{"id":3248,"date":"2021-01-11T15:35:00","date_gmt":"2021-01-11T18:35:00","guid":{"rendered":"https:\/\/vila8.com.br\/clientes\/autobus\/?p=3248"},"modified":"2021-06-26T12:13:52","modified_gmt":"2021-06-26T15:13:52","slug":"transporte-urbano-expectativas-para-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=3248","title":{"rendered":"Transporte urbano &#8211; expectativas para 2021"},"content":{"rendered":"\n<p><em><strong>Por Franscisco Christovam &#8211; assessor especial do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de S\u00e3o Paulo \u2013 SPUrbanuss&nbsp;<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O setor dos transportes urbanos de passageiros come\u00e7a o ano de 2021 com uma certa dose de preocupa\u00e7\u00e3o e de frusta\u00e7\u00e3o. Mas, ao mesmo tempo, com uma grande esperan\u00e7a na constru\u00e7\u00e3o de um ambiente de trabalho mais interessante e prop\u00edcio para todos os agentes envolvidos na produ\u00e7\u00e3o desses servi\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 p\u00fablico e not\u00f3rio que a pandemia deixou as empresas operadoras, principalmente aquelas que atuam em cidades de m\u00e9dio e grande portes, numa situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mico-financeira extremamente delicada. Se ainda existe alguma d\u00favida sobre as dificuldades enfrentadas por essas empresas, certamente, isso deve ser debitado \u00e0 ignor\u00e2ncia, m\u00e1-f\u00e9, interesses escusos ou absoluto desconhecimento da realidade do setor.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois de um enorme esfor\u00e7o feito pelas entidades de classe, que representam os \u00f3rg\u00e3os de gest\u00e3o e as empresas operadoras que militam nessa \u00e1rea, o Projeto de Lei 3364\/2020, que busca garantir o repasse de recursos a Estados, Distrito Federal e Munic\u00edpios, em car\u00e1ter emergencial, no montante de R$ 4 bilh\u00f5es, com o objetivo de assegurar a presta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o de transporte p\u00fablico coletivo de passageiros e de reequilibrar os contratos impactados pelos efeitos da pandemia da Covid-19, foi aprovado pela C\u00e2mara Federal e pelo Senado, em agosto e novembro, do ano passado, respectivamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, argumentos supostamente t\u00e9cnicos apresentados pelo Minist\u00e9rio da Economia levaram o Presidente da Rep\u00fablica a vetar, na \u00edntegra, a proposta que previa o repasse de R$ 1,2 bilh\u00e3o para os Estados e Distrito Federal e de R$ 2,8 bilh\u00f5es para os Munic\u00edpios, com popula\u00e7\u00e3o superior a 200 mil habitantes. H\u00e1 um pedido de audi\u00eancia com o Presidente em curso e o veto ainda pode ser derrubado pelo Congresso Nacional; mas, n\u00e3o ser\u00e1 nada f\u00e1cil reverter essa situa\u00e7\u00e3o, pelas mais diversas raz\u00f5es de ordem t\u00e9cnica, institucional ou mesmo pol\u00edtica.<\/p>\n\n\n\n<p>Dessa forma, as empresas operadoras que est\u00e3o conseguindo lidar com a crise provocada pela pandemia n\u00e3o devem contar com essa ajuda financeira a curto prazo; por\u00e9m, devem continuar trabalhando com demandas reduzidas, press\u00f5es para a melhoria da qualidade dos servi\u00e7os e para o cumprimento das exig\u00eancias sanit\u00e1rias, restri\u00e7\u00f5es tarif\u00e1rias e or\u00e7ament\u00e1rias e a assun\u00e7\u00e3o plena de todos os riscos inerentes ao desequil\u00edbrio entre a oferta e a demanda de passageiros.<\/p>\n\n\n\n<p>Infelizmente, essa \u00e9 a dura realidade e o grande desafio a ser enfrentado pelas empresas respons\u00e1veis pelos deslocamentos da maioria da popula\u00e7\u00e3o das cidades brasileiras, independentemente do tamanho dos munic\u00edpios, da qualidade dos servi\u00e7os prestados ou da quantidade e dos motivos das viagens realizadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, em paralelo, todos os munic\u00edpios brasileiros iniciam o ano com novas administra\u00e7\u00f5es, sejam elas sob responsabilidade de novos prefeitos ou de prefeitos reeleitos. Nem \u00e9 preciso lembrar que promessas e compromissos para melhorar o n\u00edvel dos atendimentos e a qualidade dos servi\u00e7os oferecidos \u00e0 popula\u00e7\u00e3o