{"id":6753,"date":"2022-07-14T09:57:09","date_gmt":"2022-07-14T12:57:09","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753"},"modified":"2022-07-14T09:57:11","modified_gmt":"2022-07-14T12:57:11","slug":"por-que-nao-o-trolebus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753","title":{"rendered":"Por que n\u00e3o o tr\u00f3lebus?"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><em><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-green-cyan-color\">Editorial<\/mark><\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Por <\/p>\n\n\n\n<p><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\"><strong><em>Roberto Berkes<\/em><\/strong> <\/mark>\u2013 Consultor em eletromobilidade e gest\u00e3o de empresas em conselhos<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\">Antonio Ferro<\/mark><\/em><\/strong> \u2013 Editor da revista AutoBus<\/p>\n\n\n\n<p>Existe um modal de transporte coletivo urbano que vem sendo preterido nas cidades do Pa\u00eds. Ele poderia ser inserido na estrat\u00e9gia atual que visa a renova\u00e7\u00e3o das matrizes energ\u00e9ticas de tra\u00e7\u00e3o em confomidade com as restri\u00e7\u00f5es cada vez mais rigorosas das leis de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Em S\u00e3o Paulo e no Brasil, ele j\u00e1 foi um importante modelo, durante muitos anos, no deslocamento das pessoas. Era considerado um l\u00edder da mobilidade el\u00e9trica sobre pneus.<\/p>\n\n\n\n<p>Referimo-nos ao tr\u00f3lebus, o \u00f4nibus el\u00e9trico que utiliza caten\u00e1ria e que ficou conhecido por d\u00e9cadas em virtude de sua sustentabilidade ambiental.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos dias de hoje, h\u00e1 v\u00e1rios questionamentos quanto a sua maior utiliza\u00e7\u00e3o e aproveitamento pelas empresas gestoras dos transportes ou concession\u00e1rias de \u00f4nibus. Por que a alavanca sai constantemente da rede \u00e1rea? Parece uma tecnologia antiquada? Muitos usu\u00e1rios se referem ao visual da mesma, com os seus fios aparentes; h\u00e1 uma agress\u00e3o \u00e0 est\u00e9tica e arquitetura urbana, conforme as muitas observa\u00e7\u00f5es feitas. Mas como, se \u00e9 id\u00eantica a rede a\u00e9rea que notamos nos sistemas de metr\u00f4, VLT e trem!<\/p>\n\n\n\n<p>Quantos caminh\u00f5es abalroaram as redes a\u00e9reas do tr\u00f3lebus neste \u00faltimo ano, derrubando-as na cidade de S\u00e3o Paulo? Quantas vezes a concession\u00e1ria local de distribui\u00e7\u00e3o de energia deixou os circuitos da rede a\u00e9rea sem eletricidade? S\u00e3o perguntas que precisam de respostas anal\u00edticas.<\/p>\n\n\n\n<p>Podemos afirmar, sem sombra de d\u00favidas, que esse tipo de transporte sobre pneus circula, em grande parte, por \u00e1reas onde o asfalto tem piso completamente irregular e, ainda mais, no meio de tr\u00e2nsito intenso!<\/p>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m, o modal \u00e9 destinado a ser operado em vias exclusivas, como no modelo de BRT (sigla de Tr\u00e2nsito R\u00e1pido de \u00d4nibus).<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o podemos seguir o exemplo da capital paulista, quando ent\u00e3o, na d\u00e9cada de 1960, possu\u00eda cerca de 700 km de linhas de bonde e que foram desativadas por pol\u00edticas p\u00fablicas err\u00f4neas. Atualmente, no Leste Europeu, trafegam nas antigas linhas de bondes, modernos VLT\u00b4s, logicamente com adapta\u00e7\u00f5es tecnologicas.<\/p>\n\n\n\n<p>O que fizemos com a nossa gigantesca malha de transporte por ferrovias? Desativamos para privilegiar o transporte sobre pneus emovidos a combustivel f\u00f3ssil e finito.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignright size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/IMG_20180927_135306803-1024x768.