{"id":8176,"date":"2023-02-03T09:41:49","date_gmt":"2023-02-03T12:41:49","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=8176"},"modified":"2023-02-03T09:41:51","modified_gmt":"2023-02-03T12:41:51","slug":"do-fundo-do-bau-especial-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=8176","title":{"rendered":"Do fundo do ba\u00fa (especial)"},"content":{"rendered":"\n<p><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\"><em><strong>FLECHA DO TEMPO DOS DINOSSAUROS<\/strong><\/em><\/mark><\/p>\n\n\n\n<p>Para as pessoas que n\u00e3o est\u00e3o envolvidas com o segmento de transporte, mas que utilizam-se do modal para os seus deslocamentos, um \u00f4nibus \u00e9 somente um \u00f4nibus. Contudo, muitos tamb\u00e9m sabem observar as grandes diferen\u00e7as que marcaram e marcam o avan\u00e7o das cont\u00ednuas gera\u00e7\u00f5es de carro\u00e7arias, sejam elas rodovi\u00e1rias ou urbanas, e seus detalhes que comprovam o impulso da engenharia nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>Se hoje, principalmente, os modelos estradeiros chamam a aten\u00e7\u00e3o pela representa\u00e7\u00e3o de formas (o design automotivo), particularidades e acabamento, mediante visuais arrojados e modernos, em 1983 (meados desse ano), portanto quase 40 anos atr\u00e1s, um \u00f4nibus reafirmou sua consagra\u00e7\u00e3o no mercado em virtude das suas linhas est\u00e9ticas apresentadas logo no come\u00e7o da d\u00e9cada de 1970 e que permaneceram, praticamente inalteradas, por longos anos depois.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s esta breve manifesta\u00e7\u00e3o em torno da cronologia, irei direto ao ponto para ressaltar duas vers\u00f5es: uma de modelo antol\u00f3gico &#8211; o Dinossauro &#8211; e o seu sucessor Flecha Azul, ep\u00edtetos (palavrinha caprichada) outorgados por uma grande transportadora do cen\u00e1rio brasileiro do transporte de passageiros, a Via\u00e7\u00e3o Cometa.<\/p>\n\n\n\n<p>A empresa, desde a sua constitui\u00e7\u00e3o, em 1948, sempre teve uma cultura diversa em disponibilizar ve\u00edculos e servi\u00e7os diferenciados, que por meio de uma significativa rede operacional, ligavam a capital paulista \u00e0s muitas cidades (destaque para os eixos S\u00e3o Paulo \u2013 Rio de Janeiro; Belo Horizonte; e Curitiba), em dist\u00e2ncias que n\u00e3o ultrapassavam os 600 quil\u00f4metros.<\/p>\n\n\n\n<p>Em sua filosofia que regia os neg\u00f3cios, mais precisamente sobre sua frota de \u00f4nibus, a padroniza\u00e7\u00e3o dos ve\u00edculos foi algo ressaltado como forma de promover otimiza\u00e7\u00e3o, num ato cont\u00ednuo que previa a facilidade da manuten\u00e7\u00e3o, o estoque de pe\u00e7as e a efici\u00eancia produtiva nos servi\u00e7os. Primeiramente, esse aspecto se deu com o tipo de chassi utilizado, com a marca da Scania sendo escolhida para formar seu conjunto de ve\u00edculos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"629\" height=\"595\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Lancamento-Dinossuaro.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8178\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Lancamento-Dinossuaro.jpg 629w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Lancamento-Dinossuaro-300x284.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 629px) 100vw, 629px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><strong><em><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-luminous-vivid-orange-color\">Lan\u00e7amento da carro\u00e7aria Dinossauro, pela Ciferal, no Sal\u00e3o do Autom\u00f3vel de 1972<\/mark><\/em><\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>No tocante a carro\u00e7arias, a parceria com a encarro\u00e7adora carioca Ciferal ocasionou o uso de v\u00e1rios modelos, como o \u201cPapo Amarelo\u201d, \u201cFlecha de Prata\u201d, L\u00edder (Jumbo e Turbo Jumbo), \u201cDinossauro\u201d e depois com o \u201cFlecha Azul\u201d, estes dois \u00faltimos sob a concep\u00e7\u00e3o da mesma natureza estrutural, desenho e praticidade para aquilo que sempre foi pensando em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s suas opera\u00e7\u00f5es. Tais aspectos se deram no come\u00e7o da d\u00e9cada de 1960.<\/p>\n\n\n\n<p>Ali\u00e1s, esses dois modelos, quase que irm\u00e3os g\u00eameos em suas gera\u00e7\u00f5es, foram produtos inspirados em ve\u00edculos importados, pela pr\u00f3pria Cometa, numa \u00e9poca em que a ind\u00fastria brasileira do \u00f4nibus ainda n\u00e3o existia e nem respondia ao mercado com vers\u00f5es identificadas para o melhor transporte de passageiros.