{"id":18454,"date":"2026-04-06T11:36:08","date_gmt":"2026-04-06T14:36:08","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=18454"},"modified":"2026-04-06T11:36:32","modified_gmt":"2026-04-06T14:36:32","slug":"o-que-ha-nas-entrelinhas-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=18454","title":{"rendered":"O que h\u00e1 nas entrelinhas 3"},"content":{"rendered":"<p>No processo que envolve a descarboniza\u00e7\u00e3o dos \u00f4nibus brasileiros, ele foi eleito o vil\u00e3o que precisa ser combatido de forma significativa num modal que pouco contribui com as emiss\u00f5es poluentes no setor de transporte e j\u00e1 conta com o \u00faltimo n\u00edvel tecnol\u00f3gico Euro VI que reduz as emiss\u00f5es de poluentes em mais de 95%. Trata-se do motor de combust\u00e3o interna que dominou e domina a cena, at\u00e9 hoje, do setor de transporte pesado sobre pneus. Para se tornar sustent\u00e1vel falta-lhe a utiliza\u00e7\u00e3o de combust\u00edvel 100% renov\u00e1vel.<\/p>\n<p>Para muitos, sua tecnologia est\u00e1 ultrapassada e corrobora com os efeitos nocivos que causam o desequil\u00edbrio e impactos diretos ao meio ambiente e \u00e0 sa\u00fade p\u00fablica. Por\u00e9m, para outros tantos, sua vida \u00fatil se mostra longa, at\u00e9 porque a busca pela redu\u00e7\u00e3o da polui\u00e7\u00e3o veicular est\u00e1 fortemente associada ao combust\u00edvel que se usa e n\u00e3o apenas ao seu funcionamento.<\/p>\n<p>No mundo todo, milh\u00f5es deles propulsionam os ve\u00edculos comerciais, num mix em que vers\u00f5es mais antigas (e poluentes) e as atuais e modernas gera\u00e7\u00f5es (limpas) de motores se uniram em sinergia na movimenta\u00e7\u00e3o de pessoas e cargas. Os propulsores de combust\u00e3o interna t\u00eam uma hist\u00f3ria antiga quanto a desenvolvimento e aperfei\u00e7oamento. Foi na segunda metade do s\u00e9culo 19 que os primeiros esbo\u00e7os permitiram as mais variadas cria\u00e7\u00f5es e projetos, idealizados para aplica\u00e7\u00f5es estacion\u00e1rias, em embarca\u00e7\u00f5es e ve\u00edculos automotores.<\/p>\n<p>Rudolf Diesel, considerado o pai do motor que leva seu nome, trabalhou muito at\u00e9 chegar \u00e0s vers\u00f5es definitivas de seu invento, estimulando outros criadores a seguirem seus passos em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 propuls\u00e3o motorizada, feita por cavalos de for\u00e7a que n\u00e3o os animais. Dessa maneira, a substitui\u00e7\u00e3o dos motores a vapor por modelos que usavam combust\u00edveis l\u00edquidos (gasolina, \u00e1lcool, \u00f3leo, etc.) beneficiou o transporte como conhecemos e permitiu o surgimento dos ve\u00edculos comerciais.<\/p>\n<p>Passados 130 anos, esse conceito, ainda, domina a cena da mobilidade mundial mesmo sendo, constantemente, questionado sobre seus efeitos quanto a polui\u00e7\u00e3o num momento de transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica rumo ao interesse e op\u00e7\u00e3o pela eletrifica\u00e7\u00e3o dos sistemas de tra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O setor de transporte tem presenciado uma polariza\u00e7\u00e3o entre motores el\u00e9tricos e de combust\u00e3o, com desenvolvimentos e inova\u00e7\u00f5es que trazem resultados positivos na busca pela mobilidade limpa. \u00c9 certo que motores de combust\u00e3o interna coexistir\u00e3o com outras vers\u00f5es mais limpas por mais alguns bons anos, passando por cont\u00ednuas fases de evolu\u00e7\u00e3o que lhes permitir\u00e3o ser sustent\u00e1veis em meio a ado\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edveis e tecnologias capazes de mitigar as emiss\u00f5es poluentes e gases de efeito estufa.