{"id":14664,"date":"2025-02-26T15:42:57","date_gmt":"2025-02-26T18:42:57","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=14664"},"modified":"2025-02-26T15:48:40","modified_gmt":"2025-02-26T18:48:40","slug":"um-torpedo-sobre-rodas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=14664","title":{"rendered":"Um torpedo sobre rodas"},"content":{"rendered":"<p>J\u00falio C\u00e9sar Diniz \u00e9 um conhecido operador de \u00f4nibus na \u00e1rea de fretamento. Sua empresa, a Rouxinol, \u00e9 refer\u00eancia no mercado mineiro, atendendo a importantes empresas de diversos setores na cidade de Belo Horizonte e em sua regi\u00e3o metropolitana. Al\u00e9m dos neg\u00f3cios voltados para o setor de mobilidade, Diniz tem uma outra paix\u00e3o &#8211; a sua cole\u00e7\u00e3o de \u00f4nibus antigos, incluindo, ainda, o gosto pela preserva\u00e7\u00e3o de autom\u00f3veis.<\/p>\n<p>Nesse contexto, ele evoca algo importante, que \u00e9 ressaltar a hist\u00f3ria, al\u00e9m daquela que est\u00e1 no papel, para a nossa realidade, trazendo para junto das pessoas a oportunidade de conhecer o passado sob a forma do contato e sentimento do segmento sobre rodas que h\u00e1 muito est\u00e1 presente na estrutura urbana e nas viagens intermunicipais.<\/p>\n<p>Diniz, podemos assim dizer, \u00e9 um colecionador de obras que andam, com o intuito de valorizar a preserva\u00e7\u00e3o do transporte. Em \u00f4nibus, sua cole\u00e7\u00e3o \u00e9 composta por quatro unidades antigas, sendo tr\u00eas que est\u00e3o presentes h\u00e1 mais tempo em seu \u201cmuseu particular\u201d e um novo xod\u00f3, mais \u201cvelho\u201d, diga-se de passagem, que chega para mostrar o seu lado cultural e revelar como foi a introdu\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria automotiva brasileira.<\/p>\n<div id=\"attachment_14666\" style=\"width: 734px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-14666\" class=\"wp-image-14666 size-large\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Torpedinho-724x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"724\" height=\"1024\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Torpedinho-724x1024.jpg 724w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Torpedinho-212x300.jpg 212w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Torpedinho-768x1087.jpg 768w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Torpedinho-1086x1536.jpg 1086w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Torpedinho-1080x1528.jpg 1080w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Torpedinho.jpg 1167w\" sizes=\"(max-width: 724px) 100vw, 724px\" \/><p id=\"caption-attachment-14666\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #000080;\"><em><strong>Imagens exclusivas do processo de reconstru\u00e7\u00e3o do modelo<\/strong><\/em><\/span><\/p><\/div>\n<p>Vamos aos fatos. Esse \u201cnovo antigo modelo\u201d \u00e9 o L-321, chassis da marca Mercedes-Benz (uma das pioneiras em formar o parque da ind\u00fastria automobil\u00edstica brasileira), com carro\u00e7aria da extinta fabricante carioca, Metropolitana. Para muita gente, ele \u00e9 o L-312, por\u00e9m, por alguns detalhes que s\u00f3 s\u00e3o revelados com a ajuda de conhecedores do assunto, a designa\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo \u00e9 diferente do usual.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria desse ve\u00edculo \u00e9 curiosa e est\u00e1 voltada para o segmento do caminh\u00e3o, pois a base dele era para o transporte de carga, mas que, na necessidade do of\u00edcio de locomover pessoas, tamb\u00e9m se transformava em \u00f4nibus. Entre 1958 e 1959, a Mercedes-Benz estava na transi\u00e7\u00e3o de seu portf\u00f3lio de produtos oferecidos ao mercado \u2013 do modelo L-312, equipado com o motor OM-312 de 90 cv de pot\u00eancia para um novo tipo, com cabine avan\u00e7ada, do tipo cara-chata, denominado LP-321, que trazia, o ent\u00e3o, mais recente motor da marca, OM-321 com 120 cv.