{"id":18643,"date":"2026-04-24T15:11:14","date_gmt":"2026-04-24T18:11:14","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=18643"},"modified":"2026-04-24T15:11:14","modified_gmt":"2026-04-24T18:11:14","slug":"quando-a-lei-muda-de-estado-para-estado-o-impasse-que-desafia-o-transporte-rodoviario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=18643","title":{"rendered":"Quando a lei muda de estado para estado: o impasse que desafia o transporte rodovi\u00e1rio"},"content":{"rendered":"<p>Por <span style=\"color: #800000;\"><em><strong>Beatriz Lima<\/strong> <\/em><\/span>e <span style=\"color: #800000;\"><em><strong>Antonio Ferro<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<p>Desde o in\u00edcio, o modelo defendido pelas plataformas digitais de fretamento (que querem atuar como se fossem servi\u00e7os regulados por leis, por\u00e9m sem obedec\u00ea-las) nunca encontrou consenso no transporte rodovi\u00e1rio brasileiro. A resist\u00eancia sempre veio acompanhada de um argumento central de que n\u00e3o se trata de rejeitar inova\u00e7\u00e3o, mas de se questionar um formato que tenta acessar o mesmo mercado sem cumprir as mesmas regras. O tempo passou e esse inc\u00f4modo deixou de ser apenas discurso de bastidor. Ele agora aparece refletido nas decis\u00f5es judiciais e nos pr\u00f3prios movimentos recentes do mercado.<\/p>\n<p>O m\u00eas de abril de 2026 deixou isso evidente. A Justi\u00e7a paulista entendeu que opera\u00e7\u00f5es com venda individual de assentos, ainda que travestidas de fretamento, n\u00e3o se enquadram no modelo permitido e devem ser restringidas. Poucos dias depois, no Rio de Janeiro, uma decis\u00e3o da Justi\u00e7a fluminense caminhou na dire\u00e7\u00e3o oposta e liberou esse tipo de atua\u00e7\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 apenas uma diverg\u00eancia pontual. \u00c9 um retrato de como o Pa\u00eds ainda n\u00e3o conseguiu definir, de forma clara, onde termina o fretamento e onde come\u00e7a o transporte regular.<\/p>\n<p>O problema se agrava porque essa defini\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 local. O transporte interestadual exige coer\u00eancia nacional. Quando decis\u00f5es opostas convivem ao mesmo tempo, o setor perde refer\u00eancia. Empresas passam a operar sob regras diferentes dependendo do estado, e o que deveria ser exce\u00e7\u00e3o vira rotina.<\/p>\n<p>A expectativa de uma resposta mais clara foi novamente adiada pelo STF (Superior Tribunal Federal), que suspendeu mais uma vez o julgamento sobre o tema. Com isso, o Brasil continua seguindo sem uma diretriz definitiva. O Judici\u00e1rio, na pr\u00e1tica, vai preenchendo esse vazio com decis\u00f5es isoladas, que resolvem casos espec\u00edficos, mas n\u00e3o organizam o sistema.<\/p>\n<p>Esse ambiente favorece distor\u00e7\u00f5es. De um lado, empresas autorizadas pela Ag\u00eancia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) operam sob um conjunto r\u00edgido de exig\u00eancias, que envolve planejamento de linhas, cumprimento de hor\u00e1rios, atendimento a diferentes perfis de demanda e fiscaliza\u00e7\u00e3o cont\u00ednua. Esse arcabou\u00e7o n\u00e3o \u00e9 est\u00e1tico. Ele vem sendo atualizado, inclusive com discuss\u00f5es recentes sobre o novo marco do Transporte Rodovi\u00e1rio Interestadual de Passageiros (TRIP), que busca modernizar o setor sem abrir m\u00e3o de princ\u00edpios essenciais como regularidade, seguran\u00e7a e universaliza\u00e7\u00e3o do atendimento. O TRIP refor\u00e7a justamente o papel das operadoras regulares na garantia de um sistema est\u00e1vel, com regras claras, responsabilidades definidas e cobertura que vai al\u00e9m das rotas mais lucrativas.<\/p>\n<p>De outro lado, seguem modelos que, dependendo da interpreta\u00e7\u00e3o jur\u00eddica, conseguem atuar com mais flexibilidade. A concorr\u00eancia deixa de ser equilibrada n\u00e3o porque exista inova\u00e7\u00e3o, mas porque n\u00e3o h\u00e1 isonomia na aplica\u00e7\u00e3o das regras.