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6755\" width=\"471\" height=\"353\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/IMG_20180927_135306803-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/IMG_20180927_135306803-300x225.jpg 300w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/IMG_20180927_135306803-768x576.jpg 768w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/IMG_20180927_135306803-1080x810.jpg 1080w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/IMG_20180927_135306803.jpg 1100w\" sizes=\"(max-width: 471px) 100vw, 471px\" \/><figcaption><strong><em><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-green-cyan-color\">Tr\u00f3lebus de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o para o mercado europeu<\/mark><\/em><\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Consideramos estes dois exemplos mencionados, os maiores erros estrat\u00e9gicos do Pa\u00eds, na \u00e1rea de transporte p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, h\u00e1 uma divulga\u00e7\u00e3o, em todas as m\u00eddias, sobre a necessidade do maior uso de ve\u00edculos movidos energia el\u00e9trica, g\u00e1s natural, biometano, hidrog\u00eanio, etanol, em substitui\u00e7\u00e3o ao \u00f3leo diesel e gasolina, combust\u00edveis estes que est\u00e3o com pre\u00e7os cada vez mais inacess\u00edveis \u00e0 popula\u00e7\u00e3o e que ir\u00e3o faltar nas bombas dos postos.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o quando se fala de \u00f4nibus a baterias, a hidrog\u00eanio ou a g\u00e1s, o tr\u00f3lebus n\u00e3o \u00e9 mencionado. Ser\u00e1 que estamos praticando o mesmo erro que foi feito no passado com o bonde e o trem?<\/p>\n\n\n\n<p>Esse tipo de \u00f4nibus \u00e9 eficiente, esteve presente nas ruas de algumas cidades brasileiras desde a d\u00e9cada de 1950. \u00c9 silencioso; utiliza novas tecnologias de tra\u00e7\u00e3o e controle; e n\u00e3o emite \u00f3xido de nitrog\u00eanio e material particulado, prejudiciais a sa\u00fade humana.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, circulam na Am\u00e9rica Latina cerca de 1.050 ve\u00edculos, crescimento de 40% em rela\u00e7\u00e3o a 2017.<\/p>\n\n\n\n<p>Na Europa temos esta modalidade em quase todos os pa\u00edses e com v\u00e1rios fabricantes produzindo os ve\u00edculos, com linhas modernas, comprimentos que variam de 12, 18 e 24 metros, alavancas autom\u00e1ticas operadas pelo motorista, redes flex\u00edveis, sapatas articuladas (j\u00e1 n\u00e3o precisam das cordas manuais para operar as alavancas) e s\u00e3o providos de baterias, que permitem uma autonomia de at\u00e9 25 km.<\/p>\n\n\n\n<p>O pre\u00e7o \u00e9 mais alto do que um diesel? Sim, pois a tecnologia \u00e9 muito diferente e atual. O operador\/concession\u00e1rio pensa no m\u00e9dio e longo prazo? N\u00e3o e n\u00e3o v\u00ea as vantagens do tr\u00f3lebus: custo de manuten\u00e7\u00e3o muito menor (cerca de 50%), pois disp\u00f5e de menos pe\u00e7as e as equipes t\u00eam treinamento\/conhecimento em operar e manter este tipo de \u00f4nibus; o rendimento da tra\u00e7\u00e3o chega a quase 100%, enquanto um modelo a diesel \u00e9 de cerca de 40%; ap\u00f3s 50.000 km rodados anualmente, todo o investimento em infraestrutura necess\u00e1ria j\u00e1 se torna pago; enquanto a vida \u00fatil de um \u00f4nibus movido a diesel chega a 10 anos, o tr\u00f3lebus circula por at\u00e9 30 anos; o custo de energia chega a ser 55% mais barata em rela\u00e7\u00e3o ao diesel; o n\u00edvel de ruido \u00e9 de 60 dB (o ve\u00edculo a diesel chega 100 dB); a frenagem regenerativa consegue transformar as freadas em energia el\u00e9trica para recarregar as baterias; neste caso h\u00e1 a possibilidade de recarga em movimento. N\u00e3o podemos esquecer que as empresas de energia el\u00e9trica, est\u00e3o muito comprometidas com o sucesso da eletricidade como combust\u00edvel de um ve\u00edculo eficiente.<\/p>\n\n\n\n<p>Com os novos conceitos empresariais de ESG &#8211; Meio Ambiente, Social e Governan\u00e7a -, os empres\u00e1rios da \u00e1rea de transportes dever\u00e3o se conscientizar de suas responsabilidades ambientais e sociais, e assim se credenciar para receber, dos \u00f3rg\u00e3os de fomento, financiamentos internacionais e nacionais, para a aquisi\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos e equipamentos.<\/p>\n\n\n\n<p>A revenda de ve\u00edculos a diesel, que \u00e9 um dos grandes neg\u00f3cios destes empres\u00e1rios, ser\u00e1 dificultada por estas organiza\u00e7\u00f5es de fomento, pois n\u00e3o se enquadram nos acordos internacionais de prote\u00e7\u00e3o ao meio ambiente e de redu\u00e7\u00e3o do aquecimento global.