{"id":2544,"date":"2020-03-20T13:54:00","date_gmt":"2020-03-20T16:54:00","guid":{"rendered":"https:\/\/vila8.com.br\/clientes\/autobus\/?p=2544"},"modified":"2021-06-25T12:42:19","modified_gmt":"2021-06-25T15:42:19","slug":"os-mercedoes-rodoviarios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=2544","title":{"rendered":"Os merced\u00f5es rodovi\u00e1rios"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\">N<em><strong>ostalgia<\/strong><\/em><\/h3>\n\n\n\n<p>Durante os meados da d\u00e9cada de 1960 e in\u00edcio dos anos de 1970, a montadora Mercedes-Benz do Brasil, dando continuidade ao seu plano de desenvolver e oferecer ve\u00edculos ajustados ao transporte de passageiros, apresenta ao mercado dois modelos que se completaram pelas caracter\u00edsticas que elevaram o n\u00edvel operacional em uma \u00e9poca marcada por \u00f4nibus mais simples. A fabricante disponibilizava os chassis para encarro\u00e7amento ou as suas vers\u00f5es integrais, com os chamados monoblocos (carro\u00e7aria e chassi unidos de f\u00e1brica).<\/p>\n\n\n\n<p>Dando sequ\u00eancia \u00e0 sua linha de produtos completos, iniciada no final dos anos de 1950 com a vers\u00e3o O321, a marca apresenta, em 1965, seu novo modelo O326, reconhecido por ser um projetado inovador, sendo um verdadeiro \u00f4nibus, proporcionando o m\u00e1ximo conforto, seguran\u00e7a e economia. Segundo a marca na \u00e9poca de sua divulga\u00e7\u00e3o, o ve\u00edculo n\u00e3o era um \u00f4nibus montado sobre um chassi de caminh\u00e3o. Ele fora pensado sem improviso, com o intuito de promover seguran\u00e7a, conforto e rentabilidade, com mais estabilidade, \u00f3timo desempenho e menor peso.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/uploads\/images\/2020\/03\/663-1584723416.jpg\" alt=\"Os merced\u00f5es rodovi\u00e1rios\" title=\"Os merced\u00f5es rodovi\u00e1rios\"\/><\/figure>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-preformatted\"><em><strong>Em seus prim\u00f3rdios, a operadora mineira Irm\u00e3os Teixeira apostaram no modelo O326<\/strong><\/em><\/pre>\n\n\n\n<p>O novo ve\u00edculo era maior, com 11,18 metros de comprimento, trazendo o motor OM 326 (nomenclatura que serviu de inspira\u00e7\u00e3o para o nome do \u00f4nibus) de 193 cv de pot\u00eancia (a primeira gera\u00e7\u00e3o), seis cilindros, transmiss\u00e3o com cinco marchas, freio hidr\u00e1ulico conjugado com ar comprimido, dire\u00e7\u00e3o hidr\u00e1ulica, suspens\u00e3o por molas e freio motor com maior garantia nas frenagens.<\/p>\n\n\n\n<p>A est\u00e9tica do modelo era composta pelas linhas com cantos arredondados, janelas inclinadas e uma \u00e1rea frontal modernizada para a \u00e9poca, com far\u00f3is retangulares (conceito europeu), mas sem fugir da identidade aplicada nos modelos O321, na \u00e9poca conhecidos por \u201cbicudinhos\u201d. Outro detalhe era a sua sa\u00edda de emerg\u00eancia, composta por uma pequena porta localizada no lado esquerdo da carro\u00e7aria, pr\u00f3xima ao eixo traseiro. Foi o \u00faltimo modelo de \u00f4nibus da Mercedes a ter esse mecanismo de escape em caso de acidente -outros que viriam depois j\u00e1 incorporavam janelas de emerg\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m chamado de \u201cbicud\u00e3o\u201d ou \u201cmerced\u00e3o\u201d, apelidos carinhosos dados ao O326 em virtude de sua frente inclinada e a maior pot\u00eancia do motor traseiro, mostrava a competitividade da marca Mercedes frente a concorr\u00eancia (Scania e FNM) que ofereciam ao mercado os seus chassis com propulsores localizados na frente e mais possantes. Para a montadora da estrela de tr\u00eas pontas, ter em seu portf\u00f3lio um ve\u00edculo diferenciado era sua estrat\u00e9gia comercial para atender nichos espec\u00edficos com uma configura\u00e7\u00e3o evolu\u00edda e vi\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/uploads\/images\/2020\/03\/663-1584723462.jpg\" alt=\"Os merced\u00f5es rodovi\u00e1rios\" title=\"Os merced\u00f5es rodovi\u00e1rios\"\/><\/figure>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-preformatted\"><em><strong>As linhas cl\u00e1ssicas do O326<\/strong><\/em><\/pre>\n\n\n\n<p>Alguns anos depois de sua apresenta\u00e7\u00e3o, estando consagrado no transporte rodovi\u00e1rio e de turismo no Brasil, a Mercedes-Benz promoveu algumas modifica\u00e7\u00f5es no desenho e na parte mec\u00e2nica do referido modelo, abrindo as portas para que um novo ve\u00edculo chegasse tempos mais tarde. Duas altera\u00e7\u00f5es marcaram a nova gera\u00e7\u00e3o do O326 \u2013 o desenho externo de sua \u00e1rea frontal, mais reto, e a incorpora\u00e7\u00e3o de um novo propulsor, o OM-355\/6, com seis cilindros, quatro tempos e inje\u00e7\u00e3o direta, al\u00e9m dos 200 cv de pot\u00eancia, permitindo vencer aclives e manter a velocidade m\u00e9dia constante.