{"id":5617,"date":"2022-02-08T14:55:44","date_gmt":"2022-02-08T17:55:44","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=5617"},"modified":"2022-02-09T09:20:53","modified_gmt":"2022-02-09T12:20:53","slug":"materia-prima-em-resistencia-a-origem-dos-onibus-em-duraluminio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=5617","title":{"rendered":"Mat\u00e9ria prima em resist\u00eancia (a origem dos \u00f4nibus em duralum\u00ednio)"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-drop-cap\">Em 1950, o Brasil vivia um momento auspicioso, com um pensamento progressista e moderno em seus diversos campos, da arte, \u00e0 industrializa\u00e7\u00e3o, ao econ\u00f4mico, experimentando ainda um intenso processo de urbaniza\u00e7\u00e3o, que ganhava maiores contornos com o crescimento das cidades.<\/p>\n\n\n\n<p>O Pa\u00eds tamb\u00e9m ressaltou, naquele momento, a import\u00e2ncia de promover a explora\u00e7\u00e3o de novas e long\u00ednquas \u00e1reas e de iniciar a integra\u00e7\u00e3o dos diversos estados, por meio de uma rede de comunica\u00e7\u00e3o composta por estradas e rodovias. O desenvolvimento era um ponto chave e essencial dentro da l\u00f3gica de colocar a na\u00e7\u00e3o em um patamar de crescimento cont\u00ednuo.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, o transporte de passageiros passou a ser um importante instrumento dessa uni\u00e3o nacional, tendo como principal meio o \u00f4nibus. A partir dessa d\u00e9cada, a ind\u00fastria local do ve\u00edculo come\u00e7a a mostrar sua capacidade produtiva, disponibilizando ao mercado modelos adequados com as necessidades operacionais.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Primeiro-Ciferal-Rodoviario-3-1024x852.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5619\" width=\"443\" height=\"368\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Primeiro-Ciferal-Rodoviario-3-1024x852.jpg 1024w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Primeiro-Ciferal-Rodoviario-3-300x250.jpg 300w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Primeiro-Ciferal-Rodoviario-3-768x639.jpg 768w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Primeiro-Ciferal-Rodoviario-3-1080x898.jpg 1080w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Primeiro-Ciferal-Rodoviario-3.jpg 1200w\" sizes=\"(max-width: 443px) 100vw, 443px\" \/><figcaption><strong><em><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-green-cyan-color\">Interior de um dos primeiros \u00f4nibus rodovi\u00e1rios da marca<\/mark><\/em><\/strong><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>A estrutura dos \u00f4nibus, daqueles anos, seguiu uma sucess\u00e3o de novos conceitos, saindo da madeira para a utiliza\u00e7\u00e3o do a\u00e7o e do alum\u00ednio, este \u00faltimo um elemento que proporcionou uma s\u00e9rie de condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis ao conjunto carro\u00e7aria e chassi. Foi a partir de meados do dec\u00eanio que o Brasil conheceu uma nova forma de dar ao \u00f4nibus leveza e resist\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Tudo aconteceu em 1955, quando surge no mercado a Com\u00e9rcio e Ind\u00fastria de Ferro e Alum\u00ednio, que ficaria conhecida por Ciferal, e se tornaria tempos depois uma das principais encarro\u00e7adoras de \u00f4nibus do Brasil, com sua inovadora concep\u00e7\u00e3o que salientava a qualidade imprimida na montagem dos ve\u00edculos.<\/p>\n\n\n\n<p>Instalada no Rio de Janeiro, a Ciferal foi formada pelo austr\u00edaco Fritz Weissmann, que estava envolvido com a produ\u00e7\u00e3o de \u00f4nibus desde 1939, trabalhando na F\u00e1brica Imperial, depois na CIRB e F\u00e1brica de Carrocerias Metropolitana (fundada por ele em 1948), todas em solo carioca.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas o alum\u00ednio n\u00e3o foi uma exclusividade da Ciferal. Fritz o conhecera quando ainda estava na Metropolitana (produ\u00e7\u00e3o de carro\u00e7aria para micro-\u00f4nibus lota\u00e7\u00e3o), depois de uma viagem \u00e0 Su\u00ed\u00e7a para conhecer o avan\u00e7o dos perfis de alum\u00ednio em uso na ind\u00fastria automobil\u00edstica. Ali\u00e1s, esse material j\u00e1 era bastante conhecido dos fabricantes norte-americanos, que o utilizavam com sucesso em seus modelos de \u00f4nibus desde o final da Segunda Guerra Mundial.