<\/p>\n\n\n\n<p>A operadora paulista, na sua necessidade por ter ve\u00edculos capazes de cumprir com o intento (entre o final da d\u00e9cada de 1940 e in\u00edcio da de 1950), se viu obrigado a trazer de fora alguns dos melhores \u00f4nibus, como as vers\u00f5es \u201cCoach\u201d, de fabrica\u00e7\u00e3o norte-americana (General Motors Corporation), configurados com elementos e componentes que privilegiavam o conforto e o rendimento nas viagens. Com isso, a suspens\u00e3o mais macia, motores possantes, poltronas com melhor acabamento e at\u00e9 sistema de ar-condicionado para proporcionar viagens mais agrad\u00e1veis, eram disponibilizados aos passageiros.<\/p>\n\n\n\n<p>Foram esses \u00f4nibus que apresentaram para n\u00f3s um conceito amplamente explorado no mercado externo, com a inova\u00e7\u00e3o em termos de qualidade, resist\u00eancia, peso e durabilidade \u2013 o duralum\u00ednio. No Brasil, a Ciferal soube muito bem explorar esse elemento, com produtos desenvolvidos sob a forma e acabamento com qualidade, al\u00e9m de serem ajustados perfeitamente para o mercado local.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, destaque para a carro\u00e7aria Dinossauro (apresentada no final de 1972 e posta em opera\u00e7\u00e3o no ano seguinte, modelo tamb\u00e9m considerado, para muitos, como divisor de \u00e1guas do setor), sendo um ve\u00edculo robusto, arrojado e marcante, provido da imagem e conceitos dos tamb\u00e9m GMs norte-americanos. Era a representa\u00e7\u00e3o que a Cometa queria para a padroniza\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua frota.<\/p>\n\n\n\n<p>A especifica\u00e7\u00e3o da carro\u00e7aria seguia a determina\u00e7\u00e3o que a transportadora paulista queria, quase que exclusiva para o seu uso (detalhes pr\u00f3prios, como o chap\u00e9u dianteiro, a ins\u00edgnia Cometa, o luminoso traseiro, chapeamento corrugado, muito rebite, leveza, resist\u00eancia e o tradicional chassi Scania). Enfim, um produto de alfaiataria, sendo a fabricante carioca a alta costura que apresentou um modelo inovador ao mercado.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"733\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/1980_bus_BR116.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8179\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/1980_bus_BR116.jpg 1000w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/1980_bus_BR116-300x220.jpg 300w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/1980_bus_BR116-768x563.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><strong><em><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-luminous-vivid-orange-color\">O Dinossauro caiu nas gra\u00e7as da Via\u00e7\u00e3o Cometa<\/mark><\/em><\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Ali\u00e1s, um outro detalhe que n\u00e3o pode ser esquecido refere-se a montadora Scania, que aproveitou aquele momento e ressaltou o seu, ent\u00e3o, mais novo produto para o segmento de \u00f4nibus rodovi\u00e1rio \u2013 o chassi com motoriza\u00e7\u00e3o traseira BR 115 (posteriormente BR 116) -, que possibilitou bagageiros passantes no entre eixos e suspens\u00e3o pneum\u00e1tica &#8211; com v\u00e1lvula de n\u00edvel -. O modelo se amoldou, plenamente, \u00e0 carro\u00e7aria Dinossauro.<\/p>\n\n\n\n<p>Aqueles inspirados pelas lembran\u00e7as do passado ir\u00e3o recordar os Dinossauros rodando pelas rodovias com as luzes acesas, durante o dia, como forma de proporcionar maior visibilidade a maior dist\u00e2ncia. Era um aspecto elementar empregado pela Cometa em seus ve\u00edculos, sendo a primeira transportadora brasileira a ter essa iniciativa em termos de seguran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Um cl\u00e1ssico, assim se tornou a carro\u00e7aria, amealhando admiradores no decorrer dos anos. E n\u00e3o s\u00f3 o ve\u00edculo ficou reconhecido. A pr\u00f3pria Via\u00e7\u00e3o Cometa transformou-se em \u00edcone em virtude de seu modelo operacional, distinguido pela qualidade e procedimentos diferenciados em sua administra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\">Produ\u00e7\u00e3o caseira<\/mark><\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A quebra da encarro\u00e7adora Ciferal, logo nos primeiros anos da d\u00e9cada de 1980, cessou o fornecimento da carro\u00e7aria para a transportadora, sua maior cliente em todos os tempos. Contudo, o modelo j\u00e1 estava enraizado no cotidiano da Cometa e era preciso fazer algo para que a padroniza\u00e7\u00e3o n\u00e3o ca\u00edsse por terra. Em time que est\u00e1 ganhando, n\u00e3o se mexe, diria a m\u00e1xima popular.<\/p>\n\n\n\n<p>E foi assim que a operadora, num ato de pioneirismo, resolveu incursionar na fabrica\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria carro\u00e7aria, surpreendendo o mercado em 1983, inovando por converter-se em fabricante de seu pr\u00f3prio \u00f4nibus. Criou-se, dessa maneira, um departamento de engenharia e de desenvolvimento, para esbo\u00e7ar um novo e, ao mesmo tempo, usual e conhecido modelo, com a institui\u00e7\u00e3o da Companhia Manufatureira Auxiliar ou CMA (a sigla tamb\u00e9m foi utilizada para os servi\u00e7os de manuten\u00e7\u00e3o dos \u00f4nibus da Cometa, antes reconhecida como Companhia Manuten\u00e7\u00e3o Auxiliar). &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Gabaritos e engenheiros foram trazidos do Rio de Janeiro para que o ideal se mantivesse vivo e rodando. Claro que a operadora rodovi\u00e1ria tamb\u00e9m investiu em outros maquin\u00e1rios e ferramentas essenciais para tal atividade.