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois de aposentada a produ\u00e7\u00e3o do O326, chegou a vez da vers\u00e3o O355 (nome dado em fun\u00e7\u00e3o do novo motor), modelo que ficou conhecido em muitas empresas como o \u201cjat\u00e3o 355\u201d. Em linhas gerais, a est\u00e9tica manteve as mesmas formas de seu antecessor, por\u00e9m com alguns detalhes novos, como os far\u00f3is dianteiros e o desenho da porta, mas sempre com os tra\u00e7os caracter\u00edsticos proporcionados pela marca da estrela, o que sustentou o sucesso comercial de seus ve\u00edculos no cen\u00e1rio nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>A Mercedes destacava em seu monobloco O355 a constru\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica por meio da dire\u00e7\u00e3o hidr\u00e1ulica, da suspens\u00e3o que garantia mais conforto, a efici\u00eancia dos sistemas de freio (hidr\u00e1ulico, de servi\u00e7o e motor) e os bagageiros passantes, com espa\u00e7o para acomodar malas e encomendas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/uploads\/images\/2020\/03\/663-1584723491.jpg\" alt=\"Os merced\u00f5es rodovi\u00e1rios\" title=\"Os merced\u00f5es rodovi\u00e1rios\"\/><\/figure>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-preformatted\"><em><strong>O motorz\u00e3o 355 de seis cilindros<\/strong><\/em><\/pre>\n\n\n\n<p>Dentre as vers\u00f5es citadas, ambas podiam receber WC e uma pequena copa para os servi\u00e7os de refei\u00e7\u00e3o a bordo, permitindo conforto extra em viagens de longas dist\u00e2ncias. Completando a comodidade aos passageiros, eram oferecidas as poltronas em duas cores, estofadas com espessas camadas de espuma, tanto na vers\u00e3o convencional, como na categoria leito.<\/p>\n\n\n\n<p>E a estrutura dos ve\u00edculos, composta pela plataforma auto portante e carro\u00e7aria, formando o conceito monobloco ou integral, associava racionalmente grande resist\u00eancia \u00e0 tor\u00e7\u00e3o com reduzido peso, aspecto tamb\u00e9m ressaltado pela estrela de tr\u00eas pontas.<\/p>\n\n\n\n<p>De norte a sul, os monoblocos O326 e O355 cruzaram o Brasil, interligando as remotas regi\u00f5es com as grandes \u00e1reas urbanizadas no contexto da integra\u00e7\u00e3o brasileira e o peculiar ronco do motor OM-355 conquistou muitos f\u00e3s pelo Pa\u00eds a fora.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, alguns entusiastas preservam o modelo, como \u00e9 o caso da transportadora mineira Irm\u00e3os Teixeira, com seu O355 em perfeito estado de conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00famero de produ\u00e7\u00e3o:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O326 Integral: 1965 a 1975 \u2013 2.412 unidades<\/p>\n\n\n\n<p>Plataforma O326 (encarro\u00e7amento de terceiros): 1967 a 1974 \u2013 376 unidades<\/p>\n\n\n\n<p>O355 Integral: 1972 a 1978 \u2013 3.421 unidades<\/p>\n\n\n\n<p>Plataforma O355 (encarro\u00e7amento de terceiros): 1972 a 1978 \u2013 1.797 unidades<\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>Abaixo, mais algumas imagens dos referidos modelos<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/uploads\/images\/2020\/03\/663-1584723522.jpg\" alt=\"Os merced\u00f5es rodovi\u00e1rios\" title=\"Os merced\u00f5es rodovi\u00e1rios\"\/><\/figure>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-preformatted\"><em><strong>O modelo O326 em sua nova vers\u00e3o est\u00e9tica<\/strong><\/em><\/pre>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/uploads\/images\/2020\/03\/663-1584723582.jpg\" alt=\"Os merced\u00f5es rodovi\u00e1rios\" title=\"Os merced\u00f5es rodovi\u00e1rios\"\/><\/figure>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-preformatted\"><em><strong>Propaganda antiga do O326 enfatizando seu desempenho<\/strong><\/em><\/pre>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/uploads\/images\/2020\/03\/663-1584723628.jpg\" alt=\"Os merced\u00f5es rodovi\u00e1rios\" title=\"Os merced\u00f5es rodovi\u00e1rios\"\/><\/figure>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-preformatted\"><em><strong>O monobloco O355 foi o escolhido por muitas empresas rodovi\u00e1rias do Brasil<\/strong><\/em><\/pre>\n\n\n\n<p>Imagens &#8211; Arquivo Mercedes-Benz, Irm\u00e3os Teixeira e Lineu Carneiro Saraiva<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A segunda fase dos \u00f4nibus monoblocos produzidos pela Mercedes-Benz no Brasil contemplou a chegada de dois modelos mais possantes idealizados para o transporte estradeiro<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":2545,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"off","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[90],"tags":[],"class_list":["post-2544","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","et-has-post-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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