<\/p>\n\n\n\n<p>Cabe ainda lembrar que as ligas de alum\u00ednio (ou duralum\u00ednio) foram largamente usadas na ind\u00fastria da avia\u00e7\u00e3o, muitos anos antes, fator que provou um vertiginoso crescimento das fabricantes de avi\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Na Ciferal, a ado\u00e7\u00e3o do duralum\u00ednio foi, primeiramente, incorporada no modelo urbano, em 1956, e dois anos depois na vers\u00e3o rodovi\u00e1ria, que cairia na gra\u00e7a do transportador brasileiro por propiciar a durabilidade do produto frente aos desafios impostos pela incipiente e prec\u00e1ria rede de transporte de passageiros, com estradas malconservadas e com pouqu\u00edssimas vias pavimentadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o \u00eaxito da produ\u00e7\u00e3o de seus \u00f4nibus com tal material, Weissmann trouxe da Su\u00ed\u00e7a, Rudolf Berchtold, t\u00e9cnico experimentado na \u00e1rea, que orientou a linha de fabrica\u00e7\u00e3o naquele per\u00edodo. O resultado p\u00f4de ser comprovado com a alta t\u00e9cnica reunida num s\u00f3 produto, pois o manuseio desse material requeria um apurado conhecimento. Dessa maneira, muitos transportadores apostaram suas fichas na aquisi\u00e7\u00e3o das carro\u00e7arias Ciferal para os servi\u00e7os que realizavam.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fo61960006.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5620\" width=\"446\" height=\"334\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fo61960006.jpg 900w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fo61960006-300x225.jpg 300w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fo61960006-768x577.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 446px) 100vw, 446px\" \/><figcaption><em><strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-green-cyan-color\">Linha de produ\u00e7\u00e3o da Ciferal nos anos de 1950<\/mark><\/strong><\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Os primeiros modelos de carro\u00e7arias da empresa carioca possu\u00edam a configura\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, tanto no acabamento, como na distribui\u00e7\u00e3o das poltronas, mas sempre levando em considera\u00e7\u00e3o o esmero na utiliza\u00e7\u00e3o dos materiais de revestimento e dos componentes essenciais do sal\u00e3o de passageiros.<\/p>\n\n\n\n<p>Weissmann, com seu esp\u00edrito progressista, deu \u00e0 ind\u00fastria brasileira de \u00f4nibus um novo car\u00e1ter, mais moderno, com m\u00e9todos de fabrica\u00e7\u00e3o que se igualavam \u00e0s marcas fabricantes localizadas no primeiro mundo. Os encaixes dos perfis de duralum\u00ednio, proporcionados pela concep\u00e7\u00e3o do austr\u00edaco, deram aos \u00f4nibus brasileiros uma estrutura mais simplificada, robusta e com reduzido peso.<\/p>\n\n\n\n<p>No tocante a montagem da gaiola da carro\u00e7aria, a jun\u00e7\u00e3o da mesma ao chassi, bem como no processo de chapeamento da estrutura (laterais, teto, frente e traseira), eram utilizados os processos de ajustes e crava\u00e7\u00e3o pneum\u00e1tica, coxins aparafusados e rebites, respectivamente.<\/p>\n\n\n\n<p>E, na linha de produ\u00e7\u00e3o, no ch\u00e3o da f\u00e1brica, destaque para os variados maquin\u00e1rios indispens\u00e1veis na produ\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as e partes vitais da carro\u00e7aria, como prensas, m\u00e1quinas de corte e frezadoras, aptos a tornar prop\u00edcio a melhor maneira de se construir os ve\u00edculos.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 no primeiro projeto do modelo de carro\u00e7aria rodovi\u00e1ria, foram observados alguns importantes aspectos na composi\u00e7\u00e3o do sal\u00e3o de passageiros, como a disposi\u00e7\u00e3o das poltronas (reclinadas e com encostos para a cabe\u00e7a) junto \u00e0s janelas, inclinadas e com cantos arredondados, permitindo aos passageiros o f\u00e1cil acesso a ventila\u00e7\u00e3o, sem que as colunas, tamb\u00e9m inclinadas, atrapalhassem tal proposta.