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m, \u00e9 fato que a eletrifica\u00e7\u00e3o tende a dominar a propuls\u00e3o dos \u00f4nibus urbanos com suas tecnologias em baterias, que avan\u00e7am constantemente, para a maior efici\u00eancia, durabilidade, capacidade energ\u00e9tica e recarga r\u00e1pida. Contudo, esse componente n\u00e3o est\u00e1 livre de proporcionar passivos ambientais e sociais, pois produzi-las envolve processos que provocam danos \u00e0 natureza com a explora\u00e7\u00e3o excessiva de minerais essenciais em suas composi\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas.<\/p>\n<div id=\"attachment_18456\" style=\"width: 403px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-18456\" class=\"wp-image-18456\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Ricardo-Abreu-214x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"393\" height=\"550\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Ricardo-Abreu-214x300.jpeg 214w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Ricardo-Abreu.jpeg 714w\" sizes=\"(max-width: 393px) 100vw, 393px\" \/><p id=\"caption-attachment-18456\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #008000;\"><strong><em>Ricardo Abreu<\/em><\/strong><\/span><\/p><\/div>\n<p>Ricardo Abreu, consultor de mobilidade sustent\u00e1vel da \u00daNICA (Uni\u00e3o da Ind\u00fastria de Cana-de-A\u00e7\u00facar e Bioenergia), engenheiro mec\u00e2nico com especializa\u00e7\u00e3o internacional em motores de combust\u00e3o interna e ex-professor universit\u00e1rio de Energ\u00e9tica atualmente \u00e9 doutorando de Bioenergia da Unicamp\/USP\/UNESP, foi enf\u00e1tico ao falar dessa quest\u00e3o sobre qual modelo de motoriza\u00e7\u00e3o se sobressair\u00e1 no transporte, dizendo que a competi\u00e7\u00e3o se mostra muito mais importante do que o pr\u00f3prio bem comum que \u00e9 a descarboniza\u00e7\u00e3o dos sistemas. \u201cO que vemos, hoje, s\u00e3o disputas por setores que defendem seus conceitos, com interesses sobre os objetivos. N\u00e3o se entra em debate visando o uso de maior n\u00famero de frentes tecnol\u00f3gicas, mas sim em defesa de setores, de lobbys comerciais, cada qual com seus neg\u00f3cios. A diversifica\u00e7\u00e3o, ao meu ver, \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o para alcan\u00e7armos uma transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica equilibrada e a descarboniza\u00e7\u00e3o eficiente\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Na opini\u00e3o de Abreu, a quest\u00e3o financeira \u00e9 outro ponto fundamental para que os resultados sejam positivos em toda a cadeia do transporte. \u201cS\u00e3o v\u00e1rias as tecnologias limpas que temos \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para que o transporte seja sustent\u00e1vel. Por\u00e9m, sem um correto planejamento e um programa de estabelecimento que permita a sustentabilidade econ\u00f4mica dessas iniciativas limpas, a conta tende a ser alta para quem resolveu investir sem levar em considera\u00e7\u00e3o as op\u00e7\u00f5es vi\u00e1veis que podem convergir na mobilidade\u201d, ressaltou.<\/p>\n<p>Na opini\u00e3o do engenheiro, a eletrifica\u00e7\u00e3o \u00e9 reconhecida como a tend\u00eancia mundial para o futuro de uma parcela expressiva dos ve\u00edculos comerciais, mas n\u00e3o pode ser eleita como a solu\u00e7\u00e3o \u00fanica que determinar\u00e1 todo esse processo de descarboniza\u00e7\u00e3o no transporte. \u201cAdmitir que o ve\u00edculo el\u00e9trico n\u00e3o emite \u00f3xido de nitrog\u00eanio no escapamento \u00e9 uma coisa. Por\u00e9m, h\u00e1 outras fontes de gera\u00e7\u00e3o de energia nesse segmento que emite, sim, esse tipo de g\u00e1s poluente. Portanto, entendo que \u00e9 preciso reconhecer que a eletrifica\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m, \u00e9 causadora de polui\u00e7\u00e3o. N\u00e3o est\u00e1 livre disso\u201d, disse Abreu.