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto quando falamos em \u00f4nibus el\u00e9tricos a bateria, hidrog\u00eanio e outras modalidades de tra\u00e7\u00e3o, consideremos tamb\u00e9m o tr\u00f3lebus, pois ele tamb\u00e9m faz parte desta matriz de ve\u00edculos el\u00e9tricos com m\u00ednima emiss\u00e3o e ru\u00eddo, al\u00e9m de todas as outras mencionadas acima. Mantenhamos as redes \u00e1reas existentes e planejemos construir novas em locais que ele trafegue em vias exclusivas (corredores), permitindo que os passageiros e a sociedade enxerguem este ve\u00edculo de forma diferente e com todas as vantagens mencionados neste editorial. Com certeza, o meio ambiente de nossas cidades ser\u00e1 gratificado.<\/p>\n\n\n\n<p>Imagens &#8211; Next Mobilidade e Revista AutoBus<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mantenhamos as redes \u00e1reas existentes e planejemos construir novas em locais que ele trafegue em vias exclusivas (corredores), permitindo que os passageiros e a sociedade enxerguem este ve\u00edculo de forma diferente <\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":6754,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"off","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[73],"tags":[109],"class_list":["post-6753","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-tecnologia","tag-trolebus","et-has-post-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Por que n\u00e3o o tr\u00f3lebus? - Revista AutoBus<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Por que n\u00e3o o tr\u00f3lebus? - Revista AutoBus\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Mantenhamos as redes \u00e1reas existentes e planejemos construir novas em locais que ele trafegue em vias exclusivas (corredores), permitindo que os passageiros e a sociedade enxerguem este ve\u00edculo de forma diferente\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Revista AutoBus\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/antonio.ferro.3150\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2022-07-14T12:57:09+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2022-07-14T12:57:11+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/IMG_6676-1.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1100\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"733\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Antonio Ferro\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Antonio Ferro\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"5 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753\"},\"author\":{\"name\":\"Antonio Ferro\",\"@id\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/#\/schema\/person\/54af7c3eb83a310e42ef686ef6d16f50\"},\"headline\":\"Por que n\u00e3o o tr\u00f3lebus?\",\"datePublished\":\"2022-07-14T12:57:09+00:00\",\"dateModified\":\"2022-07-14T12:57:11+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753\"},\"wordCount\":1078,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/IMG_6676-1.jpg\",\"keywords\":[\"tr\u00f3lebus\"],\"articleSection\":[\"Tecnologia\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753\",\"url\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753\",\"name\":\"Por que n\u00e3o o tr\u00f3lebus? - Revista AutoBus\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/IMG_6676-1.jpg\",\"datePublished\":\"2022-07-14T12:57:09+00:00\",\"dateModified\":\"2022-07-14T12:57:11+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/IMG_6676-1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/IMG_6676-1.jpg\",\"width\":1100,\"height\":733},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Por que n\u00e3o o tr\u00f3lebus?\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/#website\",\"url\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/\",\"name\":\"Revista AutoBus\",\"description\":\"\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/#organization\",\"name\":\"Revista AutoBus\",\"url\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/logo_revista_autobus_fb.png\",\"contentUrl\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/logo_revista_autobus_fb.png\",\"width\":836,\"height\":227,\"caption\":\"Revista AutoBus\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/#\/schema\/logo\/image\/\"},\"sameAs\":[\"https:\/\/www.facebook.com\/antonio.ferro.3150\",\"https:\/\/www.instagram.com\/revistaautobus\/\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/#\/schema\/person\/54af7c3eb83a310e42ef686ef6d16f50\",\"name\":\"Antonio Ferro\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/editor_antonio_ferro-150x150.jpg\",\"url\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/editor_antonio_ferro-150x150.