{"id":7667,"date":"2022-11-01T09:12:17","date_gmt":"2022-11-01T12:12:17","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=7667"},"modified":"2025-11-01T09:11:17","modified_gmt":"2025-11-01T12:11:17","slug":"energia-que-vem-do-verde","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=7667","title":{"rendered":"Energia que vem do verde"},"content":{"rendered":"\r\n<p><strong><mark class=\"has-inline-color has-black-color\" style=\"background-color: rgba(0, 0, 0, 0);\">Editorial<\/mark><\/strong><\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Por <span style=\"color: #333399;\"><strong><em><mark class=\"has-inline-color has-vivid-green-cyan-color\" style=\"background-color: rgba(0, 0, 0, 0);\">Antonio Ferro<\/mark><\/em><\/strong><\/span> \u2013 editor da revista AutoBus<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><span style=\"color: #800000;\"><em><strong><mark class=\"has-inline-color has-vivid-green-cyan-color\" style=\"background-color: rgba(0, 0, 0, 0);\">Gabriel Murgel Branco<\/mark><\/strong><\/em><\/span> &#8211; diretor da Environmentality &#8211; Tecnologia com Conceitos Ambientais Ltda.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Este artigo editorial traz \u00e0 luz uma provoca\u00e7\u00e3o que vai al\u00e9m do que est\u00e1 sendo impulsionado quanto \u00e0 eletrifica\u00e7\u00e3o dos sistemas brasileiros de \u00f4nibus urbanos. Neste momento, tudo gira em rela\u00e7\u00e3o ao modelo equipado com baterias como a \u00fanica solu\u00e7\u00e3o para se alcan\u00e7ar a redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es poluentes nas cidades, em forma local, pensando em agentes nocivos como material particulado e \u00f3xido de nitrog\u00eanio.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Nesse debate sobre o que \u00e9 melhor para o transporte urbano sustent\u00e1vel, a sociedade e os formadores de opini\u00e3o esquecem-se que temos tr\u00f3lebus, tamb\u00e9m uma op\u00e7\u00e3o vi\u00e1vel, e muito boa, em termos ambientais e de efici\u00eancia energ\u00e9tica, mas que por seu car\u00e1ter negativo em termos de visual, \u00e9 deixado de lado por causa da implic\u00e2ncia de alguns com o visual das linhas a\u00e9reas e o mito de que eles atrapalham o tr\u00e2nsito.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Os antagonistas tamb\u00e9m fazem cr\u00edticas ao tr\u00f3lebus por n\u00e3o permitir flexibilidade operacional devido a n\u00e3o poder se desviar das linhas a\u00e9reas. Entretanto, a demanda elevada nos corredores dispensa tal flexibilidade e permite maior investimento na estrutura para tirar proveito da sua maior efici\u00eancia, a tal ponto que justifica n\u00e3o apenas o \u201cfio por cima, como at\u00e9 os trilhos por baixo\u201d em alguns casos.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>\u00c9 preciso que se tenha em mente que os \u00f4nibus el\u00e9tricos a bateria seriam justific\u00e1veis apenas onde a demanda n\u00e3o seja grande e a flexibilidade seja um item importante, lembrando que as baterias correspondem ao peso de algumas dezenas de passageiros adicionais que seriam transportados com a mesma energia se o ve\u00edculo fosse um tr\u00f3lebus.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Contudo, cada caso exige uma solu\u00e7\u00e3o e o sistema de transportes precisa de todas elas. H\u00e1 outras op\u00e7\u00f5es que podem contribuir positivamente com o contexto ambiental, como por exemplo, o \u00f4nibus com tra\u00e7\u00e3o h\u00edbrida, aquela que utiliza duas tecnologias de motores, um de combust\u00e3o interna, mais reduzido, e outro el\u00e9trico, formando um conjunto eficiente e prop\u00edcio para reduzir o peso do ve\u00edculo impactado pela presen\u00e7a de um banco avantajado de baterias (com volume que pode atingir at\u00e9 tr\u00eas toneladas, dependendo da configura\u00e7\u00e3o).