<\/p>\n<p>Para ele, falta no Brasil um \u00f3rg\u00e3o independente que fomente as tecnologias limpas em tra\u00e7\u00e3o, sem se comprometer com os objetivos comerciais que determinam o rumo da sustentabilidade no segmento da mobilidade. \u201cN\u00e3o se busca o que \u00e9 melhor para a nossa sociedade. Nossas cabe\u00e7as pensantes est\u00e3o distantes daquelas que est\u00e3o envolvidas com o lado produtivo, comercial. Poder\u00edamos ter um conceito em que todos possam trabalhar em prol de algo em comum, com uma base que privilegie as alternativas e n\u00e3o, somente, em solu\u00e7\u00f5es unilaterais\u201d.<\/p>\n<p>Segundo Abreu, motores de combust\u00e3o interna podem conviver, perfeitamente, com a propuls\u00e3o el\u00e9trica, numa sinergia positiva para o transporte coletivo alcan\u00e7ar a sua sustentabilidade ambiental. \u201cEm determinadas \u00e1reas, o motor de combust\u00e3o interna, ainda, ter\u00e1 vida longa, principalmente em \u00f4nibus. N\u00e3o vejo que a eletrifica\u00e7\u00e3o ser\u00e1 a protagonista no segmento. O que eu entendo \u00e9 uma sinergia de tecnologias para trazer benef\u00edcios \u00e0 opera\u00e7\u00e3o e ao meio ambiente\u201d, disse.<\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><strong>A vis\u00e3o da ind\u00fastria<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Para a Cummins, uma das mais tradicionais e relevantes produtoras mundiais de motores, a descarboniza\u00e7\u00e3o do transporte \u00e9, hoje, um enorme desafio para todos os envolvidos com o segmento, seja ele de passageiros ou de cargas. De acordo com Antonio Almeida, diretor de Vendas On-Highway da Cummins Brasil, a import\u00e2ncia do \u00f4nibus no contexto da mitiga\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es poluentes e do melhor transporte coletivo, com resultados positivos \u00e0 uma mobilidade eficiente, \u00e9 para a fabricante um tema muito bem observado e praticado por meio de um portf\u00f3lio de produtos que visa o processo da descarboniza\u00e7\u00e3o. \u201cEstamos presentes em todos os grandes mercados de \u00f4nibus no mundo com uma linha de motores que se adequa e contribui, perfeitamente, com a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica do modal\u201d.<\/p>\n<div id=\"attachment_18457\" style=\"width: 360px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-18457\" class=\"wp-image-18457\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Antonio-Almeida-diretor-Vendas-On-highway-2-233x300.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Antonio-Almeida-diretor-Vendas-On-highway-2-233x300.jpg 233w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Antonio-Almeida-diretor-Vendas-On-highway-2-768x988.jpg 768w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Antonio-Almeida-diretor-Vendas-On-highway-2.jpg 777w\" sizes=\"(max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/><p id=\"caption-attachment-18457\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #008000;\"><strong><em>Antonio Almeida<\/em><\/strong><\/span><\/p><\/div>\n<p>Segundo ele, a rota de descarboniza\u00e7\u00e3o do sistema de transporte passa por um leque de tecnologias limpas em sinergia com o \u00f4nibus, fatores essenciais quando se pensa em mobilidade coletiva livre das emiss\u00f5es poluentes. \u201cPor\u00e9m, esse desafio precisa levar em considera\u00e7\u00e3o os investimentos e uma previsibilidade regulat\u00f3ria para que os sistemas possam ter um modelo de transporte limpo. Sabemos que o setor demanda investimentos de longo prazo, com tecnologias acess\u00edveis e realistas com a nossa situa\u00e7\u00e3o\u201d, afirmou Antonio.