{"id":6085,"date":"2022-04-05T13:49:26","date_gmt":"2022-04-05T16:49:26","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6085"},"modified":"2022-04-05T13:49:28","modified_gmt":"2022-04-05T16:49:28","slug":"perdas-de-r-257-bi-em-dois-anos-de-pandemia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6085","title":{"rendered":"Perdas de R$ 25,7 bi em dois anos de pandemia"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><em><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-luminous-vivid-orange-color\">Informe NTU<\/mark><\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">Os sistemas organizados de transporte p\u00fablico por \u00f4nibus urbano, presentes em 2.901 munic\u00edpios brasileiros, tiveram uma perda acumulada de R$ 25,7 bilh\u00f5es, entre mar\u00e7o de 2020 e fevereiro de 2022, devido \u00e0 Covid-19. O impacto financeiro m\u00e9dio foi de R$ 1,12 bilh\u00e3o por m\u00eas no per\u00edodo da pandemia, causado pela acelerada queda do n\u00famero de passageiros e pela obrigatoriedade de manuten\u00e7\u00e3o, por parte das empresas, de uma oferta do servi\u00e7o superior \u00e0 demanda para garantir o distanciamento social no transporte p\u00fablico. O preju\u00edzo corresponde a 33,8% do faturamento mensal do setor, registrado antes da pandemia, segundo o relat\u00f3rio<strong> <\/strong><a href=\"https:\/\/www.ntu.org.br\/novo\/upload\/Publicacao\/Pub637843145043004290.pdf\"><strong>\u201cTransporte P\u00fablico por \u00d4nibus &#8211; 2 anos de Impactos da Pandemia de Covid-19\u201d<\/strong><\/a>, elaborado pela Associa\u00e7\u00e3o Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU).<\/p>\n\n\n\n<p>O levantamento da NTU revela tamb\u00e9m que esse impacto financeiro trouxe consequ\u00eancias graves para as empresas operadoras, clientes do transporte coletivo e para a economia do pa\u00eds. Nesses dois anos de pandemia, foram registrados 49 casos de interrup\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os, por parte de 44 empresas e 5 cons\u00f3rcios que suspenderam suas atividades ou deixaram de operar, al\u00e9m de 16 casos de pedido de recupera\u00e7\u00e3o judicial, envolvendo 13 empresas e 3 cons\u00f3rcios. Houve ainda 379 paralisa\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias, por greves ou protestos, motivadas, na maiorida dos casos, por atrasos no pagamento de sal\u00e1rios e benef\u00edcios, decorrentes das dificuldades de caixa das empresas, que afetaram 107 sistemas de transporte p\u00fablico de todo o pa\u00eds. O estrangulamento financeiro do setor gerou tamb\u00e9m uma redu\u00e7\u00e3o de 92.581 postos de trabalho, queda de 22,7% no n\u00edvel de emprego direto existente no setor em dezembro de 2019, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgados pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Transporte (CNT).<\/p>\n\n\n\n<p>O impacto da pandemia pode ser medido pela redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de empresas ativas associadas \u00e0 NTU, que caiu de 463 associadas, em fevereiro de 2020, para 406, atualmente, um encolhimento de 12,4%. \u201cSe aplicarmos esse percentual ao conjunto de empresas de \u00f4nibus existentes em todo o Brasil, calculado em torno de 1.800 operadoras, a maioria de pequeno e m\u00e9dio porte, podemos estimar que pelo menos 223 empresas podem ter sido obrigadas a encerrar suas atividades nos \u00faltimos dois anos\u201d, afirma Francisco Christovam, presidente da NTU.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Christovam, &#8220;o transporte p\u00fablico viveu, nos \u00faltimos dois anos, uma crise aguda dentro de uma crise estrutural, anterior \u00e0 pr\u00f3pria Covid-19. A aus\u00eancia de medidas emergenciais amplas e consistentes, em n\u00edvel nacional, por parte do Governo Federal, para garantir a continuidade da presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de transporte p\u00fablico, foi decisiva para os impactos financeiros sofridos durante a pandemia e para o quadro alarmante em que o setor se encontra neste momento&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>O presidente da NTU observa que houve uma redu\u00e7\u00e3o vertiginosa da quantidade de passageiros transportados, nos tr\u00eas primeiros meses da pandemia, que chegou a 80%. &#8220;\u00c9 fato que a demanda<\/p>\n\n\n\n<p>vem se recuperando, lentamente, no \u00faltimo ano e, hoje, est\u00e1 em torno de 70% do volume pr\u00e9-pandemia, impulsionada pela vacina\u00e7\u00e3o e pela flexibiliza\u00e7\u00e3o de medidas restritivas de circula\u00e7\u00e3o das pessoas. Mas, \u00e9 importante esclarecer que, mesmo assim, o desequil\u00edbrio entre os n\u00edveis de oferta e demanda de passageiros persiste at\u00e9 hoje e o setor segue acumulando preju\u00edzos&#8221;, destaca. Em fevereiro deste ano, refor\u00e7a Christovam, a demanda m\u00e9dia nacional de passageiros apresentou \u00edndice 14,5% menor do que a oferta.