{"id":18716,"date":"2026-05-04T08:55:45","date_gmt":"2026-05-04T11:55:45","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=18716"},"modified":"2026-05-04T08:55:45","modified_gmt":"2026-05-04T11:55:45","slug":"o-transporte-publico-como-eixo-de-desenvolvimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=18716","title":{"rendered":"O transporte p\u00fablico como eixo de desenvolvimento"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color: #993300;\"><em><strong>*Rubens Fernandes<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<p>A cria\u00e7\u00e3o do Dia Mundial do Transporte P\u00fablico, acompanhada no Brasil pela campanha \u201cO Brasil \u00e9 Coletivo\u201d, promovida pela NTU (Associa\u00e7\u00e3o Nacional das Empresas de Transportes Urbanos), surge em um momento particularmente simb\u00f3lico para o debate sobre mobilidade urbana no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Mais do que uma iniciativa de valoriza\u00e7\u00e3o, trata-se de um convite, ou, mais precisamente, de um chamado \u00e0 revis\u00e3o do papel que o transporte coletivo ocupa nas decis\u00f5es estruturais das cidades brasileiras.<\/p>\n<p>Ao longo das \u00faltimas d\u00e9cadas, consolidou-se no Brasil um modelo de mobilidade que, na pr\u00e1tica, priorizou o transporte individual motorizado.<\/p>\n<p>Essa escolha, ainda que n\u00e3o formalizada como pol\u00edtica \u00fanica, produziu efeitos concretos e amplamente conhecidos: congestionamentos persistentes, aumento dos n\u00edveis de emiss\u00e3o de poluentes, perda de efici\u00eancia econ\u00f4mica e aprofundamento das desigualdades no acesso \u00e0 cidade. Nesse contexto, o transporte p\u00fablico passou a ser tratado como uma alternativa poss\u00edvel, quando, do ponto de vista t\u00e9cnico e urbano, deveria ocupar posi\u00e7\u00e3o central.<\/p>\n<p>Os dados s\u00e3o consistentes e reiterados ao longo dos anos. Um \u00fanico \u00f4nibus \u00e9 capaz de substituir dezenas de autom\u00f3veis, com impacto direto na ocupa\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o vi\u00e1rio, na fluidez do tr\u00e2nsito e na redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es. Mais do que isso, o transporte coletivo viabiliza o funcionamento das cidades ao garantir o deslocamento di\u00e1rio de milh\u00f5es de brasileiros para o trabalho, para a escola e para os servi\u00e7os essenciais.<\/p>\n<p>Trata-se, portanto, de uma infraestrutura social cr\u00edtica, cuja relev\u00e2ncia ultrapassa o universo dos seus usu\u00e1rios diretos.<\/p>\n<p>A campanha lan\u00e7ada pela NTU acerta ao reposicionar o transporte p\u00fablico n\u00e3o apenas como um servi\u00e7o, mas como um elemento estruturante do desenvolvimento urbano. Ao afirmar que \u201co Brasil \u00e9 coletivo\u201d, a iniciativa sintetiza uma realidade objetiva: a mobilidade nas cidades brasileiras depende, em larga escala, de solu\u00e7\u00f5es compartilhadas. No entanto, essa constata\u00e7\u00e3o ainda n\u00e3o se traduz, de forma consistente, em prioridade nas pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/p>\n<p>O setor enfrenta hoje desafios estruturais que n\u00e3o podem ser ignorados.<\/p>\n<p>A queda no n\u00famero de passageiros observada nos \u00faltimos anos, combinada ao aumento expressivo dos custos operacionais, em especial os relacionados a combust\u00edveis e \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o de um modelo de financiamento excessivamente dependente da tarifa paga pelo usu\u00e1rio, pressiona a sustentabilidade dos sistemas de transporte coletivo em todo o pa\u00eds. Esse cen\u00e1rio tende a gerar um ciclo negativo, no qual a perda de demanda impacta a qualidade do servi\u00e7o, que por sua vez afasta ainda mais os usu\u00e1rios.