{"id":17532,"date":"2026-01-05T10:48:16","date_gmt":"2026-01-05T13:48:16","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=17532"},"modified":"2026-01-05T11:11:25","modified_gmt":"2026-01-05T14:11:25","slug":"mobilidade-urbana-no-brasil-em-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=17532","title":{"rendered":"Mobilidade Urbana no Brasil em 2026"},"content":{"rendered":"<p>Por <span style=\"color: #008000;\"><em><strong>Francisco Christovam<\/strong><\/em><\/span>, diretor-presidente (CEO) da Associa\u00e7\u00e3o Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), Vice-Presidente da Federa\u00e7\u00e3o das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado de S\u00e3o Paulo (FETPESP)<\/p>\n<p>No congresso da ANTP (ARENA 2025), realizado em outubro do ano passado, especialistas do setor como Ogeny Pedro Maia Neto, presidente do F\u00f3rum Nacional de Secret\u00e1rios e Dirigentes de Mobilidade Urbana, Pedro Henrique de Moraes Marques, Chefe do Departamento de Mobilidade Urbana do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES) e Jurandir Fernandes, Professor da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e Vice-presidente Honor\u00e1rio da Uni\u00e3o Internacional de Transportes P\u00fablicos (UITP), debateram as perspectivas e as tend\u00eancias para o transporte p\u00fablico coletivo de passageiros, para 2026.<\/p>\n<p>Com o objetivo de se realizar uma an\u00e1lise conjuntural e n\u00e3o uma aprecia\u00e7\u00e3o muito detalhada, por modos ou por projetos, os tr\u00eas painelistas destacaram que o pr\u00f3ximo ano ser\u00e1 estrat\u00e9gico para o desenvolvimento do setor, em raz\u00e3o de oportunidades para inova\u00e7\u00e3o, moderniza\u00e7\u00e3o e, tamb\u00e9m, de um ambiente regulat\u00f3rio mais maduro, al\u00e9m de um novo ciclo de investimentos. Entretanto, persistem desafios estruturais de financiamento e uma necessidade urgente de adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s demandas sociais e ambientais, exigindo dos \u201cstakeholders\u201d uma an\u00e1lise preditiva e estrat\u00e9gica para navegar entre tecnologia, economia e pol\u00edtica.<\/p>\n<p>O transporte coletivo \u00e9 reconhecido como servi\u00e7o p\u00fablico essencial e fundamental para a organiza\u00e7\u00e3o urbana e para a qualidade de vida nas cidades. Contudo, a capacidade do setor de cumprir sua fun\u00e7\u00e3o est\u00e1 diretamente ligada ao preparo dos \u00f3rg\u00e3os gestores e \u00e0 exist\u00eancia de fontes de recursos, para investimentos e custeio, necess\u00e1rios \u00e0 presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os. O contexto eleitoral de 2026, torna ainda mais relevante a defini\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias para superar desafios e aproveitar oportunidades, influenciando o futuro da mobilidade urbana nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>Os aspectos jur\u00eddico-legais devem ser transformados pelo Marco Legal do Transporte P\u00fablico Coletivo, em fase final de discuss\u00e3o no Congresso Nacional. Sua implementa\u00e7\u00e3o, prevista para 2026, trar\u00e1 exig\u00eancias operacionais mais rigorosas e um ambiente de fiscaliza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m mais fortalecido. Entre os avan\u00e7os, destaca-se a diversifica\u00e7\u00e3o dos modelos de contrata\u00e7\u00e3o, como parcerias p\u00fablico-privadas (PPPs) e novos tipos de contratos de concess\u00e3o, permitindo dissociar parte do risco tarif\u00e1rio do risco do investimento em infraestrutura e no material rodante.<\/p>\n<p>O Marco Legal tamb\u00e9m imp\u00f5e novos padr\u00f5es de qualidade e acessibilidade, incentivando os operadores a renovar frotas e aprimorar a infraestrutura, com vistas a garantir conformidade regulat\u00f3ria. A nova base jur\u00eddica dever\u00e1 estabelecer diretrizes para um transporte mais moderno, acess\u00edvel e sustent\u00e1vel, alinhando o setor com as demandas sociais e ambientais emergentes. Ogeny Maia destacou que o Marco Legal dever\u00e1 afian\u00e7ar o transporte p\u00fablico como um\u00a0direito social e um servi\u00e7o essencial, promovendo maior seguran\u00e7a jur\u00eddica para os contratos, incentivando a sustentabilidade, criando regras claras de financiamento e melhorando a qualidade dos servi\u00e7os prestados \u00e0 popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O aumento dos investimentos p\u00fablicos