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/editor_antonio_ferro-150x150.jpg\",\"caption\":\"Antonio Ferro\"},\"description\":\"infobus@uol.com.br\",\"url\":\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?author=2\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Por que n\u00e3o o tr\u00f3lebus? - Revista AutoBus","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Por que n\u00e3o o tr\u00f3lebus? - Revista AutoBus","og_description":"Mantenhamos as redes \u00e1reas existentes e planejemos construir novas em locais que ele trafegue em vias exclusivas (corredores), permitindo que os passageiros e a sociedade enxerguem este ve\u00edculo de forma diferente","og_url":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753","og_site_name":"Revista AutoBus","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/antonio.ferro.3150","article_published_time":"2022-07-14T12:57:09+00:00","article_modified_time":"2022-07-14T12:57:11+00:00","og_image":[{"width":1100,"height":733,"url":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/IMG_6676-1.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Antonio Ferro","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Antonio Ferro","Est. tempo de leitura":"5 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753"},"author":{"name":"Antonio Ferro","@id":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/#\/schema\/person\/54af7c3eb83a310e42ef686ef6d16f50"},"headline":"Por que n\u00e3o o tr\u00f3lebus?","datePublished":"2022-07-14T12:57:09+00:00","dateModified":"2022-07-14T12:57:11+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753"},"wordCount":1078,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/IMG_6676-1.jpg","keywords":["tr\u00f3lebus"],"articleSection":["Tecnologia"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753","url":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753","name":"Por que n\u00e3o o tr\u00f3lebus? - Revista AutoBus","isPartOf":{"@id":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/IMG_6676-1.jpg","datePublished":"2022-07-14T12:57:09+00:00","dateModified":"2022-07-14T12:57:11+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753#primaryimage","url":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/IMG_6676-1.jpg","contentUrl":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/IMG_6676-1.jpg","width":1100,"height":733},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=6753#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Por que n\u00e3o o tr\u00f3lebus?"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/#website","url":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/","name":"Revista AutoBus","description":"","publisher":{"@id":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/#organization","name":"Revista AutoBus","url":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/logo_revista_autobus_fb.png","contentUrl":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/logo_revista_autobus_fb.png","width":836,"height":227,"caption":"Revista AutoBus"},"image":{"@id":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/antonio.ferro.3150","https:\/\/www.instagram.com\/revistaautobus\/"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/#\/schema\/person\/54af7c3eb83a310e42ef686ef6d16f50","name":"Antonio Ferro","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/editor_antonio_ferro-150x150.jpg","url":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/editor_antonio_ferro-150x150.jpg","contentUrl":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/editor_antonio_ferro-150x150.jpg","caption":"Antonio Ferro"},"description":"infobus@uol.com.br","url":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?author=2"}]}},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/IMG_6676-1.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6753","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=6753"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6753\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6757,"href":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6753\/revisions\/6757"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/6754"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=6753"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=6753"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=6753"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}