<\/p>\n\n\n\n<p>A encarro\u00e7adora tamb\u00e9m ressaltava que seus modelos recebiam os chassis da marca Mercedes-Benz, instalada no Pa\u00eds naquela segunda metade da d\u00e9cada. A vers\u00e3o era o LP 321, equipado com motor dianteiro de 120 cv de pot\u00eancia, movido a diesel. Era, ent\u00e3o, considerado pela fabricante como um excelente ve\u00edculo, formando um conjunto ideal, com grande efici\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>No caso da sua vers\u00e3o rodovi\u00e1ria, a fabricante ainda enfatizava que poderia produzir, sob encomenda, o modelo de carro\u00e7aria equipada com v\u00e1rios itens diversificados na proposta de aumentar o conforto nas viagens estradeiras, como o ar-condicionado, bar, WC, poltronas com mesas individuais e sistema de r\u00e1dio, sobre chassis de outras marcas.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Primeiro-Ciferal-Rodoviario-1-1024x474.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5621\" width=\"501\" height=\"231\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Primeiro-Ciferal-Rodoviario-1-1024x474.jpg 1024w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Primeiro-Ciferal-Rodoviario-1-300x139.jpg 300w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Primeiro-Ciferal-Rodoviario-1-768x356.jpg 768w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Primeiro-Ciferal-Rodoviario-1-1080x500.jpg 1080w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Primeiro-Ciferal-Rodoviario-1.jpg 1200w\" sizes=\"(max-width: 501px) 100vw, 501px\" \/><figcaption><strong><em><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-green-cyan-color\">Modelo rodovi\u00e1rio da Ciferal<\/mark><\/em><\/strong><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>A produ\u00e7\u00e3o da empresa, naquele in\u00edcio de trajet\u00f3ria foi de quatro unidades de carro\u00e7arias por m\u00eas. Pode parecer uma quantidade \u00ednfima se comparada ao volume produzido hoje, somente por uma encarro\u00e7adora, mas na \u00e9poca, em que o segmento estava em seu come\u00e7o, a conquista do mercado se dava a passos curtos.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentre os primeiros clientes, destaque para as empresas Citran, Saturin, Expresso Real e Expresso Rodovi\u00e1rio Atl\u00e2ntico. <\/p>\n\n\n\n<p>Neste editorial hist\u00f3rico que resgata um pouco do princ\u00edpio da marca Ciferal, os long\u00ednquos anos de 1950, de um Brasil que ainda se moldava para o futuro, foram fundamentais para a constitui\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria local do \u00f4nibus, hoje reconhecida e fortalecida em oferecer os melhores produtos para os mais variados mercados e nichos de opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Para os clientes operadores, de muitas regi\u00f5es brasileiras, a Ciferal usou de seu pragmatismo para reafirmar todo o potencial ordenado estampado em seus modelos (com vantagens significativas em termos de resist\u00eancia, durabilidade, elasticidade e leveza \u2013 tr\u00eas vezes mais leve que o a\u00e7o), fazendo jus \u00e0 causa da economia versus a capacidade de transporte. Isso foi determinante na constru\u00e7\u00e3o do sistema rodovi\u00e1rio de passageiros e do parque industrial brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<p>O pioneirismo da fabricante carioca em dispor de algo diferente, que n\u00e3o compactuava com o modismo aplicado naquele tempo (uso do a\u00e7o comum na fabrica\u00e7\u00e3o das carro\u00e7arias), mesmo que o duralum\u00ednio promovesse um valor mais alto na aquisi\u00e7\u00e3o das mesmas, foi incomum e marcante no segmento. E, nos muitos anos em que ela se sobressaiu no mercado, sua capacidade tecnol\u00f3gica lhe garantiu posi\u00e7\u00e3o de destaque no mercado.<\/p>\n\n\n\n<p>Imagens &#8211; Reprodu\u00e7\u00e3o do Magazine das Na\u00e7\u00f5es e Mem\u00f3ria Marcopolo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 mais de 70 anos, um inovador conceito estrutural de carro\u00e7arias para \u00f4nibus era apresentado para o segmento visando ve\u00edculos mais leves e resistentes<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":5618,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"off","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[198,212],"class_list":["post-5617","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-das-antigas","tag-ciferal","tag-duraluminio","et-has-post-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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