<\/p>\n<p>Como fornecedora mundial de motores de combust\u00e3o interna, a Cummins tem a diversidade tecnol\u00f3gica favorecendo sua atua\u00e7\u00e3o em um mercado altamente competitivo, disponibilizando produtos movidos com variados combust\u00edveis \u2013 biocombust\u00edveis, diesel de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o, g\u00e1s, eletricidade e hidrog\u00eanio. De acordo com o engenheiro, a marca tem um portf\u00f3lio de motores inserido na plataforma HELM (<em>Higher Efficiency, Lower Emissions, Multiple Fuels<\/em>) em que h\u00e1 um modelo idealizado para os tipos espec\u00edficos de combust\u00edvel e requisitos de desempenho, garantindo que as operadoras tenham acesso \u00e0s solu\u00e7\u00f5es mais adequadas para suas opera\u00e7\u00f5es. \u201cCom essa plataforma de motores conseguimos ser competitivos e sustent\u00e1veis. Em termos de consumo, nossos propulsores s\u00e3o mais eficientes, aspecto fundamental em termos operacionais. E, nossa gama de motores de combust\u00e3o alcan\u00e7a resultados favor\u00e1veis em v\u00e1rios nichos de mercado\u201d, disse o diretor da Cummins<\/p>\n<p>Sobre o hidrog\u00eanio, Antonio lembrou que se trata de um assunto fundamental, pois o Brasil tem um potencial enorme na cadeia de produ\u00e7\u00e3o, podendo ter uma participa\u00e7\u00e3o mundial na casa dos 35%. Por\u00e9m, disponibilidade, distribui\u00e7\u00e3o e a\u00e7\u00e3o regulat\u00f3ria formam um trip\u00e9 essencial para o sucesso desse combust\u00edvel em uso nos motores de combust\u00e3o. \u201cAinda temos um longo passo de desenvolvimento para que ele seja uma solu\u00e7\u00e3o vi\u00e1vel, comercialmente. Creio que ser\u00e1 necess\u00e1ria mais de uma d\u00e9cada para que isso se confirme\u201d.<\/p>\n<div id=\"attachment_18458\" style=\"width: 410px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-18458\" class=\"wp-image-18458\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/HELM-X15N-GAS-NATURAL-300x300.png\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/HELM-X15N-GAS-NATURAL-300x300.png 300w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/HELM-X15N-GAS-NATURAL-150x150.png 150w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/HELM-X15N-GAS-NATURAL-768x768.png 768w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/HELM-X15N-GAS-NATURAL-440x440.png 440w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/HELM-X15N-GAS-NATURAL.png 1000w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><p id=\"caption-attachment-18458\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #008000;\"><em><strong>O motor de combust\u00e3o interna, ainda, tem vida longa no segmento do transporte<\/strong><\/em><\/span><\/p><\/div>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o os biocombust\u00edveis, Antonio ressaltou que esses energ\u00e9ticos t\u00eam alto potencial no mercado brasileiro, principalmente na quest\u00e3o sobre a descarboniza\u00e7\u00e3o sem a necessidade de uma infraestrutura complexa de armazenamento e distribui\u00e7\u00e3o. \u201cNosso Pa\u00eds tem uma aptid\u00e3o diferenciada nesse tema dos combust\u00edveis renov\u00e1veis. N\u00f3s, da Cummins, j\u00e1 estamos preparados para as diferentes alternativas energ\u00e9ticas nesse sentido. Dessa maneira, HVO, biodiesel