<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>O conceito h\u00edbrido, amplamente explorado e utilizado em pa\u00edses do primeiro mundo como transi\u00e7\u00e3o entre os modelos de propuls\u00e3o \u2013 motores de combust\u00e3o e 100% el\u00e9trico -, vem tendo destaque para os ve\u00edculos leves, mas n\u00e3o teve sucesso em plagas brasileiras para ve\u00edculos pesados. Poucas fabricantes de \u00f4nibus apostaram suas fichas na concep\u00e7\u00e3o, renunciando sua viabilidade ao queimar etapa de desenvolvimento e propaga\u00e7\u00e3o comercial em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 eletrifica\u00e7\u00e3o pura. Mas isso vem mudando, sendo que uma grande empresa brasileira j\u00e1 desenvolveu seu conceito e o colocou no mercado.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Este artigo quer desafiar a ind\u00fastria brasileira a rever sua postura quanto a disponibilizar no mercado mais esta op\u00e7\u00e3o considerada por estes que lhe escrevem, uma alternativa vi\u00e1vel quanto \u00e0 tecnologia e nas quest\u00f5es ambientais. Para n\u00f3s, essa configura\u00e7\u00e3o pode beneficiar o \u00f4nibus, lhe mantendo as mesmas condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis em sua opera\u00e7\u00e3o (se comparado ao modelo a diesel), com o toque energ\u00e9tico mais limpo e eficiente.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>A tra\u00e7\u00e3o h\u00edbrida necessita de um banco de baterias muito menor na estrutura do \u00f4nibus, porque sua fun\u00e7\u00e3o \u00e9 apenas um armazenamento tempor\u00e1rio de energia durante o movimento do ve\u00edculo, com consequ\u00eancias positivas ao permitir que o ve\u00edculo leve mais passageiros e n\u00e3o somente energia, reduzindo tamb\u00e9m os significativos impactos ambientais que ocorrem na sua fabrica\u00e7\u00e3o e, tamb\u00e9m, no seu descarte.<\/p>\r\n<div id=\"attachment_17064\" style=\"width: 1010px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-17064\" class=\"wp-image-17064 size-full\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/IMG_20251003_165456480_HDR.jpg\" alt=\"\" width=\"1000\" height=\"562\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/IMG_20251003_165456480_HDR.jpg 1000w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/IMG_20251003_165456480_HDR-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/IMG_20251003_165456480_HDR-768x432.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><p id=\"caption-attachment-17064\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #008000;\"><em><strong>A Marcopolo largou na frente e j\u00e1 tem um modelo de menor porte com essa configura\u00e7\u00e3o. E promete mais.<\/strong><\/em><\/span><\/p><\/div>\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Por outro lado, a harmonia entre um motor de combust\u00e3o a biocombust\u00edvel e outro el\u00e9trico, tende a resultar em menores impactos ambientais poss\u00edveis causados pelas emiss\u00f5es associadas ao ve\u00edculo. Neste conceito, o motor brasileiro a \u00e1lcool se configura como um dos melhores geradores de energia a bordo, de baixo carbono e sem a necessidade de infraestrutura espec\u00edfica para recargas externas, com o mesmo tempo de parada para abastecimento de um ve\u00edculo tradicional.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Novamente, n\u00e3o se pode esquecer que nos tempos atuais toda a energia hidroel\u00e9trica da matriz brasileira j\u00e1 est\u00e1 destinada aos seus consumidores tradicionais, de forma que qualquer aumento de demanda nesse quesito ser\u00e1 atendido pela gera\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica, ainda sem qualquer controle de emiss\u00e3o, e j\u00e1 motivadora das famosas \u201cbandeiras\u201d amarela, vermelha etc. Em resumo, os ve\u00edculos el\u00e9tricos que entrar\u00e3o no mercado brasileiro tendem a ser alimentados a diesel ou a g\u00e1s natural, com emiss\u00e3o de CO2 nos n\u00edveis m\u00e1ximos.