e privados est\u00e1 sendo promovido por uma estrat\u00e9gia federal coordenada, com destaque para o papel do BNDES como indutor de investimentos. O Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (ENMU), desenvolvido em parceria com o Minist\u00e9rio das Cidades, mapeou cerca de 200 projetos, de m\u00e9dia e alta capacidades, em 21 regi\u00f5es metropolitanas, totalizando quase R$ 450 bilh\u00f5es de investimentos no setor e oferecendo previsibilidade ao mercado para novos tipos de contrata\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<div id=\"attachment_17534\" style=\"width: 1010px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-17534\" class=\"wp-image-17534 size-full\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Christovam.jpg\" alt=\"\" width=\"1000\" height=\"666\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Christovam.jpg 1000w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Christovam-300x200.jpg 300w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Christovam-768x511.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><p id=\"caption-attachment-17534\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #993300;\"><em><strong>Francisco Christovam d\u00e1 um panorama sobre a mobilidade urbana e o transporte coletivo neste novo ano<\/strong><\/em><\/span><\/p><\/div>\n<p>A predomin\u00e2ncia de projetos em regi\u00f5es metropolitanas refor\u00e7a a necessidade de coordena\u00e7\u00e3o entre as diferentes esferas de governo. O investimento federal estimula estados e munic\u00edpios a fortalecerem ou a criarem <em>Autoridades Metropolitanas<\/em>, essenciais para uma integra\u00e7\u00e3o modal e tarif\u00e1ria m\u00f3dica e eficiente. Superar as dificuldades pr\u00f3prias de uma gest\u00e3o metropolitana \u00e9 condi\u00e7\u00e3o fundamental para avan\u00e7ar na integra\u00e7\u00e3o dos sistemas de transporte coletivo.\u00a0 Pedro Henrique ressaltou a import\u00e2ncia de uma boa governan\u00e7a das empresas operadoras de transportes para a concess\u00e3o de financiamentos, tanto para investimentos em infraestrutura, como para aquisi\u00e7\u00e3o de frota.<\/p>\n<p>O uso de novas tecnologias ser\u00e1 o principal catalisador de efici\u00eancia, sustentabilidade e atratividade do transporte coletivo em 2026. A coleta massiva de dados possibilita a otimiza\u00e7\u00e3o de rotas e de hor\u00e1rios, enquanto a manuten\u00e7\u00e3o preditiva, baseada em Big Data, pode reduzir custos e aumentar a confiabilidade operacional. Exemplos como o BRT de Goi\u00e2nia e o BRT de Sorocaba ilustram o sucesso da aplica\u00e7\u00e3o de modernos <em>Intelligent Transport Systems (ITS)<\/em> na opera\u00e7\u00e3o e na redu\u00e7\u00e3o de custos operacionais.<\/p>\n<p>A Intelig\u00eancia Artificial (IA), incorporada n\u00e3o apenas \u00e0 gest\u00e3o de frotas, mas, tamb\u00e9m, para aprimorar a experi\u00eancia do passageiro, dever\u00e1 oferecer previs\u00f5es mais precisas e integra\u00e7\u00e3o entre os diferentes modais, incluindo micromobilidade (bicicletas e patinetes). O objetivo \u00e9 criar uma experi\u00eancia fluida de \u201cmobilidade como servi\u00e7o\u201d, garantindo acesso facilitado e integrado a todas as formas de transporte urbano.<\/p>\n<p>Na agenda ambiental, a eletrifica\u00e7\u00e3o da frota \u00e9 apontada como vetor de sustentabilidade; por\u00e9m, em 2026, o principal desafio a enfrentar ser\u00e1 a infraestrutura de recarga, mais do que a aquisi\u00e7\u00e3o, propriamente dita, dos ve\u00edculos el\u00e9tricos. Atualmente, menos de 1% da frota de transporte coletivo \u00e9 movida a tra\u00e7\u00e3o el\u00e9trica e a expans\u00e3o depende de investimentos robustos na adequa\u00e7\u00e3o das redes de energia locais. A utiliza\u00e7\u00e3o de outras tecnologias, como o \u00f4nibus movido a biometano, amplia a capacidade de substitui\u00e7\u00e3o da frota diesel por ve\u00edculos menos poluentes. O foco dessa substitui\u00e7\u00e3o estar\u00e1 na estrutura\u00e7\u00e3o de projetos de infraestrutura \u2013 vi\u00e1ria e de abastecimento \u2013, fundamentais para a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica do setor.