<\/p>\n<div id=\"attachment_14667\" style=\"width: 752px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-14667\" class=\"wp-image-14667 size-large\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Torpedinho-2-742x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"742\" height=\"1024\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Torpedinho-2-742x1024.jpg 742w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Torpedinho-2-217x300.jpg 217w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Torpedinho-2-768x1060.jpg 768w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Torpedinho-2-1113x1536.jpg 1113w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Torpedinho-2-1080x1490.jpg 1080w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Torpedinho-2.jpg 1167w\" sizes=\"(max-width: 742px) 100vw, 742px\" \/><p id=\"caption-attachment-14667\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #000080;\"><em><strong>O trabalho envolvido na preserva\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo foi minucioso <\/strong><\/em><\/span><\/p><\/div>\n<p>De in\u00edcio, o L-312 mostrou a grande capacidade fabril da Mercedes-Benz em atender o mercado do transporte sobre pneus em nosso Pa\u00eds. Ele foi o primeiro caminh\u00e3o produzido aqui pela marca alem\u00e3, em sua f\u00e1brica inaugurada em 1956, na cidade de S\u00e3o Bernardo do Campo, SP. Vers\u00e1til, o ve\u00edculo caiu no gosto do transportador de cargas e de passageiros. Como \u00f4nibus, somente sob a forma de chassi, o modelo recebeu o apelido \u201ctorpedinho\u201d, pois sua configura\u00e7\u00e3o tinha, apenas, o cap\u00f4 do motor e o colete do radiador com o aspecto que o deixava com cara de um torpedo.<\/p>\n<p>Cabe aqui uma men\u00e7\u00e3o sobre o seu motor OM-312. Ele foi fundido para a fabricante da estrela de tr\u00eas pontas pela SOFUNGE (Sociedade T\u00e9cnica de Fundi\u00e7\u00f5es Gerais), empresa estatal inaugurada pelo Governo Federal na cidade de S\u00e3o Paulo, em novembro de 1955, para contribuir com a implanta\u00e7\u00e3o do setor industrial automotivo brasileiro. De in\u00edcio, foram montadas quatro unidades como prot\u00f3tipos para teste em ve\u00edculos com 90% de nacionaliza\u00e7\u00e3o, sendo tr\u00eas chassis de \u00f4nibus e um como caminh\u00e3o.<\/p>\n<div id=\"attachment_14668\" style=\"width: 1010px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-14668\" class=\"wp-image-14668 size-full\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG-20250216-WA0048.jpg\" alt=\"\" width=\"1000\" height=\"721\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG-20250216-WA0048.jpg 1000w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG-20250216-WA0048-300x216.jpg 300w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG-20250216-WA0048-768x554.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><p id=\"caption-attachment-14668\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #000080;\"><em><strong>J\u00falio Diniz n\u00e3o poupou esfor\u00e7os para deixar o seu mais novo &#8220;xod\u00f3&#8221; com a melhor apar\u00eancia<\/strong><\/em><\/span><\/p><\/div>\n<p>A apresenta\u00e7\u00e3o oficial do propulsor aconteceu um m\u00eas depois na, ainda, n\u00e3o inaugurada f\u00e1brica de S\u00e3o Bernardo, com a presen\u00e7a do rec\u00e9m-eleito Presidente da Rep\u00fablica, Juscelino Kubitscheck, que conduziu o 1\u00ba chassi para \u00f4nibus produzido no Brasil, ao lado do presidente da Mercedes-Benz do Brasil, Alfred Jurzykowski.