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Com o modelo h\u00edbrido-etanol formentamos, ainda mais, algo que conhecemos muito bem e que tem um apelo expressivo na redu\u00e7\u00e3o da pegada de carbono, que \u00e9 o etanol feito da cana-de-a\u00e7\u00facar, cultura abundante em nosso Pa\u00eds e que nos coloca em posi\u00e7\u00e3o extremamente conveniente diante do que determina o Acordo de Paris quanto \u00e0 mitiga\u00e7\u00e3o dos efeitos nocivos da polui\u00e7\u00e3o.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Em termos de custo, s\u00e3o os ve\u00edculos puramente el\u00e9tricos que tendem a ser mais caros do que os h\u00edbridos, como o que vem ocorrendo no mercado de autom\u00f3veis, o que representa mais um desafio a vencer no caso das baterias.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Al\u00e9m disso, esta estrat\u00e9gia posterga a ado\u00e7\u00e3o dos ve\u00edculos puramente el\u00e9tricos, dando o tempo necess\u00e1rio para a amplia\u00e7\u00e3o e descarboniza\u00e7\u00e3o da matriz de produ\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica, bem como no melhor desenvolvimento e redu\u00e7\u00e3o dos custos e impactos ambientais das baterias.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Os autom\u00f3veis h\u00edbridos-flex j\u00e1 v\u00eam se destacando comercialmente no Brasil e algumas experi\u00eancias e projetos de desenvolvimento de \u00f4nibus h\u00edbridos com motor a etanol j\u00e1 foram realizadas com sucesso por algumas parcerias entre montadoras e empresas de tecnologia.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Entretanto, apesar das diretrizes dos programas brasileiros de efici\u00eancia energ\u00e9tica e RenovaBio para o incentivo ao combust\u00edvel renov\u00e1vel, estes sim, voltados \u00e0 m\u00e1xima redu\u00e7\u00e3o da emiss\u00e3o de CO2 poss\u00edvel, os desenvolvimentos de \u00f4nibus h\u00edbridos-etanol n\u00e3o devem ser abandonados somente porque a vis\u00e3o estrat\u00e9gica das exig\u00eancias para os ve\u00edculos urbanos em v\u00e1rias cidades tem sido centrada em apenas uma parte do contexto, concebida no atropelo pol\u00edtico e que n\u00e3o se coaduna com os programas j\u00e1 criados para este fim.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Lembrando que a ind\u00fastria brasileira do \u00f4nibus \u00e9 capaz de desenvolver e produzir aquilo que se aspira em termos de configura\u00e7\u00e3o alternativa e limpa, dentro da l\u00f3gica da viabilidade t\u00e9cnica e econ\u00f4mica, conforme o mercado e as disposi\u00e7\u00f5es legislativas demandem. \u00a0\u00a0<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Por fim, n\u00e3o existe uma solu\u00e7\u00e3o \u00fanica como panaceia para todos os problemas, mas \u00e9 preciso que o transporte p\u00fablico tire proveito de todas as op\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas dispon\u00edveis, cada uma no seu nicho de oportunidades.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Imagens &#8211; Divulga\u00e7\u00e3o Marcopolo e revista AutoBus<\/p>\r\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Neste momento em que a eletricidade domina as discuss\u00f5es em torno da tra\u00e7\u00e3o limpa para o transporte coletivo urbano, dar condi\u00e7\u00f5es de viabilidade ao tema e, ao mesmo tempo, promover inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas s\u00e3o aspectos que devem ser levados em considera\u00e7\u00e3o (Editorial atualizado)<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":16980,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"off","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[5,7,73],"tags":[84,418],"class_list":["post-7667","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-conexao-mobilidade","category-mobilidade-urbana","category-tecnologia","tag-marcopolo","tag-onibus-hibrido","et-has-post-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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