{"id":2781,"date":"2020-07-06T09:45:00","date_gmt":"2020-07-06T12:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/vila8.com.br\/clientes\/autobus\/?p=2781"},"modified":"2021-06-25T14:15:42","modified_gmt":"2021-06-25T17:15:42","slug":"a-onda-verde-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=2781","title":{"rendered":"A onda verde"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><em><strong>Editorial<\/strong><\/em><\/h3>\n\n\n\n<p>(Reeditado)<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m de onda verde, tamb\u00e9m podemos chamar de onda el\u00e9trica, pois, ao que tudo indica, a eletricidade movimentar\u00e1, em um futuro muito pr\u00f3ximo, grande parte dos \u00f4nibus no transporte coletivo das cidades. Pelo mundo afora, o in\u00edcio de uma mobiliza\u00e7\u00e3o que visa substituir as frotas do ve\u00edculo movidas a diesel por um modelo limpo de tra\u00e7\u00e3o \u00e9 representado por in\u00fameros exemplos de iniciativas na opera\u00e7\u00e3o de \u00f4nibus movidos a baterias.<\/p>\n\n\n\n<p>Ali\u00e1s, \u00e9 bom que se diga que a energia el\u00e9trica n\u00e3o \u00e9 nenhuma novidade para mover o \u00f4nibus. Desde o final do s\u00e9culo 19, o princ\u00edpio da tecnologia dos motores el\u00e9tricos no modal concebeu a primeira vers\u00e3o do tr\u00f3lebus, um modelo conectado \u00e0 rede a\u00e9rea que permitiu um transporte livre das emiss\u00f5es poluentes e de ru\u00eddos. A seguir, as baterias tamb\u00e9m surgiram no contexto veicular. Desde sua cria\u00e7\u00e3o, o tr\u00f3lebus foi adotado no mundo todo, sendo sucesso, principalmente em muitas cidades europeias. O Brasil o conheceu em 1949, sendo S\u00e3o Paulo a primeira cidade a utiliz\u00e1-lo. Ainda hoje, 200 unidades rodam pela maior cidade latino-americana.<\/p>\n\n\n\n<p>Dos tr\u00f3lebus para os modelos movidos 100% a baterias. Talvez essa evolu\u00e7\u00e3o seja compreendida pela independ\u00eancia operacional do ve\u00edculo que n\u00e3o necessita de uma infraestrutura composta por uma rede a\u00e9rea em seu trajeto, fato que exige investimento, planejamento e manuten\u00e7\u00e3o constante. Precisamos lembrar que a bateria tamb\u00e9m necessita de infraestrutura nas garagens ou em pontos determinados para a recarga, sendo que a rede de energia nestes locais deve ser ampliada, tendo maior capacidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos planos de desenvolvimento dos atuais \u00f4nibus el\u00e9tricos contemplam-se o uso de tecnologias modernas, como as baterias de l\u00edtio ou outros componentes qu\u00edmicos, a recarga r\u00e1pida delas, al\u00e9m de uma autonomia considerada vi\u00e1vel pelas fabricantes, o que proporciona custo operacional otimizado. E os principais nomes da ind\u00fastria mundial do \u00f4nibus, como Alexander Dennis, Mercedes-Benz, Scania, Volvo, Irizar,&nbsp;MAN, Solaris, BYD, New Flyer, Hess, Iveco e Van Hool, est\u00e3o engajados em projetos e desenvolvimentos que buscam o ve\u00edculo mais adequado.<\/p>\n\n\n\n<p>Programas governamentais de diversos pa\u00edses j\u00e1 investem nesse tipo de ve\u00edculo. Cinco grandes cidades alem\u00e3s, por exemplo, querem ter cerca de 5.000 \u00f4nibus el\u00e9tricos em opera\u00e7\u00e3o at\u00e9 o ano de 2030. Isso n\u00e3o para por a\u00ed, pois outros munic\u00edpios da Alemanha seguir\u00e3o o exemplo e, tamb\u00e9m, investir\u00e3o em frotas limpas. A qualidade e a expectativa de vida da popula\u00e7\u00e3o contam muitos pontos nessa transi\u00e7\u00e3o, devido as leis ambientais cada vez mais restritivas em termos de emiss\u00f5es.