{"id":14917,"date":"2025-03-26T13:56:56","date_gmt":"2025-03-26T16:56:56","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=14917"},"modified":"2025-03-26T14:12:52","modified_gmt":"2025-03-26T17:12:52","slug":"a-transicao-energetica-no-transporte-publico-de-passageiros-e-seus-desafios-regulatorios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=14917","title":{"rendered":"A Transi\u00e7\u00e3o Energ\u00e9tica no Transporte P\u00fablico de Passageiros e seus Desafios Regulat\u00f3rios"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color: #339966;\"><em><strong>Por Bruno Batista, Consultor Especialista em Transportes<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<p>1879 foi um ano marcado por um destaque tecnol\u00f3gico que mudou de forma definitiva o mundo: Thomas Edison inventou a l\u00e2mpada el\u00e9trica. Para o Brasil, essa data tamb\u00e9m \u00e9 especial, pois registrou a chegada da energia el\u00e9trica ao pa\u00eds, impulsionada por Dom Pedro II, que era um conhecido entusiasta de avan\u00e7os cient\u00edficos. O imperador, vislumbrando o potencial transformador da energia el\u00e9trica, concedeu a Edison a permiss\u00e3o para implantar aqui seus dispositivos, o que foi feito em demonstra\u00e7\u00f5es recheadas de espanto no centro do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Inicialmente as experi\u00eancias brasileiras tiveram foco na ilumina\u00e7\u00e3o e no transporte p\u00fablicos. Em rela\u00e7\u00e3o a esse \u00faltimo, Niter\u00f3i-RJ recebeu a primeira linha de bondes el\u00e9tricos a bateria logo em 1883. Como se v\u00ea, o transporte foi pioneiro no uso da eletricidade em nosso pa\u00eds. Da\u00ed em diante t\u00eam in\u00edcio a constru\u00e7\u00e3o de sistemas de gera\u00e7\u00e3o de energia para alimentar uma demanda crescente, principalmente na ind\u00fastria incipiente e nas cidades que se tornavam mais populosas.<\/p>\n<p>No in\u00edcio do s\u00e9culo XX, j\u00e1 no Brasil Rep\u00fablica, este cen\u00e1rio promissor atraiu empresas como a pioneira <em>Tramway, Light and Power Company<\/em> que explorou os servi\u00e7os de transportes (bondes e \u00f4nibus), ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica e produ\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o de eletricidade, em S\u00e3o Paulo e depois no Rio de Janeiro (que era a capital do pa\u00eds).<\/p>\n<p>Com o crescimento do uso de energia el\u00e9trica surgiu a necessidade de se iniciar a regulamenta\u00e7\u00e3o centralizada pelo Estado, o que se deu com uma lei de car\u00e1ter mais gen\u00e9rico em 1903 e um decreto em 1904, que resultaram em pouca efetividade. Na pr\u00e1tica, estados e munic\u00edpios fechavam contratos e regulamentavam as concess\u00f5es conforme suas pr\u00f3prias diretrizes. E, em decorr\u00eancia dessa situa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o foi definido um padr\u00e3o de voltagem para nosso pa\u00eds!<\/p>\n<p>Toda esta hist\u00f3ria foi contada para mostrar que uma indefini\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica energ\u00e9tica de 120 anos atr\u00e1s levou \u00e0 falta de padroniza\u00e7\u00e3o da rede el\u00e9trica brasileira que conhecemos hoje. A estrutura\u00e7\u00e3o se deu, ent\u00e3o, a partir das escolhas de cada empresa contratada que, por sua vez, fazia uso da tecnologia que detinha em seu pa\u00eds de origem. Isso explica o porqu\u00ea de ainda termos dois sistemas de voltagem, um de 110 v e outro de 220 v, a depender da regi\u00e3o.<\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><strong>Os Riscos da Indefini\u00e7\u00e3o<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Grosso modo, as pol\u00edticas p\u00fablicas servem para endere\u00e7ar e solucionar quest\u00f5es coletivas identificadas na sociedade.\u00a0Cabe a elas estimar os recursos dispon\u00edveis, avaliar o custo-benef\u00edcio e definir linhas de a\u00e7\u00e3o e formas de implementa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O caso do sistema el\u00e9trico nacional \u00e9 um exemplo que indica que, n\u00e3o raro, o resultado de uma zona cinzenta em termos de pol\u00edtica p\u00fablica faz com que eventuais ajustes ou corre\u00e7\u00f5es sejam demasiadamente caros ou complexos. Ou mesmo imposs\u00edveis de serem feitos. E que seus efeitos s\u00e3o de longo prazo.<\/p>\n<p>E eis que em nossos dias, em pleno s\u00e9culo XXI, o Brasil se encontra mais uma vez em uma encruzilhada tecnol\u00f3gica. E sua defini\u00e7\u00e3o urge por uma pol\u00edtica regulat\u00f3ria clara. Do contr\u00e1rio, resultados poder\u00e3o gerar custos sociais elevados e riscos de investimento de grandes dimens\u00f5es. Estou falando da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica nos ve\u00edculos do transporte de passageiros sobre pneus.