS\u00d5ES &#8211; Uma Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 Engenharia Forense, Ed. Millennium, 2a Edi\u00e7\u00e3o (2019)<\/em><\/span><\/p>\n<p>Imagem &#8211; Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Epis\u00f3dios com inc\u00eandios em \u00f4nibus rodovi\u00e1rios t\u00eam acontecido ultimamente pelas estradas brasileiras. 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