<\/p>\n<p>Diante disso, torna-se indispens\u00e1vel avan\u00e7ar na constru\u00e7\u00e3o de um novo modelo para o financiamento e a organiza\u00e7\u00e3o do transporte p\u00fablico.<\/p>\n<p>O debate em torno do Marco Legal do Transporte P\u00fablico Coletivo representa uma oportunidade concreta de equilibrar essa equa\u00e7\u00e3o, ao reconhecer o transporte como um direito social e estabelecer mecanismos mais adequados de custeio, que distribuam responsabilidades entre poder p\u00fablico, usu\u00e1rios e a sociedade como um todo.<\/p>\n<p>Paralelamente, \u00e9 fundamental que as cidades adotem medidas efetivas de prioriza\u00e7\u00e3o do transporte coletivo no espa\u00e7o urbano.<\/p>\n<p>A implanta\u00e7\u00e3o de corredores exclusivos, a amplia\u00e7\u00e3o da integra\u00e7\u00e3o tarif\u00e1ria, o uso de tecnologias para gest\u00e3o e planejamento e a diversifica\u00e7\u00e3o das fontes de financiamento s\u00e3o caminhos j\u00e1 conhecidos e amplamente debatidos. O desafio, nesse caso, n\u00e3o reside na formula\u00e7\u00e3o das solu\u00e7\u00f5es, mas na capacidade de implement\u00e1-las de forma cont\u00ednua e coordenada.<\/p>\n<p>O Brasil possui experi\u00eancias relevantes que demonstram a viabilidade dessas estrat\u00e9gias. Modelos consolidados de organiza\u00e7\u00e3o do transporte coletivo e iniciativas recentes voltadas \u00e0 amplia\u00e7\u00e3o do acesso indicam que h\u00e1 conhecimento t\u00e9cnico acumulado e exemplos concretos a serem observados. O que se imp\u00f5e, neste momento, \u00e9 a necessidade de escala e de alinhamento entre diferentes n\u00edveis de governo.<\/p>\n<p>A campanha \u201cO Brasil \u00e9 Coletivo\u201d cumpre um papel relevante ao recolocar essa discuss\u00e3o no centro do debate p\u00fablico. No entanto, o desafio que se apresenta vai al\u00e9m da sensibiliza\u00e7\u00e3o. Trata-se de transformar o reconhecimento da import\u00e2ncia do transporte coletivo em decis\u00f5es concretas, capazes de redefinir prioridades e orientar investimentos.<\/p>\n<p>O futuro das cidades brasileiras est\u00e1 diretamente relacionado \u00e0 forma como escolhemos nos mover. E essa escolha passa pelo fortalecimento do transporte p\u00fablico como eixo estruturante do desenvolvimento urbano.<\/p>\n<p>Imagens &#8211; Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<div id=\"attachment_18717\" style=\"width: 276px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-18717\" class=\"wp-image-18717 size-medium\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/WhatsApp-Image-2026-04-14-at-15.46.36-266x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"266\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/WhatsApp-Image-2026-04-14-at-15.46.36-266x300.jpeg 266w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/WhatsApp-Image-2026-04-14-at-15.46.36-768x865.jpeg 768w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/WhatsApp-Image-2026-04-14-at-15.46.36.jpeg 807w\" sizes=\"(max-width: 266px) 100vw, 266px\" \/><p id=\"caption-attachment-18717\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #003300;\"><em><strong>*Rubens Fernandes \u00e9 consultor de rela\u00e7\u00f5es institucionais da Busvale<\/strong><\/em><\/span><\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Trata-se, portanto, de uma infraestrutura social cr\u00edtica, cuja relev\u00e2ncia ultrapassa o universo dos seus usu\u00e1rios diretos<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":18718,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7,1060,41],"tags":[],"class_list":["post-18716","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-mobilidade-urbana","category-notas","category-ponto-de-vista","et-has-post-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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