{"id":2316,"date":"2019-12-06T10:14:00","date_gmt":"2019-12-06T13:14:00","guid":{"rendered":"https:\/\/vila8.com.br\/clientes\/autobus\/?p=2316"},"modified":"2021-06-25T10:42:55","modified_gmt":"2021-06-25T13:42:55","slug":"as-idas-e-vindas-no-controle-de-emissoes-de-poluentes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=2316","title":{"rendered":"As idas e vindas no controle de emiss\u00f5es de poluentes"},"content":{"rendered":"\n<p>Ao ler o artigo &#8220;A desventura do combust\u00edvel alternativo&#8221;, de autoria do engenheiro Francisco Christovam, senti-me instado a comentar outras iniciati-vas para substitui\u00e7\u00e3o do diesel como energia de tra\u00e7\u00e3o no sistema de transporte por \u00f4nibus na cidade de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p>Complementar \u00e0s experi\u00eancias citadas por Christovam, com quem tive o prazer de trabalhar, lembro-me que, no in\u00edcio da minha carreira como engenheiro na \u00e1rea de desenvolvimento tecnol\u00f3gico, na d\u00e9cada de 1980, acompanhamos o estudo do uso \u00e9ster met\u00edlico de \u00f3leo de soja (Emos) para uso em motores ciclo diesel. A iniciativa se deu por meio de acordo de coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica entre CMTC\/MBB, Ind\u00fastrias Qu\u00edmicas Taubat\u00e9 e Secretaria de Tecnologia Industrial do Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio. Os resultados t\u00e9cnicos e operacionais da \u00e9poca, principalmente de regulagem para funcionamento do motor com esse novo combust\u00edvel, foram importantes para recente uso de combust\u00edveis de origem vegetal na frota municipal.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra experi\u00eancia deu-se no in\u00edcio da d\u00e9cada de 1990, \u00e9poca em que foi promulgada a Lei 10.950, que dispunha sobre o uso de g\u00e1s natural como combust\u00edvel dos \u00f4nibus urbanos e estabelecia o prazo de dez anos para convers\u00e3o de toda a frota municipal. N\u00e3o havia, contudo, previs\u00e3o de cad\u00eancia, pois entendeu o legislador que, \u00e0 \u00e9poca, ainda n\u00e3o existia tecnologia suficientemente desenvolvida para estabelecer cronograma de convers\u00e3o. Assim, a mudan\u00e7a poderia ocorrer integralmente no \u00faltimo ano do prazo estabelecido. Apontados os problemas pelo corpo t\u00e9cnico da CMTC, como provoca\u00e7\u00e3o aos engenheiros \u2013 e parodiando John F. Kennedy e seu desafio aos cientistas americanos para que mandassem o homem \u00e0 Lua \u2013, a diretoria da empresa afirmava que o poder p\u00fablico criara um fato e cabia aos profissionais operacionaliz\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n<p>Para levar adiante o projeto, celebrou-se ent\u00e3o um conv\u00eanio de coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica entre CMTC, Daimler Chrysler (MBB), BR Distribuidora e Comg\u00e1s para o desenvolvimento do uso do g\u00e1s natural como combust\u00edvel. Em uma primeira etapa do programa, o g\u00e1s era utilizado em motores ciclo diesel, adaptados com kit de convers\u00e3o para possibilitar a queima. Mais \u00e0 frente, com a decis\u00e3o da Daimler Chrysler mundial em transferir a \u00e1rea de engenharia e projetos de motores para as instala\u00e7\u00f5es em S\u00e3o Bernardo do Campo, foram feitos investimentos t\u00e9cnicos e financeiros para o desenvolvimento do motor ciclo Otto para queima do g\u00e1s metano sem necessidade de kit de adapta\u00e7\u00e3o\/convers\u00e3o. No in\u00edcio do projeto, o g\u00e1s de origem geol\u00f3gica era transportado por carretas feixes para abastecer a frota piloto.