e at\u00e9 mesmo o biometano, podem ser utilizados em nossos motores, desenvolvidos especialmente para isso. Claro, quando falamos em HVO, \u00e9 preciso ver que se trata de um combust\u00edvel incipiente aqui, precisando se afirmar em larga escala na sua produ\u00e7\u00e3o e no tema do valor comercial. J\u00e1 em biodiesel, neste momento defendemos uma mistura de at\u00e9 20% junto ao diesel tradicional. Contudo, a qualidade do mesmo \u00e9 imperativa. N\u00e3o podemos ter um combust\u00edvel que colabora com a descarboniza\u00e7\u00e3o, mas que prejudica o funcionamento dos motores\u201d, explicou.<\/p>\n<p>Sobre o uso em uma maior propor\u00e7\u00e3o de biodiesel \u2013 100% -, a Cummins vem fazendo testes com fabricantes de ve\u00edculos comerciais objetivando a viabilidade t\u00e9cnica, para se alcan\u00e7ar opera\u00e7\u00f5es eficientes e sem o comprometimento de pe\u00e7as e componentes.<\/p>\n<p>Na vis\u00e3o da produtora de motores, h\u00e1 uma perspectiva que os motores de combust\u00e3o interna estar\u00e3o presentes, comercialmente, por mais 20 anos, muito em virtude das considera\u00e7\u00f5es sobre infraestrutura presentes no Pa\u00eds. \u201cO Brasil tem dimens\u00f5es continentais, o que demanda essa variedade em propuls\u00e3o. N\u00e3o d\u00e1 para pensar em eletrifica\u00e7\u00e3o quando temos uma complexidade quanto a infraestrutura e um parque veicular com elevada idade m\u00e9dia da frota. E, mesmo com a tend\u00eancia da tra\u00e7\u00e3o el\u00e9trica no transporte urbano, vejo, ainda, espa\u00e7o para o diesel limpo e o biometano. O papel da ind\u00fastria brasileira \u00e9 muito importante em desenvolver tecnologias limpas, contribuindo com os avan\u00e7os para a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica na acelera\u00e7\u00e3o da descarboniza\u00e7\u00e3o\u201d, afirmou Antonio Almeida.<\/p>\n<p><span style=\"color: #003366;\"><em><strong>Um limite em seu uso<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<p><em><span style=\"color: #003366;\">A Cummins destaca que o B100 ainda n\u00e3o se configura como uma solu\u00e7\u00e3o operacional simples ou amplamente replic\u00e1vel para o transporte de passageiros, especialmente em contextos que envolvem longos per\u00edodos de armazenamento, varia\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas ou exig\u00eancia elevada de confiabilidade da frota. Atualmente, a marca mant\u00e9m a homologa\u00e7\u00e3o oficial no Brasil para o uso de at\u00e9 B20 (20% de biodiesel misturado ao diesel), um patamar tecnicamente avan\u00e7ado frente ao percentual obrigat\u00f3rio vigente no pa\u00eds. Qualquer evolu\u00e7\u00e3o desse limite depende de fatores estruturais que v\u00e3o al\u00e9m do motor, como a padroniza\u00e7\u00e3o da qualidade do combust\u00edvel, a robustez da cadeia de distribui\u00e7\u00e3o, as condi\u00e7\u00f5es de armazenamento e o avan\u00e7o do ambiente regulat\u00f3rio.<\/span><\/em><\/p>\n<p>Imagens &#8211; Acervos pessoais e Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Que horizonte aguarda o suposto fim do motor de combust\u00e3o interna para ve\u00edculos comerciais no Brasil<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":18455,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[485,919,1060,90],"tags":[140,1116],"class_list":["post-18454","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-biometano","category-meio-ambiente","category-notas","category-noticias","tag-cummins","tag-vida-util-do-motor-de-combustao","et-has-post-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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