{"id":18500,"date":"2026-04-09T08:58:41","date_gmt":"2026-04-09T11:58:41","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=18500"},"modified":"2026-04-09T08:59:44","modified_gmt":"2026-04-09T11:59:44","slug":"o-que-e-melhor-para-o-operador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=18500","title":{"rendered":"O que \u00e9 melhor para o operador"},"content":{"rendered":"<p>Por <em><strong><span style=\"color: #800000;\">Rodnei Quinello<\/span><\/strong><\/em><\/p>\n<p>Caracter\u00edsticas invis\u00edveis est\u00e3o presentes na hora da aquisi\u00e7\u00e3o de um novo \u00f4nibus. Precisam ser avaliadas com olhos de lince para que n\u00e3o se transformem em custos elevados na opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O artigo a seguir n\u00e3o tem a pretens\u00e3o de afirmar qual \u00e9 o melhor ou pior modelo de chassis, pois sua aquisi\u00e7\u00e3o envolve muitas vari\u00e1veis, n\u00e3o t\u00e3o diferente do caminh\u00e3o. Fa\u00e7o esta an\u00e1lise baseada em toda a minha experiencia como motorista e gestor de frota, onde posso falar com certa propriedade, pois vejo muitas decis\u00f5es no momento de fechar neg\u00f3cios, em uma mesa de reuni\u00e3o na concession\u00e1ria ou no operador, que n\u00e3o levam em considera\u00e7\u00e3o informa\u00e7\u00f5es suficientes para se alcan\u00e7ar o que \u00e9 melhor para cada opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Vejo muitos vendedores despreparados, sendo estes, na maior parte do tempo, preocupados em atingir a meta de comercializa\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de querer ficar bem na foto com a sua diretoria. No entanto, se esquecem de pontos importantes e muitas vezes simples que influenciam no rendimento dos ve\u00edculos.<\/p>\n<p>Ser\u00e1 que o b\u00e1sico \u00e9 citado? Por exemplo, quanto vai custar a manuten\u00e7\u00e3o preventiva durante certo per\u00edodo, falando apenas na troca de \u00f3leo e filtros? Isso importa muito. Veja o caso de uma determinada marca que, na virada tecnol\u00f3gica para o Euro VI, mudou o tipo de seu \u00f3leo do motor, prolongando sua periodicidade, mas a acabou elevando o seu pre\u00e7o, encarecendo a revis\u00e3o sem o aviso pr\u00e9vio ao cliente operador.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m, n\u00e3o podemos deixar de citar algumas pe\u00e7as inclusas nessa nova gera\u00e7\u00e3o de chassis, pois s\u00e3o elementos que de acordo com sua import\u00e2ncia no ve\u00edculo tem seu custo elevad\u00edssimo, sem falar na dificuldade de se executar uma manuten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-18502 aligncenter\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-04-at-11.09.44-2-220x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"330\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-04-at-11.09.44-2-220x300.jpeg 220w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-04-at-11.09.44-2.jpeg 736w\" sizes=\"(max-width: 330px) 100vw, 330px\" \/><\/p>\n<p>O catalisador, uma parte importante do ve\u00edculo em que o material particulado (fuma\u00e7a preta) fica retido, que s\u00e3o as fuligens que iriam naturalmente para atmosfera, tem comprometida a sua manuten\u00e7\u00e3o, uma vez que o filtro que fica localizado em sua \u00e1rea interna precisa ser substitu\u00eddo ou limpo de forma mais ressaltada. Isso tudo por causa da p\u00e9ssima qualidade que nosso \u00f3leo diesel tem em virtude da mistura com o biodiesel (esse assunto vou tratar em outro artigo).<\/p>\n<p>Nisso, precisamos ter que suspender todo o ve\u00edculo (de uma determinada marca) ou estacionar o mesmo de forma que sua traseira fique dentro de uma valeta e baixar o catalisador, pois n\u00e3o tem janela e nem outro meio para retirar. Entretanto, o modelo de outra marca facilita a sua manuten\u00e7\u00e3o, poiso filtro est\u00e1 em uma posi\u00e7\u00e3o de acesso f\u00e1cil.