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m h\u00e1 na Am\u00e9rica do Norte iniciativas que visam oferecer um transporte eletrificado por meio da ado\u00e7\u00e3o de \u00f4nibus com tra\u00e7\u00e3o a baterias. A China \u00e9 o maior exemplo mundial no uso dessa vers\u00e3o, com mais de 300 mil unidades e ampliando com rapidez sua frota.<\/p>\n\n\n\n<p>A movimenta\u00e7\u00e3o vista em outros continentes contagiou a Am\u00e9rica Latina. Santiago, no Chile, mostrou que quer ser l\u00edder na eletromobilidade, com a aquisi\u00e7\u00e3o de quase 1.000 \u00f4nibus el\u00e9tricos a baterias produzidos por marcas chinesas. As cidades colombianas de Medell\u00edn e Bogot\u00e1 seguiram o exemplo e anunciaram investimentos em significativas frotas. Guayaquil (Equador) tamb\u00e9m comprou sua frota de \u00f4nibus el\u00e9tricos.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o Paulo investiu em sua frota piloto com 15 \u00f4nibus para atender uma determinada regi\u00e3o da cidade, dando a largada para uma opera\u00e7\u00e3o que avaliar\u00e1 suas vantagens e a viabilidade t\u00e9cnica. Alguns outros exemplos brasileiros, vistos em cidades como Bauru, Campinas, Uberl\u00e2ndia e Volta Redonda, d\u00e3o ao Pa\u00eds a chance de engatinhar nesse segmento.<\/p>\n\n\n\n<p>Como se v\u00ea, a eletricidade \u00e9 um caminho sem volta e deve predominar nos sistemas urbanos. Os benef\u00edcios ambientais promovidos por ela nos \u00f4nibus s\u00e3o indiscut\u00edveis, principalmente neste momento em que pesa a necessidade por novos modelos de tra\u00e7\u00e3o limpa na matriz energ\u00e9tica do transporte, em atendimento ao que a Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre Mudan\u00e7a Clim\u00e1tica (COP 21) e suas extens\u00f5es referem-se em termos de redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es poluentes. Nesse mesmo contexto, a lei municipal paulistana n\u00b0 16.802 de janeiro de 2018 \u00e9 um instrumento que visa o estabelecimento de uma pol\u00edtica para a opera\u00e7\u00e3o de \u00f4nibus com tra\u00e7\u00e3o limpa, dentre eles, os ve\u00edculos el\u00e9tricos. Se obtiver sucesso, n\u00e3o haver\u00e1 d\u00favidas que o mercado brasileiro do transporte se movimentar\u00e1 no sentido da sustentabilidade ambiental.<\/p>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m, algumas perguntas ainda ficam no ar no que tange \u00e0 opera\u00e7\u00e3o el\u00e9trica. Os tr\u00f3lebus herdaram uma conota\u00e7\u00e3o antiga, presa \u00e0 uma rede a\u00e9rea, aspecto que exige boa manuten\u00e7\u00e3o da infraestrutura e representa uma polui\u00e7\u00e3o visual. Por\u00e9m, tem seu lado positivo alcan\u00e7ado por uma opera\u00e7\u00e3o eficiente em corredores exclusivos, com pavimento de qualidade, podendo transportar o mesmo n\u00famero de passageiros que um \u00f4nibus vers\u00e3o a diesel.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 os modelos a baterias s\u00e3o os preferidos por sua flexibilidade. Ganham espa\u00e7o a cada dia, entretanto ainda precisam apresentar respostas t\u00e9cnicas, principalmente em seus sistemas de armazenamento de energia, bem como de recarga. Todas as montadoras de \u00f4nibus est\u00e3o desenvolvendo novas ferramentas e recursos seguindo esse contexto, com o avan\u00e7o cada vez mais r\u00e1pido da tecnologia dos bancos de energia, tornando-os mais eficientes, leves e baratos, fato que permitir\u00e1 que esta vers\u00e3o de \u00f4nibus possa ser ainda mais competitiva em um futuro pr\u00f3ximo frente ao tr\u00f3lebus.