<\/p>\n<div id=\"attachment_14919\" style=\"width: 692px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-14919\" class=\"wp-image-14919 size-large\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/4cb8b236-d7ce-438e-b383-4a85ee7af9ea1-682x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"682\" height=\"1024\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/4cb8b236-d7ce-438e-b383-4a85ee7af9ea1-682x1024.jpg 682w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/4cb8b236-d7ce-438e-b383-4a85ee7af9ea1-200x300.jpg 200w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/4cb8b236-d7ce-438e-b383-4a85ee7af9ea1-768x1153.jpg 768w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/4cb8b236-d7ce-438e-b383-4a85ee7af9ea1-1023x1536.jpg 1023w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/4cb8b236-d7ce-438e-b383-4a85ee7af9ea1.jpg 1066w\" sizes=\"(max-width: 682px) 100vw, 682px\" \/><p id=\"caption-attachment-14919\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #003366;\"><em><strong>Bruno Batista<\/strong><\/em><\/span><\/p><\/div>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><strong>O Card\u00e1pio Tecnol\u00f3gico Atual<\/strong><\/span><\/p>\n<p>N\u00e3o, a transi\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica no transporte de passageiros n\u00e3o \u00e9 novidade, j\u00e1 passamos por isso antes. Por s\u00e9culos o deslocamento humano se deu mediante o uso de tra\u00e7\u00e3o animal e viv\u00edamos bem dessa forma. Mas ent\u00e3o os sistemas mecanizados, primeiro o el\u00e9trico e depois o a combust\u00e3o, mudaram tudo, mostraram seus benef\u00edcios e ganharam escala, resultando na mundial e amplamente difundida tecnologia de \u00f4nibus movidos a diesel, que reinou quase solit\u00e1ria por d\u00e9cadas a fio.<\/p>\n<p>Entretanto, altera\u00e7\u00f5es percept\u00edveis no meio ambiente, restri\u00e7\u00f5es regulat\u00f3rias e novos posicionamentos sociais demandaram mudan\u00e7as mais uma vez, mas agora em uma escala muito maior. Com recursos e pesquisas avan\u00e7ados, tecnologias inovadoras est\u00e3o sendo criadas ou mesmo aperfei\u00e7oadas, resultando nas diversas op\u00e7\u00f5es energ\u00e9ticas que podem ser utilizadas no transporte rodovi\u00e1rio de passageiros. Energia el\u00e9trica, biometano, hidrog\u00eanio e diesel verde, em suas diversas varia\u00e7\u00f5es, s\u00e3o hoje algumas das op\u00e7\u00f5es mais vi\u00e1veis que poder\u00e3o, no futuro, substituir ou reduzir drasticamente o uso de combust\u00edveis f\u00f3sseis.<\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><strong>O E<\/strong><strong>lemento que Ainda Falta<\/strong><\/span><\/p>\n<p>A esta altura voc\u00ea pode estar se perguntando: com tantas op\u00e7\u00f5es, onde est\u00e1 o problema? O problema, ou melhor, os problemas est\u00e3o na incerteza geopol\u00edtica (vide os reflexos da guerra da Ucr\u00e2nia ou da nova pol\u00edtica energ\u00e9tica dos EUA), na ainda baixa escala da produ\u00e7\u00e3o de algumas fontes energ\u00e9ticas, na inexist\u00eancia de cadeias de fornecimento em diversos pa\u00edses e regi\u00f5es, nos altos custos de desenvolvimento tecnol\u00f3gico. Todos eles, contudo, tendem a ser solucionados em mais ou menos tempo a partir da estrutura\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio mercado.<\/p>\n<p>A parte mais dif\u00edcil \u00e9, ent\u00e3o, aprimorar o principal elemento, aquele que incentiva e formata as bases de como essa desejada mudan\u00e7a deve se desenvolver: a pol\u00edtica p\u00fablica. E no caso brasileiro, como mostra a hist\u00f3ria, isso \u00e9 muito relevante. O Pa\u00eds tem 5.570 munic\u00edpios que precisam ter diretrizes claras, congruentes e bem estruturadas em termos de como essa transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica pretende ser feita. N\u00e3o se pode correr o risco de que m\u00faltiplas escolhas isoladas dificultem ou inviabilizem a escala e a racionalidade tecnol\u00f3gica necess\u00e1rias.<\/p>\n<p>Imagine, por exemplo, a complexidade de se substituir os mais de 13 mil \u00f4nibus da cidade de S\u00e3o Paulo. Quaisquer que sejam as tecnologias a eventualmente serem adotadas, elas poder\u00e3o afetar, dentre outros, as caracter\u00edsticas da mobilidade urbana, a oferta de energia el\u00e9trica, a constru\u00e7\u00e3o de novos equipamentos urbanos, o mercado de pe\u00e7as e de ve\u00edculos, a demanda por profissionais do setor de transporte, as contas p\u00fablicas municipais e, em \u00faltima inst\u00e2ncia, o pre\u00e7o das passagens.<\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><strong>O Caminho<\/strong><\/span><\/p>\n<p>H\u00e1 escolhas que s\u00e3o importantes demais para se cometer erros. Mudar os recursos energ\u00e9ticos de um setor t\u00e3o essencial quanto o transporte de passageiros \u00e9 uma delas. Talvez o brilho das l\u00e2mpadas de Edison e as grandes transforma\u00e7\u00f5es posteriores tenham ofuscado o debate mais aprofundado para a constitui\u00e7\u00e3o do setor el\u00e9trico nacional mais de um s\u00e9culo atr\u00e1s. Mas agora \u00e9 chegada a hora de se construir uma pol\u00edtica p\u00fablica bem estruturada, moderna e pautada na racionalidade, voltada \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o dos sistemas de transporte por \u00f4nibus, que movem o Brasil a cada dia.<\/p>\n<p>Nota:\u00a0A lei e o decreto mencionados no artigo s\u00e3o: art. 23 da Lei 1.145, de 31 de dezembro de 1903; e o Decreto 5.704, de 10 de dezembro de 1904.<\/p>\n<p>Imagens &#8211; Revista AutoBus e acervo pessoal<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 escolhas que s\u00e3o importantes demais para se cometer erros. 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