<\/p>\n<p>A posi\u00e7\u00e3o das baterias, tamb\u00e9m, traz desafios quanto a suas substitui\u00e7\u00f5es e manuten\u00e7\u00e3o em determinado modelo de chassis. N\u00e3o posso deixar de citar que, n\u00f3s brasileiros, n\u00e3o temos o h\u00e1bito, quanto ao aspecto da manuten\u00e7\u00e3o, em modo geral, de ler. Foi assim que descobri que determinada marca de chassi estava usando outro \u00f3leo de motor<em>.<\/em> Como n\u00e3o fui informado, tive que indagar o concession\u00e1rio sobre a respectiva mudan\u00e7a.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-18503 aligncenter\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-04-at-11.09.45-6-218x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"327\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-04-at-11.09.45-6-218x300.jpeg 218w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-04-at-11.09.45-6.jpeg 736w\" sizes=\"(max-width: 327px) 100vw, 327px\" \/><\/p>\n<p>O assunto de manuten\u00e7\u00e3o, isso se aplica \u00e0 todos os tipos de operadores, desde aut\u00f4nomo ao grande frotista, deve ser levado muito a s\u00e9rio, pois a falta das revis\u00f5es, o postergar das substitui\u00e7\u00f5es de pe\u00e7as, a aquisi\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as de m\u00e1 qualidade, s\u00f3 impactam, negativamente, na opera\u00e7\u00e3o e no rendimento das empresas.<\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><strong>Conclus\u00e3o:<\/strong><\/span><\/p>\n<p>A decis\u00e3o pelas marcas de chassis que est\u00e3o no mercado depende, diretamente, do perfil da opera\u00e7\u00e3o. Claro, n\u00e3o somente ela, mas levar em considera\u00e7\u00e3o as muitas vari\u00e1veis dos servi\u00e7os e do uso dos ve\u00edculos. S\u00e3o decis\u00f5es que precisam ser avaliadas antes da aquisi\u00e7\u00e3o, atento \u00e0 longevidade dos componentes e a seguran\u00e7a extrema, quest\u00f5es que justificam o maior investimento em pe\u00e7as originais e m\u00e3o de obra altamente t\u00e9cnica. Al\u00e9m disso, ser\u00e1 que \u00e9 o ideal buscar o m\u00e1ximo em tecnologia?<\/p>\n<p>Por fim, negligenciar as revis\u00f5es em qualquer um dos chassis resulta em custos altos em seu reparo, dada a sofistica\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica envolvida.<\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><em>Este artigo foi elaborado com base em dados t\u00e9cnicos e relatos de quem vive o transporte em toda sua esfera.<\/em><\/p>\n<p>Imagens &#8211; acervo pessoal<\/p>\n<div id=\"attachment_18504\" style=\"width: 266px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-18504\" class=\"wp-image-18504 size-medium\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-04-at-11.10.15-256x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"256\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-04-at-11.10.15-256x300.jpeg 256w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-04-at-11.10.15-768x900.jpeg 768w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-04-at-11.10.15.jpeg 843w\" sizes=\"(max-width: 256px) 100vw, 256px\" \/><p id=\"caption-attachment-18504\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #800000;\"><em><strong>Rodnei Quinello, administrador, bacharel em Direito e p\u00f3s-graduado em Log\u00edstica Empresarial. \u00c9 criador do canal Vida de Frota (youtube), dedicado \u00e0 an\u00e1lise estrat\u00e9gica do transporte rodovi\u00e1rio<\/strong><\/em><\/span><\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Rodnei Quinello Caracter\u00edsticas invis\u00edveis est\u00e3o presentes na hora da aquisi\u00e7\u00e3o de um novo \u00f4nibus. 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