{"id":3284,"date":"2021-01-25T08:05:00","date_gmt":"2021-01-25T11:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/vila8.com.br\/clientes\/autobus\/?p=3284"},"modified":"2021-06-26T12:22:23","modified_gmt":"2021-06-26T15:22:23","slug":"padronizar-ou-nao-eis-a-questao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=3284","title":{"rendered":"Padronizar ou n\u00e3o, eis a quest\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><em><strong>Por Osvaldo Born<\/strong><\/em><\/h5>\n\n\n\n<p>Gosto n\u00e3o se discute, mas sim se lamenta, diz a m\u00e1xima popular. Mas, quando \u201cpopular\u201d tem a ver com o mais usual dos meios de transporte coletivo do Pa\u00eds, as discuss\u00f5es se acaloram e se ampliam. Ainda mais quando o motivo s\u00e3o outdoors gigantes que transitam 24 horas por dias nas cidades. Estamos falando na identidade visual dos ve\u00edculos de transporte coletivo, ou em termos menos t\u00e9cnicos, a pintura dos \u00f4nibus urbanos.<\/p>\n\n\n\n<p>A discuss\u00e3o tem a ver com as pinturas padronizadas impostas pelo poder p\u00fablico versus identidade visual personalizada por cada empresa. De um lado, os que defendem que cada operador deve seguir sua pr\u00f3pria vontade e pintar os \u00f4nibus de sua propriedade conforme quiser. Do outro lado, aqueles que pregam que o servi\u00e7o \u00e9 uma concess\u00e3o ou autoriza\u00e7\u00e3o do Estado e, portanto, operadores devem seguir as regras ditadas pelo poder p\u00fablico que inclui a pintura dos ve\u00edculos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/uploads\/images\/2021\/01\/906-1611572853.jpg\" alt=\"Padronizar ou n\u00e3o, eis a quest\u00e3o\" title=\"Padronizar ou n\u00e3o, eis a quest\u00e3o\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Isso implica em refletir sobre diversos aspectos. Pinturas padronizadas tendem a ser maioria em sistemas ditos mais \u201corganizados\u201d que geralmente comp\u00f5em uma rede estruturada e que denotam uma interven\u00e7\u00e3o mais intensa do poder p\u00fablico em diversos aspectos, incluindo o visual dos ve\u00edculos e sua identifica\u00e7\u00e3o, tal como a presen\u00e7a de bras\u00f5es, numera\u00e7\u00e3o de ordem e estilo de organiza\u00e7\u00e3o, como cores diferenciadas em faixas ou fundo que identificam tipos de linhas ou categorias do sistema. Pinturas livres tendem a estar presentes em sistemas com menor \u201cm\u00e3o\u201d do Estado sobre os diversos aspectos que comp\u00f5em a opera\u00e7\u00e3o, incluindo a pr\u00f3pria identidade visual dos ve\u00edculos e que chega at\u00e9 a liberdade de oferecer hor\u00e1rios ou tipo de frota conforme seu entendimento da oferta e demanda.<\/p>\n\n\n\n<p>A discuss\u00e3o entre os modelos causa calorosa tens\u00e3o, que vai desde a alega\u00e7\u00e3o do uso das cores relacionadas a bandeiras partid\u00e1rias at\u00e9 a interven\u00e7\u00e3o do poder p\u00fablico na liberdade de se pintar o ve\u00edculo que \u00e9 de propriedade privada. Os que defendem o modelo livre at\u00e9 citam que o empres\u00e1rio pode diferenciar sua opera\u00e7\u00e3o dos demais, pois no caso de pintura padronizada geralmente o nome de operadores n\u00e3o tem destaque e para o usu\u00e1rio acabam todos os \u00f4nibus sendo a mesma coisa, ou seja, o passageiro n\u00e3o sabe se o \u00f4nibus novo ou aquele mal conservado \u00e9 da empresa \u201cx\u201d ou da \u201cy\u201d. Outros ligam, curiosamente, o crit\u00e9rio das pinturas \u00e0 identifica\u00e7\u00e3o pelo usu\u00e1rio do \u00f4nibus que ele toma todos os dias, especialmente em locais atendidos por mais de uma empresa. Ele pode diferenciar a chegada do ve\u00edculo pelas cores que ostenta, de certa forma at\u00e9 aproximando o cliente da empresa. E, ainda, defendem que pinturas livres s\u00e3o uma forma de dar beleza \u00e0 cidade exibindo obras de arte volantes pelas ruas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/uploads\/images\/2021\/01\/906-1611572874.jpg\" alt=\"Padronizar ou n\u00e3o, eis a quest\u00e3o\" title=\"Padronizar ou n\u00e3o, eis a quest\u00e3o\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Parece que temos alguns bons argumentos, no entanto, eles n\u00e3o s\u00e3o totalmente seguros na pr\u00e1tica. N\u00e3o s\u00e3o todas as empresas que mant\u00e9m a mesma identidade por muito tempo, at\u00e9 porque algumas variam justamente para mostrar que est\u00e1 renovando a frota. Isto, na verdade, se torna cada vez mais constante nesta contemporaneidade que vive da mudan\u00e7a, do novo a cada dia. Outra contesta\u00e7\u00e3o que