<\/p>\n<p>Os pr\u00f3prios movimentos recentes indicam que essa situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o se sustenta indefinidamente. A aproxima\u00e7\u00e3o de plataformas digitais com empresas tradicionais, por meio de aquisi\u00e7\u00f5es e parcerias, sugere um reposicionamento. N\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil entender o motivo. Operar fora de um ambiente regulado pode at\u00e9 abrir espa\u00e7o no curto prazo, mas traz inseguran\u00e7a e limita crescimento.<\/p>\n<p>As decis\u00f5es judiciais recentes, ainda que divergentes, mostram que esse ponto j\u00e1 entrou no radar. Ao questionar opera\u00e7\u00f5es que reproduzem caracter\u00edsticas do transporte regular, parte do Judici\u00e1rio sinaliza preocupa\u00e7\u00e3o com o equil\u00edbrio do sistema. O problema \u00e9 que esse entendimento n\u00e3o \u00e9 uniforme, o que mant\u00e9m o cen\u00e1rio inst\u00e1vel. H\u00e1 ainda um aspecto menos vis\u00edvel, mas decisivo, que come\u00e7a a entrar na discuss\u00e3o, que \u00e9 a responsabilidade sobre o passageiro ao longo de toda a jornada.<\/p>\n<p>No modelo tradicional, existe uma cadeia clara de deveres, que vai desde o momento da compra at\u00e9 o desembarque. Em opera\u00e7\u00f5es mais fragmentadas, essa responsabilidade tende a se diluir. Em caso de atraso, cancelamento ou problema operacional, nem sempre \u00e9 evidente para o usu\u00e1rio quem responde diretamente pela situa\u00e7\u00e3o. Isso deve ser debatido porque afeta a confian\u00e7a no servi\u00e7o.<\/p>\n<p>Outro ponto que merece aten\u00e7\u00e3o \u00e9 o efeito sobre o planejamento de longo prazo do setor. O transporte rodovi\u00e1rio n\u00e3o se organiza apenas com base na demanda imediata. Ele depende de previs\u00f5es, investimentos em frota, manuten\u00e7\u00e3o e defini\u00e7\u00e3o de linhas que muitas vezes n\u00e3o s\u00e3o lucrativas, mas s\u00e3o essenciais para a integra\u00e7\u00e3o regional. Quando o ambiente regulat\u00f3rio se torna inst\u00e1vel, esse planejamento fica comprometido. A l\u00f3gica de curto prazo passa a prevalecer, o que pode gerar desequil\u00edbrios mais \u00e0 frente.<\/p>\n<p>Diante disso, a fiscaliza\u00e7\u00e3o ganha um papel ainda mais relevante. A atua\u00e7\u00e3o da ANTT precisa acompanhar a complexidade atual do setor. Tecnologia, nesse caso, n\u00e3o \u00e9 apenas ferramenta de mercado, mas de controle. Monitoramento em tempo real, cruzamento de dados e rastreamento de opera\u00e7\u00f5es podem ajudar a reduzir as brechas que hoje existem.<\/p>\n<p>O debate sobre o transporte rodovi\u00e1rio no Brasil entrou em uma fase menos ret\u00f3rica e mais concreta. As decis\u00f5es recentes mostram que n\u00e3o se trata apenas de inova\u00e7\u00e3o, mas de defini\u00e7\u00e3o de regras. Sem isso, o setor continua sujeito a interpreta\u00e7\u00f5es conflitantes, inseguran\u00e7a jur\u00eddica e desequil\u00edbrios operacionais.<\/p>\n<p>No fim, a discuss\u00e3o volta sempre ao mesmo ponto. Transporte n\u00e3o \u00e9 apenas deslocamento. Envolve seguran\u00e7a, previsibilidade e responsabilidade. E, enquanto essas bases n\u00e3o forem tratadas de forma uniforme, o sistema continuar\u00e1 operando sob tens\u00e3o, com o passageiro no meio de uma disputa que ainda est\u00e1 longe de ser resolvida.<\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><em>Nota &#8211; N\u00e3o se trata de defender ou fazer cr\u00edticas ao setor, mas quer v\u00ea-lo de forma equivalente onde o que interessa \u00e9 o correto e seguro atendimento ao seu p\u00fablico.<\/em><\/span><\/p>\n<p>Imagem &#8211; IA<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;\u00c9 um retrato de como o Pa\u00eds ainda n\u00e3o conseguiu definir, de forma clara, onde termina o fretamento e onde come\u00e7a o transporte regular&#8221;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":18644,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[1060,90,41,80],"tags":[382],"class_list":["post-18643","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-notas","category-noticias","category-ponto-de-vista","category-transporte-rodoviario","tag-transporte-regular","et-has-post-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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