<\/p>\n<p>O investimento em tecnologia \u00e9 tamb\u00e9m uma aposta na sustentabilidade econ\u00f4mica do setor, que enfrenta press\u00e3o para a redu\u00e7\u00e3o de custos e para a concess\u00e3o de subs\u00eddios aos transportes de passageiros. A efici\u00eancia sist\u00eamica, promovida pela introdu\u00e7\u00e3o de novas tecnologias \u2013 nas \u00e1reas da manuten\u00e7\u00e3o dos ve\u00edculos, na programa\u00e7\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o das linhas e na otimiza\u00e7\u00e3o de rotas \u2013, \u00e9 pr\u00e9-requisito para legitimar o aumento da efici\u00eancia operacional e o redimensionamento de recursos para ampliar subs\u00eddios e garantir tarifas m\u00f3dicas.<\/p>\n<p>O transporte coletivo vem operando com custos superiores \u00e0 capacidade de pagamento dos usu\u00e1rios, enquanto limita\u00e7\u00f5es fiscais dos entes federativos dificultam a concess\u00e3o de subs\u00eddio, resultando em reajustes tarif\u00e1rios ou cortes no atendimento. Isso prejudica o acesso universal da popula\u00e7\u00e3o aos servi\u00e7os e compromete a fun\u00e7\u00e3o social do sistema.<\/p>\n<p>A <em>Tarifa Zero<\/em>, implementada em mais de 170 munic\u00edpios (a maioria de pequeno e m\u00e9dio portes), divide opini\u00f5es e ser\u00e1 tema central das discuss\u00f5es, em 2026. Estudos apontam para o aumento expressivo da demanda e de benef\u00edcios sociais, mas o custo operacional, em cidades de m\u00e9dio e grande portes, \u00e9 o principal entrave. Nesse sentido, Jurandir Fernandes comentou que \u201c<em>A TZ deixou de ser uma mera ideia para se tornar um objeto de estudo que demanda rigor cient\u00edfico e pragmatismo. O desafio atual n\u00e3o \u00e9 apenas celebrar suas conquistas nas pequenas cidades, mas garantir que as iniciativas j\u00e1 em curso se sustentem e que as futuras sejam implementadas com a devida base de evid\u00eancias e planejamento, para n\u00e3o se tornarem um fardo para as cidades e seus cidad\u00e3os\u201d<\/em>.<\/p>\n<p>Em ano eleitoral, com elei\u00e7\u00f5es majorit\u00e1rias (presidente, governadores e senadores) e proporcionais (deputados federais, estaduais e distritais), certamente, o financiamento do transporte coletivo estar\u00e1 no centro das discuss\u00f5es. Propostas como a ado\u00e7\u00e3o de um Sistema \u00danico de Mobilidade (SUM), inspirado no SUS e previsto na Proposta de Emenda \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o \u2013 PEC 25\/2023, sugerem custeio compartilhado entre Uni\u00e3o, estados e munic\u00edpios, oferecendo alternativa para o dilema das receitas extraordin\u00e1rias nos or\u00e7amentos municipais. A viabiliza\u00e7\u00e3o da <em>Tarifa Zero<\/em> em grandes cidades depende da cria\u00e7\u00e3o de novas fontes de receita ligadas \u00e0 mobilidade urbana.<\/p>\n<p>A gest\u00e3o metropolitana fragilizada \u00e9 outro obst\u00e1culo e fortalecer autoridades metropolitanas \u2013 formais ou n\u00e3o \u2013 ser\u00e1 essencial para integrar redes e tarifas. Promessas populares, como implementa\u00e7\u00e3o imediata da <em>Tarifa Zero<\/em>, podem comprometer investimentos de longo prazo, se n\u00e3o vierem acompanhadas de planejamento e de fontes de custeio adequadas.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise desses cen\u00e1rios leva \u00e0 conclus\u00e3o de que o ano de 2026 trar\u00e1 oportunidades para inova\u00e7\u00e3o e moderniza\u00e7\u00e3o do setor, mas o progresso depende da converg\u00eancia entre tecnologia, investimentos e a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, transformando demandas sociais em compromissos duradouros. \u00c9 fundamental que gestores p\u00fablicos, operadores e investidores adotem uma vis\u00e3o estrat\u00e9gica e colaborativa para superar obst\u00e1culos e promover um transporte coletivo de qualidade, acess\u00edvel e sustent\u00e1vel para todos.<\/p>\n<p>Imagens &#8211; Divulga\u00e7\u00e3o e Revista AutoBus<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em ano eleitoral, com elei\u00e7\u00f5es majorit\u00e1rias (presidente, governadores e senadores) e proporcionais (deputados federais, estaduais e distritais), certamente, o financiamento do transporte coletivo estar\u00e1 no centro das discuss\u00f5es<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":17539,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7,1060,588,41],"tags":[1065],"class_list":["post-17532","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-mobilidade-urbana","category-notas","category-opiniao","category-ponto-de-vista","tag-mobilidade-urbana-no-brasil","et-has-post-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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