<\/p>\n<p>Com o seu motor OM-312, a fabricante deu um importante passo no ciclo de evolu\u00e7\u00e3o do transporte nacional com a substitui\u00e7\u00e3o dos ve\u00edculos comerciais movidos a gasolina por modelos a diesel, mais resistentes e com bom desempenho operacional.<\/p>\n<p>O modelo L-312 com cap\u00f4 longo serviu de base para os muitos \u00f4nibus e lota\u00e7\u00f5es na d\u00e9cada de 1950. Tamb\u00e9m, apenas como chassi, recebeu carro\u00e7arias de diversos tipos, como o modelo Caio Fita Azul, Ciferal Urbano, Nicola, Cermava, Pilares e Metropolitana.<\/p>\n<p>Voltando ao \u201ctorpedinho\u201d do Diniz, ele tem uma configura\u00e7\u00e3o especial. Com a chegada do novo caminh\u00e3o LP-321, a Mercedes-Benz contava, ainda, com uma sobra de pe\u00e7as da cabina do modelo torpedo, o que, pela raz\u00e3o de esgotar o estoque, foram sendo aproveitadas na montagem sobre os chassis com os motores OM-321 de 120 cv, que por uma quest\u00e3o de norma, tanto da pr\u00f3pria montadora, como por parte das normas de tr\u00e2nsito da \u00e9poca que usava como identifica\u00e7\u00e3o principal dos ve\u00edculos o n\u00famero do motor, e n\u00e3o o do chassi, receberam a nomenclatura L-321 ou OM-321. Por isso que o \u00f4nibus mencionado ressaltado neste artigo \u00e9 uma vers\u00e3o mais potente. Al\u00e9m disso, ele tem pneum\u00e1ticos maiores, 900&#215;20.<\/p>\n<div id=\"attachment_14669\" style=\"width: 1010px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-14669\" class=\"wp-image-14669 size-full\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG-20250216-WA0027.jpg\" alt=\"\" width=\"1000\" height=\"629\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG-20250216-WA0027.jpg 1000w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG-20250216-WA0027-300x189.jpg 300w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG-20250216-WA0027-768x483.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><p id=\"caption-attachment-14669\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #000080;\"><em><strong>Seguindo o costume de nomear seus \u00f4nibus antigos, Diniz homenageou sua sogra, Dona Hilda, com 94 anos<\/strong><\/em><\/span><\/p><\/div>\n<p>Em seu processo de restaura\u00e7\u00e3o, o ve\u00edculo foi desmontado por completo. Os profissionais envolvidos com a funilaria e mec\u00e2nica realizaram um trabalho minucioso no chassi, envolvendo trocas de v\u00e1rias pe\u00e7as, repinturas, retiradas de pontos com ferrugem, a substitui\u00e7\u00e3o de diversos componentes do sistema de freio, da suspens\u00e3o e da transmiss\u00e3o. Quanto a carro\u00e7aria, houve a troca de todo o assoalho e chapas do revestimento, al\u00e9m da coloca\u00e7\u00e3o de novas janelas, do tipo guilhotina, e o trabalho do acabamento ressaltando os in\u00fameros detalhes presentes em sua constru\u00e7\u00e3o. Ainda, na parte externa, foram colocados um bagageiro no teto e uma escada em a\u00e7o inox.<\/p>\n<p><strong><em>Uma r\u00e1pida conversa com J\u00falio Cesar Diniz<\/em><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Revista AutoBus<\/strong><\/span> \u2013 Onde voc\u00ea encontrou esse ve\u00edculo e como foi o interesse em t\u00ea-lo no seu museu?<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>J\u00falio Diniz<\/strong> <\/span>&#8211; Procurei por um modelo igual a ele por mais de 10 anos. Tentei empresas que o tinham em suas cole\u00e7\u00f5es, como a transportadora Capriolli, de Campinas, uma no Rio de Janeiro, mas era com carro\u00e7aria urbana. Encontrei outras, contudo, muito descaracterizadas, usadas em circo. Enfim, descobri esta reformada na cidade de Goi\u00e2nia.