<\/p>\n\n\n\n<p>Como se v\u00ea, dos pontos de vista t\u00e9cnico, econ\u00f4mico e financeiro, durante o curso de todo o desenvolvimento, a empresa estatal CMTC sempre esteve \u00e0 frente do projeto, investindo em recursos humanos e financeiros, objetivando a busca de resultados t\u00e9cnicos operacionais para atender aos requisitos do projeto. Por minha participa\u00e7\u00e3o ativa nesses desenvolvimentos, formei opini\u00e3o de que todo e qualquer desenvolvimento tecnol\u00f3gico que vise ao bem-estar da popula\u00e7\u00e3o, inclusive a forma\u00e7\u00e3o de m\u00e3o de obra especializada para sustenta\u00e7\u00e3o do projeto, \u00e9 de responsabilidade exclusiva do Estado. Tal se d\u00e1 como requisito para dar garantia de viabilidade t\u00e9cnica e seguran\u00e7a jur\u00eddica ao mercado, como vimos no desenvolvimento do programa do uso do g\u00e1s metano do esgoto como combust\u00edvel que iniciou com a CMTC, MBB e Sabesp e seguiu com CMTC, Comg\u00e1s e BR Distribuidora.<\/p>\n\n\n\n<p>Tudo isso s\u00f3 foi poss\u00edvel pela lideran\u00e7a da CMTC, que alocou seu competente quadro de engenharia ao projeto e, como investimento, adquiriu frotas experimentais para levar a bom termo o programa, cabendo aos outros parceiros, no caso do projeto g\u00e1s natural, \u00e0 Comg\u00e1s e \u00e0 BR Distribuidora, assumirem a log\u00edstica do transporte do combust\u00edvel para S\u00e3o Paulo. Conclu\u00edda a fase experimental do programa, depois de ajustes t\u00e9cnicos necess\u00e1rios principalmente na regulagem dos motores e na composi\u00e7\u00e3o do g\u00e1s natural, a CMTC adquiriu uma frota maior, alocando-a em uma garagem espec\u00edfica, Garagem Araguaia, tendo como objetivo a facilita\u00e7\u00e3o do controle t\u00e9cnico, a seguran\u00e7a operacional e o treinamento e forma\u00e7\u00e3o e especializa\u00e7\u00e3o de pessoal da manuten\u00e7\u00e3o e opera\u00e7\u00e3o. Nessa fase, coube \u00e0 Comg\u00e1s e \u00e0 BR Distribuidora a responsabilidade de instala\u00e7\u00e3o e opera\u00e7\u00e3o de um posto de abastecimento de g\u00e1s natural exclusivo para atender \u00e0 frota do programa. Assim, deu-se continuidade ao acompanhamento da frota de teste. Nessa etapa, a experi\u00eancia ainda continuava com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 tecnologia dos motores, sua confiabilidade, tempos de abastecimento, qualidade do g\u00e1s e emiss\u00e3o de poluentes, principalmente dos \u00f3xidos de nitrog\u00eanio (NOx), que ainda era muito elevada. Eram necess\u00e1rios ajustes com regulagens, principalmente na rela\u00e7\u00e3o estequiom\u00e9trica, que seguiam os par\u00e2metros de leitura de equipamento instalado na sa\u00edda do escapamento dos ve\u00edculos.<\/p>\n\n\n\n<p>Estavam tamb\u00e9m em an\u00e1lise os resultados da seguran\u00e7a operacional e outros ajustes t\u00e9cnicos ainda pendentes de revis\u00e3o de projeto, quando em 1993, as atividades operacionais da CMTC foram privatizadas. Diante desse fato, para continuidade do projeto e para cumprimento do disposto na lei, coube unicamente \u00e0 sucessora da CMTC, a SPTrans, para n\u00e3o sofrer penaliza\u00e7\u00f5es, emitir ordens de servi\u00e7o para aquisi\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos movidos a g\u00e1s natural pelas empresas privadas operadoras do sistema de transporte da cidade: Via\u00e7\u00e3o Santa Madalena e a Gatusa.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando a CMTC estava \u00e0 frente do programa, a todo problema verificado, principalmente quebra e falta de confiabilidade da frota, havia uma solu\u00e7\u00e3o, pois a companhia tinha reserva t\u00e9cnica de ve\u00edculos, o que n\u00e3o valia para as empresas privadas, j\u00e1 que a remunera\u00e7\u00e3o da reserva operacional contemplava apenas 8%.