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Socorro para 108 munic\u00edpios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os preju\u00edzos para a popula\u00e7\u00e3o vieram a reboque do estrangulamento financeiro do setor, e dos impactos negativos para os sistemas de transportes coletivos urbanos de todo o pa\u00eds. O transporte coletivo responde por 28% de todos os deslocamentos realizados no pa\u00eds, sendo que 85,7% das viagens s\u00e3o realizadas pelos servi\u00e7os de \u00f4nibus urbano. S\u00e3o 24,3 milh\u00f5es de pessoas que utilizam os \u00f4nibus para realizar aproximadamente 40,4 milh\u00f5es de viagens diariamente, segundo o levantamento da NTU.<\/p>\n\n\n\n<p>Os casos de interrup\u00e7\u00e3o na presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os e paralisa\u00e7\u00f5es afetaram diretamente o acesso da popula\u00e7\u00e3o ao transporte coletivo, dificultando os deslocamentos para o trabalho, para os estudos e para tratamentos de sa\u00fade, entre outros. \u201cNos \u00faltimos 24 meses, houve, no m\u00ednimo, uma paralisa\u00e7\u00e3o a cada dois dias nas cidades brasileiras. O preju\u00edzo para a popula\u00e7\u00e3o \u00e9 enorme. O transporte p\u00fablico \u00e9 um servi\u00e7o essencial e um direito constitucional que d\u00e1 acesso aos demais direitos \u2013 o direito \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, porque permite que o estudante chegue na escola; o direito \u00e0 sa\u00fade, porque permite a quem est\u00e1 doente buscar atendimento m\u00e9dico; e o pr\u00f3prio direito de ir e vir, seja para o trabalho ou para o lazer\u201d, explica Francisco Christovam.<\/p>\n\n\n\n<p>A crise aguda do setor s\u00f3 n\u00e3o foi pior porque, durante a pandemia, houve 111 iniciativas de socorro emergencial, por parte dos poderes p\u00fablicos locais, em 108 sistemas de transporte p\u00fablico por \u00f4nibus, incluindo subs\u00eddios tarif\u00e1rios aos passageiros, aumento de subs\u00eddios preexistentes e implementa\u00e7\u00e3o de subs\u00eddios permanentes para complementar a receita tarif\u00e1ria, obtida a partir da tarifa p\u00fablica cobrada dos usu\u00e1rios. Tais iniciativas reduziram os desequil\u00edbrios econ\u00f4mico-financeiros dos contratos, mas tiveram alcance limitado, segundo o monitoramento da NTU: v\u00e1rias iniciativas foram tempor\u00e1rias, e em apenas sete casos os subs\u00eddios foram adotados de forma permanente. De qualquer modo, as a\u00e7\u00f5es evitaram uma onda de fal\u00eancias das operadoras e garantiram a continuidade dos servi\u00e7os nas 108 cidades beneficiadas, que re\u00fanem 57,6% dos passageiros de transporte coletivo urbano no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma das principais ferramentas adotadas, a implementa\u00e7\u00e3o de subs\u00eddios para complementar a receita tarif\u00e1ria, depende da separa\u00e7\u00e3o entre a tarifa p\u00fablica ou de utiliza\u00e7\u00e3o, cobrada do passageiro, da tarifa t\u00e9cnica ou de remunera\u00e7\u00e3o, que cobre os custos das empresas. A diferen\u00e7a \u00e9 coberta com recursos dos or\u00e7amentos p\u00fablicos, o que assegura a presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os e beneficia os passageiros com tarifas p\u00fablicas mais baixas. Oito capitais aderiram ou refor\u00e7aram a aplica\u00e7\u00e3o dessa nova f\u00f3rmula de c\u00e1lculo tarif\u00e1rio, no per\u00edodo pesquisado. Destacam-se Bras\u00edlia-DF, Curitiba-PR e S\u00e3o Paulo-SP, que aumentaram os aportes para remunerar a presta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o, de acordo com o custo da produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro exemplo vem de Recife-PE, onde foi implementado o VEM Social, um programa de aquisi\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos eletr\u00f4nicos por parte do poder p\u00fablico para os trabalhadores que ficaram desempregados durante a pandemia. &#8220;Diante do cen\u00e1rio preocupante, o setor vem sendo protagonista, com a apresenta\u00e7\u00e3o de propostas como o escalonamento de hor\u00e1rios das atividades econ\u00f4micas, adotado temporariamente em Recife, em Fortaleza e em Goi\u00e2nia, com resultados importantes&#8221;, observa Christovam. A medida, que visa achatar a curva de utiliza\u00e7\u00e3o do transporte p\u00fablico nos hor\u00e1rios de pico, permite o melhor aproveitamento da frota e a redu\u00e7\u00e3o de aglomera\u00e7\u00f5es, com potencial de se tornar um legado deixado pela pandemia, na avalia\u00e7\u00e3o do presidente.<\/p>\n\n\n\n<p>Imagem &#8211; Reprodu\u00e7\u00e3o SPUrbanuss<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A estimativa, feita pela NTU, considera 2.901 munic\u00edpios brasileiros atendidos por sistemas organizados de transporte p\u00fablico por \u00f4nibus e aponta s\u00e9rias consequ\u00eancias para passageiros, operadores e a economia<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":6086,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"off","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[13,35],"class_list":["post-6085","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-conexao-mobilidade","tag-ntu","tag-onibus-urbano","et-has-post-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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