<\/p>\n<p>O interesse vem por ser um modelo raro que deu in\u00edcio ao transporte de passageiros em estradas vicinais. Algumas valentes vers\u00f5es do ve\u00edculo cumpriam o seu papel em linhas longas. Veja, por exemplo, que na inaugura\u00e7\u00e3o de Bras\u00edlia, l\u00e1 no come\u00e7o de 1960, seu acesso era feito por estradas de terra, conectando-a com outras grandes cidades e o modelo em quest\u00e3o j\u00e1 estava l\u00e1 transportando as pessoas.<\/p>\n<div id=\"attachment_14670\" style=\"width: 1010px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-14670\" class=\"wp-image-14670 size-full\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG-20250216-WA0024.jpg\" alt=\"\" width=\"1000\" height=\"563\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG-20250216-WA0024.jpg 1000w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG-20250216-WA0024-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG-20250216-WA0024-768x432.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><p id=\"caption-attachment-14670\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #000080;\"><em><strong>O capricho no acabamento \u00e9 um dos diferenciais nesse processo de restaura\u00e7\u00e3o<\/strong><\/em><\/span><\/p><\/div>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>AutoBus<\/strong> <\/span>\u2013 Desde quando voc\u00ea tem esse \u00f4nibus? O que pode dizer a respeito do resultado desse processo minucioso?<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #0000ff;\">J\u00falio<\/span><\/strong> &#8211; Adquiri o ve\u00edculo em meados de 2018. Levamos cinco anos, tempo marcado n\u00e3o pela restaura\u00e7\u00e3o, mas pela reconstru\u00e7\u00e3o de todas as partes do \u00f4nibus, do chassi passando pela mec\u00e2nica, componentes el\u00e9tricos, da carroceira, interior etc. Compramos ela como restaurada, por\u00e9m longe do padr\u00e3o que gostamos. Acredito que atingimos nosso objetivo para ter um \u00f4nibus cl\u00e1ssico antigo, conforme ele saiu da f\u00e1brica.<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>AutoBus<\/strong><\/span> &#8211; Voc\u00ea \u00e9 um diferencial, dentre a classe dos operadores de \u00f4nibus, em preservar a hist\u00f3ria. Com mais esse ve\u00edculo, descreva a sua satisfa\u00e7\u00e3o em fazer parte de um seleto grupo que evoca o conhecimento ao permitir o que o presente saiba como foi o passado?<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>J\u00falio<\/strong><\/span> &#8211; Ao refazer, reconstruir ou restaurar um ve\u00edculo antigo, no fundo, carregamos a \u201cmem\u00f3ria afetiva\u201d, muito interessante em preservar algo que, de alguma maneira, foi importante em parte de nossas vidas. Por diversas vezes observei pessoas emocionadas ao rever alguns modelos de nosso acervo, dizendo que fui muito feliz em um determinado ve\u00edculo, ao ter viajado por diversas vezes em um modelo de \u00f4nibus igual ao que preservamos. Isso n\u00e3o tem pre\u00e7o. \u00c9 de uma satisfa\u00e7\u00e3o indescrit\u00edvel.<\/p>\n<p>Entendo que num pa\u00eds de mem\u00f3ria curta, estou, de alguma maneira, contribuindo para preservar algo importante relacionado a hist\u00f3ria da ind\u00fastria brasileira automotiva.<\/p>\n<p><span style=\"color: #339966;\"><em>Contribuiu com este artigo, Carlos Alexandre de Souza (Carlos Asa, de Taubat\u00e9 \u2013 SP)<\/em><\/span><\/p>\n<p>Imagens cedidas, gentilmente, por J\u00falio Diniz<\/p>\n<div id=\"attachment_14672\" style=\"width: 1010px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-14672\" class=\"wp-image-14672 size-full\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG-20250216-WA0040.jpg\" alt=\"\" width=\"1000\" height=\"666\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG-20250216-WA0040.jpg 1000w, 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