foram feitos com o objetivo principal de angariar votos e, quase sempre, descolados da qualquer estudo t\u00e9cnico ou da preocupa\u00e7\u00e3o com a exequibilidade das propostas apresentadas. De qualquer forma, na maioria das cidades, muito provavelmente, as novas administra\u00e7\u00f5es dever\u00e3o criar condi\u00e7\u00f5es prop\u00edcias \u00e0 negocia\u00e7\u00e3o com as empresas operadoras, com vistas \u00e0 continuidade da presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora, mais uma vez, as entidades de classe representativas do setor tenham se preocupado com a real situa\u00e7\u00e3o dos transportes urbanos e produzido um alentado documento intitulado \u201cGuia Elei\u00e7\u00f5es 2020 \u2013 Como ter um transporte p\u00fablico eficiente, barato e com qualidade na sua cidade\u201d, que poder\u00e1 servir de orienta\u00e7\u00e3o para a elabora\u00e7\u00e3o dos planos, programas e projetos de mobilidade, quase todos os novos prefeitos ter\u00e3o que enfrentar a dif\u00edcil tarefa de reorganizar o transporte de passageiros de suas cidades, revendo a rela\u00e7\u00e3o entre o poder p\u00fablico e as empresas operadoras, bem como renegociando os contratos de concess\u00e3o, para garantir a presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os, conforme as necessidades e as possibilidades de cada localidade. &nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nas cidades onde as empresas n\u00e3o conseguiram superar as dificuldades financeiras e tiveram que interromper a opera\u00e7\u00e3o e devolver os servi\u00e7os ao poder concedente \u2013 de forma amig\u00e1vel ou n\u00e3o \u2013 \u00e9 imprescind\u00edvel que se fa\u00e7am estudos t\u00e9cnicos que possam embasar um processo licitat\u00f3rio, cujas caracter\u00edsticas devem ser totalmente diferentes daquelas que v\u00eam sendo praticadas, ao longo dos tempos.<\/p>\n\n\n\n<p>Deve-se considerar que uma boa contrata\u00e7\u00e3o \u00e9 aquela que consegue atender, concomitantemente, os interesses do \u00f3rg\u00e3o contratante, das empresas operadoras e dos clientes, mais tradicionalmente chamados de usu\u00e1rios. O modelo convencional, onde o poder concedente fica apenas com as fun\u00e7\u00f5es de contrata\u00e7\u00e3o, fiscaliza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os e aplica\u00e7\u00e3o de multas pelo n\u00e3o cumprimento das obriga\u00e7\u00f5es contratuais, sem considerar todas as mudan\u00e7as que aconteceram no setor, nos \u00faltimos dois ou tr\u00eas anos, est\u00e1 fadado ao insucesso.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 preciso entender, de uma vez por todas, que o transporte urbano de passageiros \u00e9 um servi\u00e7o p\u00fablico, essencial e estrat\u00e9gico, de responsabilidade do Estado, cujo objetivo principal deve ser o desenvolvimento humano e socioecon\u00f4mico da sociedade, bem como a realiza\u00e7\u00e3o das atividades que garantam o funcionamento das cidades. &nbsp;Em s\u00edntese, um dever do Estado que pode e deve contar com as empresas privadas para a sua execu\u00e7\u00e3o; por\u00e9m, sem trat\u00e1-lo como um neg\u00f3cio, a ser regido por leis de mercado e que pode operar num ambiente concorrencial e desregulamentado.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse sentido, novamente, as entidades de classe que representam as empresas operadoras que atuam no setor j\u00e1 come\u00e7am a discutir a necessidade de um novo marco legal que possa servir de refer\u00eancia para as novas contrata\u00e7\u00f5es de servi\u00e7os de transporte, que se fizerem necess\u00e1rias ou convenientes.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 por demais sabido que o modelo atual de contrata\u00e7\u00e3o desses servi\u00e7os est\u00e1 visivelmente esgotado e carece de uma nova abordagem e regulamenta\u00e7\u00e3o. Para tanto, \u00e0 semelhan\u00e7a do que, recentemente, foi realizado na \u00e1rea do saneamento b\u00e1sico, o setor come\u00e7a a discutir a necessidade de uma consolida\u00e7\u00e3o das leis que regem a mat\u00e9ria, ao mesmo tempo em que debate a cria\u00e7\u00e3o de um marco referencial, para redefinir os pap\u00e9is do poder concedente e dos prestadores de servi\u00e7os, a n\u00edvel nacional, e reorientar a forma de relacionamento entre os entes contratantes e as empresas operadoras, dentre outros aspectos. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 mais poss\u00edvel pensar em sistemas de transporte urbano sem a exist\u00eancia de um perfeito entrosamento entre os representantes do poder concedente e das empresas operadoras; sem a defini\u00e7\u00e3o clara da quantidade e da qualidade dos servi\u00e7os a serem prestados; sem novos modelos de contrato de concess\u00e3o, baseados na produ\u00e7\u00e3o e na qualidade da oferta e n\u00e3o na quantidade de servi\u00e7os; sem novas fontes de recursos para os investimentos e para o custeio da opera\u00e7\u00e3o; sem infraestrutura e condi\u00e7\u00f5es operacionais adequadas; sem a participa\u00e7\u00e3o dos clientes na defini\u00e7\u00e3o dos atributos das viagens; sem sistemas de monitoramento e controle da opera\u00e7\u00e3o da frota; e sem instrumentos adequados de comunica\u00e7\u00e3o com os clientes, com a sociedade e com os formadores de opini\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Em resumo, se de um lado existe uma certa dose de decep\u00e7\u00e3o com o n\u00edvel de preocupa\u00e7\u00e3o de boa parte das autoridades com a situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mico-financeira das empresas que atuam no setor e com a continuidade da presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os; de outro, o in\u00edcio das novas administra\u00e7\u00f5es, a possibilidade do desenvolvimento de um novo ambiente de trabalho e a cria\u00e7\u00e3o, a m\u00e9dio prazo, de um novo marco legal para os transportes urbanos de passageiros \u00e9, no m\u00ednimo, alvissareiro.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, sem saber quando terminar\u00e3o as restri\u00e7\u00f5es sociais, econ\u00f4micas e sanit\u00e1rias impostas pela pandemia do Covid-19, \u00e9 preciso superar as adversidades suportadas no ano passado e renovar as esperan\u00e7as por dias melhores em 2021!<\/p>\n\n\n\n<p>Imagem &#8211; SPUrbanuss<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o \u00e9 mais poss\u00edvel pensar em sistemas de transporte urbano sem a exist\u00eancia de um perfeito entrosamento entre os representantes do poder concedente e das empresas operadoras<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":3249,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"off","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[90],"tags":[],"class_list":["post-3248","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","et-has-post-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Transporte urbano - expectativas para 2021 - Revista AutoBus<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=3248\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Transporte urbano - expectativas para 2021 - Revista AutoBus\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"N\u00e3o \u00e9 mais poss\u00edvel pensar em sistemas de transporte urbano sem a exist\u00eancia de um perfeito entrosamento entre os representantes do poder concedente e das empresas operadoras\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=3248\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Revista AutoBus\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/antonio.ferro.3150\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2021-01-11T18:35:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2021-06-26T15:13:52+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/transporte-urbano-expectativas-para-2021-1610390207.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1000\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"667\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Antonio Ferro\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Antonio Ferro\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"7 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=3248#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=3248\"},\"author\":{\"name\":\"Antonio Ferro\",\"@id\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/#\/schema\/person\/54af7c3eb83a310e42ef686ef6d16f50\"},\"headline\":\"Transporte urbano &#8211; 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