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"446\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Flecha-Azul-1024x446.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8180\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Flecha-Azul-1024x446.jpg 1024w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Flecha-Azul-300x131.jpg 300w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Flecha-Azul-768x335.jpg 768w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Flecha-Azul-1536x670.jpg 1536w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Flecha-Azul-1080x471.jpg 1080w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Flecha-Azul.jpg 1732w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><strong><em><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-luminous-vivid-orange-color\">O Flecha Azul, combina\u00e7\u00e3o entre a carro\u00e7aria CMA e o chassi Scania, trazia elementos inovadores<\/mark><\/em><\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Com isso, surgiu, num primeiro momento, a atualiza\u00e7\u00e3o do Dinossauro para tornar aquilo, que j\u00e1 era bom, em algo melhor. Na CMA, instalada ao lado da garagem da operadora, a carro\u00e7aria ganhou uma releitura, de maneira que n\u00e3o perdesse sua ess\u00eancia, por\u00e9m com novos aspectos em termos de acabamento interno (maior espa\u00e7o do sal\u00e3o, poltronas \u2013 em couro &#8211; redesenhadas, WC com nova porta e um melhor isolamento ac\u00fastico), a continuidade do uso da estrutura em duralum\u00ednio, mais r\u00edgida e leve, e novas janelas. A disposi\u00e7\u00e3o das poltronas tamb\u00e9m foi um diferencial, em fun\u00e7\u00e3o da harmonia entre o espa\u00e7amento das mesmas e a coloca\u00e7\u00e3o das janelas. Nisso, cada passageiro, posicionado junto \u00e0s janelas, alcan\u00e7ou acesso \u00e0 abertura, sem ter uma coluna \u00e0 sua frente, permitindo a ventila\u00e7\u00e3o e a vis\u00e3o externa.<\/p>\n\n\n\n<p>O termo Dinossauro deixou de batizar os ve\u00edculos em 1984 e ent\u00e3o o nome Flecha Azul, apropriado para com o que o modelo proporcionava em termos de rapidez e harmonia com as cores que ornavam e exaltavam a sua beleza, passou a ser adotado pela transportadora.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais um detalhe a ser salientado \u00e9 que a Via\u00e7\u00e3o Cometa passou a utilizar o mesmo n\u00famero de s\u00e9rie de cada novo ve\u00edculo junto ao emplacamento, in\u00e9dito para o momento, uma particularidade que diferenciava sua opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Em complemento \u00e0 carro\u00e7aria, a Scania, parceira de longa data da Via\u00e7\u00e3o Cometa, inovou o segmento de \u00f4nibus rodovi\u00e1rios, naquela \u00e9poca, ao introduzir, em seu chassi K112 (tratava-se ainda de uma nova gera\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos da marca naquele momento), a transmiss\u00e3o autom\u00e1tica e computadorizada, importada e considerada um grande avan\u00e7o tecnol\u00f3gico no meio. De in\u00edcio, o moderno sistema de troca de marchas caiu como uma luva na opera\u00e7\u00e3o do Flecha Azul, pelo desempenho e economia apresentados.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"670\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Flecha-Azul-VII-1024x670.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8182\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Flecha-Azul-VII-1024x670.jpg 1024w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Flecha-Azul-VII-300x196.jpg 300w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Flecha-Azul-VII-768x503.jpg 768w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Flecha-Azul-VII-1080x707.jpg 1080w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Flecha-Azul-VII.jpg 1100w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><strong><em><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-luminous-vivid-orange-color\">As linhas est\u00e9ticas do Flecha Azul marcaram \u00e9poca<\/mark><\/em><\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Para promover seu novo \u00f4nibus, a transportadora enalteceu a sua tecnologia por meio de muita pe\u00e7a publicit\u00e1ria e at\u00e9 propaganda em TV, afinal, naqueles anos, os modelos rodovi\u00e1rios ainda n\u00e3o possu\u00edam um conceito de modernidade que se distinguisse dentre o modal.