<\/p>\n\n\n\n<p>Para se ter um exemplo, no desafio de se obter um layout interno dos ve\u00edculos el\u00e9tricos capaz de levar mais passageiros, afinal, quanto mais baterias para uma maior autonomia, mais peso ao \u00f4nibus e menor o espa\u00e7o para o passageiro, j\u00e1 existem no mercado as tecnologias de recarga r\u00e1pida para garagens ou terminais, com os sistemas de pant\u00f3grafos ou por wireless, esta \u00faltima uma inovadora gera\u00e7\u00e3o de abastecimento de eletricidade, que pode ser instalada no pavimento (pontos de \u00f4nibus) das vias, permitindo a redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de baterias instaladas nos ve\u00edculos.&nbsp; &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Este editorial teve acesso \u00e0 um documento produzido pelo C40 Cities e SPTrans sobre aspectos t\u00e9cnicos e financeiros referentes \u00e0 frota piloto paulistana. De acordo com o estudo, testes operacionais entre os anos de 2015 e 2018 mostraram que um modelo el\u00e9trico consumiu 1,74 kW\/h de energia por quil\u00f4metro, com custo a R$ 0,89 por quil\u00f4metro, enquanto o diesel tem um custo que chega R$ 1,92 o quil\u00f4metro. No que tange \u00e0 frota piloto, compreendendo os meses de dezembro de 2019 a mar\u00e7o de 2020, o levantamento comparativo entre as tecnologias das baterias, tr\u00f3lebus e diesel apresentaram os seguintes resultados \u2013 consumo energ\u00e9tico por quil\u00f4metro: 1,62 kW\/h, 2,95 kW\/h e 0,63 l, respectivamente. Em rela\u00e7\u00e3o aos custos por quil\u00f4metro, R$ 0,729, R$ 1,75 e R$ 1,95, respectivamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Outros dados informados no documento relatam pre\u00e7os comparativos entre as tecnologias dos motores el\u00e9tricos e a diesel, como por exemplo, o valor de aquisi\u00e7\u00e3o dos ve\u00edculos, tendo o modelo el\u00e9trico um pre\u00e7o de R$ 718 mil (\u00f4nibus completo, outubro de 2019) e a vers\u00e3o a diesel de R$ R$ 544.600,00 (\u00f4nibus completo, maio de 2018). O valor mais atrativo de \u00f4nibus el\u00e9trico \u00e9 em virtude da possibilidade de se alugar as baterias, aspecto que permite essa redu\u00e7\u00e3o. Assim, em outubro de 2019, o aluguel das mesmas tinha o valor de R$ 9.500,00 (mensal) e o da infraestrutura de recarga de R$ 1.250,00 (mensal).<\/p>\n\n\n\n<p>O que prevalecer\u00e1? Talvez uma rede combinada, formada por sistemas exclusivos com tr\u00f3lebus e ve\u00edculos maiores 100% a baterias operando em corredores de BRT (Tr\u00e2nsito R\u00e1pido de \u00d4nibus), que poder\u00e3o ser alimentados pela sobra de energia dos outros modais, como o metr\u00f4 e os trens, e outros modelos equipados com baterias sendo utilizados em linhas alimentadoras ou mesmo em \u00e1reas centrais das grandes cidades devido as restri\u00e7\u00f5es de tombamento de edif\u00edcios e\/ou centros hist\u00f3ricos. A equa\u00e7\u00e3o financeira devido a racionaliza\u00e7\u00e3o operacional, os contratos com suporte ao investimento e os custos de energia el\u00e9trica de cada uma das solu\u00e7\u00f5es ser\u00e3o as respostas.<\/p>\n\n\n\n<p>Imagem &#8211; Revista AutoBus<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A eletricidade deixou de ser uma tend\u00eancia na tra\u00e7\u00e3o do transporte coletivo feito pelo \u00f4nibus para ocupar um lugar de destaque nos pr\u00f3ximos anos nos cen\u00e1rios urbanos<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":2782,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"off","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-2781","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-conexao-mobilidade","et-has-post-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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