<\/p>\n\n\n\n<p>Em dezembro de 2001, foi publicada a Lei 13.242, decorrente do Projeto Lei 539\/2001, proposto pelo Executivo municipal, que dispunha sobre a organiza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de transporte coletivo urbano de passageiros na cidade de S\u00e3o Paulo, revogando a Lei 10.950. Essa engenharia pol\u00edtica interrompeu a conclus\u00e3o do desenvolvimento do uso do g\u00e1s natural pretendido.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais recentemente, a Lei 16.802 deu nova reda\u00e7\u00e3o ao artigo 50 da Lei 14.033\/09, estabelecendo prazos e redu\u00e7\u00f5es dos n\u00edveis de poluentes e proibindo combust\u00edveis de origem f\u00f3ssil. Com isso, demonizou-se definitivamente o g\u00e1s natural de origem geol\u00f3gica como combust\u00edvel de tra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas altern\u00e2ncias err\u00e1ticas de objetivos, remete-me a uma reflex\u00e3o. No passado, quando o sistema de transporte era tracionado por animais, havia uma preocupa\u00e7\u00e3o importante das autoridades com o volume de dejetos e o g\u00e1s metano gerado pela fermenta\u00e7\u00e3o desses. Para buscar solu\u00e7\u00e3o ao problema, foi constitu\u00edda uma comiss\u00e3o de estudos composta por not\u00e1veis cientistas e engenheiros. A partir disso, criou-se o motor de combust\u00e3o. Essa revolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica resolveu o problema conhecido, mas gerou um n\u00e3o vislumbrado at\u00e9 ent\u00e3o, que s\u00e3o as emiss\u00f5es de poluentes. Atualmente, prestigiamos a energia de tra\u00e7\u00e3o el\u00e9trica, o diesel vegetal HVO e outros. Haver\u00e1, nessas alternativas, riscos \u00e0 sa\u00fade humana e ao ambiente ainda n\u00e3o identificados? Veremos.<\/p>\n\n\n\n<p>De qualquer forma, o que a experi\u00eancia demonstra \u00e9 que, para que programas que visem o bem-estar da popula\u00e7\u00e3o e a melhoria do ambiente com a redu\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de poluentes na cidade de S\u00e3o Paulo n\u00e3o sofram solu\u00e7\u00e3o de continuidade, deve ser responsabilidade do Estado a aquisi\u00e7\u00e3o de frota experimental. Para operar, fazer manuten\u00e7\u00e3o e cumprir outros requisitos de interesse do poder p\u00fablico, contrata-se uma empresa privada por meio da devida licita\u00e7\u00e3o. Tudo isso com acompanhamento das equipes de engenharia da SPTrans e das empresas parceiras no programa.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Por Edilson Reis, diretor-secret\u00e1rio do Sindicato dos Engenheiros no Estado de S\u00e3o Paulo (SEESP) e membro do Conselho Assessor de Transporte e Mobilidade da entidade<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Artigo compartilhado do site do Sindicato dos Engenheiros no Estado de S\u00e3o Paulo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para que programas que visem o bem-estar da popula\u00e7\u00e3o e a melhoria do ambiente com a redu\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de poluentes na cidade de S\u00e3o Paulo n\u00e3o sofram solu\u00e7\u00e3o de continuidade, deve ser responsabilidade do Estado a aquisi\u00e7\u00e3o de frota experimental<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":2317,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"off","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[90],"tags":[],"class_list":["post-2316","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","et-has-post-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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