<\/p>\n\n\n\n<p>Os anos correm&#8230; e a operadora promoveu algumas altera\u00e7\u00f5es em termos de desenho externo (lanternas, altura e tamanho de para-brisa) e acabamento interno (atualiza\u00e7\u00e3o de poltronas), claro que sem perder o seu princ\u00edpio est\u00e9tico. A mudan\u00e7a mais significativa foi na \u00e1rea de janelas laterais, em 1994, sendo que as mesmas ficaram no mesmo n\u00edvel e as quatro primeiras poltronas no plano \u00fanico do sal\u00e3o de passageiros.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 preciso lembrar que as suas qualidades se mantiveram no esp\u00edrito de exposi\u00e7\u00e3o do melhor \u00f4nibus em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 competitividade do setor. Tamb\u00e9m, com a evolu\u00e7\u00e3o do chassi Scania, um detalhe observado foi a substitui\u00e7\u00e3o das rodas raiadas por modelos a disco utilizadas no transcorrer do tempo. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"686\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Posto-do-motorista-Flecha-Azul-1024x686.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8183\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Posto-do-motorista-Flecha-Azul-1024x686.jpg 1024w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Posto-do-motorista-Flecha-Azul-300x201.jpg 300w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Posto-do-motorista-Flecha-Azul-768x515.jpg 768w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Posto-do-motorista-Flecha-Azul-1080x724.jpg 1080w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Posto-do-motorista-Flecha-Azul.jpg 1100w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>A longevidade do modelo foi marcante dentro e fora da Via\u00e7\u00e3o Cometa, sendo que ele teve sua produ\u00e7\u00e3o encerrada apenas no final da d\u00e9cada de 1990 (com mais de duas mil unidades fabricadas), reconhecido, ainda, pela reputa\u00e7\u00e3o muito positiva no mercado de segunda m\u00e3o do transporte de passageiros (a carro\u00e7aria Dinossauro tamb\u00e9m fez sucesso, exaltada no mercado de usados).<\/p>\n\n\n\n<p>A estima pelo Flecha, e claro, n\u00e3o se esquecendo do antecessor Dinossauro, fez com quem uma legi\u00e3o de f\u00e3s se formasse com o passar dos anos, alguns dos quais at\u00e9 indo al\u00e9m ao preservar, por conta pr\u00f3pria, algumas unidades do ve\u00edculo, como acervo particular. A pr\u00f3pria Via\u00e7\u00e3o Cometa tem, sob o seu dom\u00ednio, o \u00faltimo ve\u00edculo produzido nessa vers\u00e3o, de 1999. <\/p>\n\n\n\n<p><em><strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-black-color\">Obs. \u2013 Me perdoem se cometi algum erro ou deixei de mencionar determinado fato.<\/mark><\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em><strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-black-color\">E, a hist\u00f3ria do modelo Dinossauro fica para uma outra oportunidade nesta longa viagem que trata do desenvolvimento do \u00f4nibus brasileiro.<\/mark><\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-black-color\">Imagens &#8211; Anfavea\/Vassily Volcov Filho, Setpesp, Tony Belviso, Scania, Reprodu\u00e7\u00e3o material de divulga\u00e7\u00e3o Via\u00e7\u00e3o Cometa<\/mark><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na arqueologia do sistema de transporte brasileiro, vemos que a evolu\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies tamb\u00e9m esteve presente no segmento da tecnologia veicular e suas caracter\u00edsticas quanto ao refor\u00e7o do conceito aplicado no transporte de passageiros. Ainda assim, outro fato que merece destaque foi o da produ\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria de carro\u00e7aria, algo, ent\u00e3o, in\u00e9dito realizado por uma operadora<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":8177,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"off","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[6,80],"tags":[198,261,460,100,122],"class_list":["post-8176","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-das-antigas","category-transporte-rodoviario","tag-ciferal","tag-dinossauro","tag-flecha-azul","tag-scania","tag-viacao-cometa","et-has-post-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Do fundo do ba\u00fa (especial) - Revista AutoBus<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=8176\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Do fundo do ba\u00fa (especial) - Revista AutoBus\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Na arqueologia do sistema de transporte brasileiro, vemos que a evolu\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies tamb\u00e9m esteve presente no segmento da tecnologia veicular e suas caracter\u00edsticas quanto ao refor\u00e7o do conceito aplicado no transporte de passageiros. 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