podemos fazer tem a ver com a dita obra de arte passeando pelas ruas. Iniciei o artigo falando que gosto n\u00e3o se discute. No entanto, \u00e9 evidente que muitas pinturas promovem a feiura das cidades, pela tenebrosa combina\u00e7\u00e3o de cores, fontes e outros elementos, algumas vezes integrados em tentativa de omitir o n\u00famero de ordem, por exemplo. Tem se tornado comum o abuso do fundo branco com aplica\u00e7\u00e3o sem muito crit\u00e9rio ou criatividade de pequenas faixas. Ainda que uma boa cor, visto que o branco auxilia pela sua visibilidade na seguran\u00e7a do ve\u00edculo, a inten\u00e7\u00e3o real \u00e9 facilitar a venda do ve\u00edculo ao final do uso, pois uma cor neutra pode facilitar a repintura de elementos como a faixa de escolar, destino de boa parte dos urbanos ap\u00f3s a vida \u00fatil de opera\u00e7\u00e3o em linhas regulares. O outro aspecto a contestar tem a ver com a diferencia\u00e7\u00e3o de uma empresa da outra. Neste sentido sabemos que existem diversos tipos de atendimento, v\u00e1rios tipos de manuten\u00e7\u00e3o em diferentes empresas, al\u00e9m, evidentemente, diferen\u00e7as na pr\u00f3pria frota. Mas o poder p\u00fablico est\u00e1 a\u00ed justamente para minimizar as diferen\u00e7as entre as empresas para que, na m\u00e9dia, todas tenham um atendimento mais pr\u00f3ximo poss\u00edvel da excel\u00eancia, independente da cor que aplica em seus \u00f4nibus.<\/p>\n\n\n\n<p>Algumas regi\u00f5es e cidades mant\u00e9m h\u00e1 muitos anos as pinturas padronizadas para as frotas. Joinville, S\u00e3o Paulo e Curitiba s\u00e3o exemplos de munic\u00edpios que optaram pela identidade visual praticamente \u00fanica para a frota. As duas primeiras ao longo de mais de duas d\u00e9cadas e, no caso da capital paranaense, uma op\u00e7\u00e3o de praticamente 50 anos. A capital paulista, na verdade, desenvolveu diversas pinturas padronizadas ao longo dos anos, praticamente com rupturas a cada mudan\u00e7a de partido \u00e0 frente da prefeitura. Joinville teve pequenas varia\u00e7\u00f5es, inser\u00e7\u00f5es e supress\u00f5es de faixas e fundos, mas manteve at\u00e9 agora o visual amarelo de toda a frota. Curitiba, do expresso vermelho e convencionais \u201cverde, amarelo e prata\u201d dos anos 70 foi diversificando o fundo das pinturas dos \u00f4nibus, padronizando a cor \u00fanica de fundo, variando-a conforme o tipo de servi\u00e7o de cada ve\u00edculo e linha. Mas, as varia\u00e7\u00f5es foram tantas que, recentemente, foi preciso otimizar estas op\u00e7\u00f5es e duas cores foram extintas na renova\u00e7\u00e3o, o tradicional amarelo e o azul dos biarticulados de opera\u00e7\u00e3o direta que era uma das cores mais \u201cnovas\u201d do sistema.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu, pessoalmente, defendo um modelo h\u00edbrido, at\u00e9 pr\u00f3ximo do que existe ou existiu em alguns sistemas no Pa\u00eds. Que uma parte da carroceria (em torno de 30 a 40% da \u00e1rea livre), tanto nas laterais como frente e traseira, esteja padronizada com dados do sistema, incluindo o n\u00famero de ordem do ve\u00edculo (importante para momentos de fiscaliza\u00e7\u00e3o e at\u00e9 reclama\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o pelo usu\u00e1rio), bras\u00f5es do governo, tipo de servi\u00e7o e similares. E no restante da carroceria o operador poderia manter sua pr\u00f3pria identidade e marketing visual, diferenciando com isso o seu ve\u00edculo dos demais, destacando at\u00e9 mesmo elementos da regi\u00e3o que atende. Uma op\u00e7\u00e3o razo\u00e1vel, que mant\u00e9m a unidade de um sistema com todos os dados indispens\u00e1veis \u00e0 sua identifica\u00e7\u00e3o e ao mesmo tempo libera a criatividade dos designers e gosto dos empres\u00e1rios para colocar suas obras de arte pelas ruas.<\/p>\n\n\n\n<p>Imagens &#8211; Osvaldo Born<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A discuss\u00e3o entre os modelos causa calorosa tens\u00e3o, que vai desde a alega\u00e7\u00e3o do uso das cores relacionadas a bandeiras partid\u00e1rias at\u00e9 a interven\u00e7\u00e3o do poder p\u00fablico na liberdade de se pintar o ve\u00edculo que \u00e9 de propriedade privada<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":3285,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"off","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-3284","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-conexao-mobilidade","et-has-post-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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