{"id":8855,"date":"2023-05-05T09:14:15","date_gmt":"2023-05-05T12:14:15","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=8855"},"modified":"2023-05-09T15:00:04","modified_gmt":"2023-05-09T18:00:04","slug":"o-carater-da-eficiencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=8855","title":{"rendered":"O car\u00e1ter da efici\u00eancia"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color: #3366ff;\"><em><strong>Editorial<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\"><em><strong>Antonio Ferro &#8211; Editor<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<p>Recentemente, o portal Metro Magazine divulgou um artigo ressaltando a import\u00e2ncia da implanta\u00e7\u00e3o de sistemas de BRT (Tr\u00e2nsito R\u00e1pido de \u00d4nibus) nos Estados Unidos, de maneira a proporcionar viagens mais r\u00e1pidas, preferenciais e seguras. Segundo o texto, as atividades desse modelo de transporte n\u00e3o devem ser negligenciadas, pois se tratam de um mercado aquecido para contrata\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o dos projetos.<\/p>\n<p>Tais iniciativas podem aprimorar as opera\u00e7\u00f5es, convertendo sistemas simples em eficientes, convenientes e atraentes, com a constru\u00e7\u00e3o de esta\u00e7\u00f5es de passageiros adequadas, monitoramento em tempo real e tecnologia de ponta, tanto veicular, como em servi\u00e7os.<\/p>\n<p>A import\u00e2ncia do assunto naquele pa\u00eds se mostra por interm\u00e9dio do financiamento federal para projetos de BRT, sendo significativo devido aos benef\u00edcios da redu\u00e7\u00e3o de carbono e \u00e0 necessidade cr\u00edtica de reduzir o congestionamento do tr\u00e1fego urbano. Para se ter uma ideia da valoriza\u00e7\u00e3o governamental de suporte ao melhor transporte coletivo, em mar\u00e7o passado, a FTA (<em>Federal Transit Administration<\/em>) anunciou um pacote de US$ 4,5 bilh\u00f5es em financiamento anual. J\u00e1 foram feitos an\u00fancios sobre aloca\u00e7\u00f5es de fundos para apoiar 18 projetos de BRT em 11 estados diferentes.<\/p>\n<p>O referido escrito chama a aten\u00e7\u00e3o sobre as particularidades que os projetos de BRT podem criar uma alta demanda por bens e servi\u00e7os no setor privado. N\u00e3o h\u00e1 d\u00favidas que projetos bem elaborados e implantados geram respostas positivas para toda a sociedade, seja no lado econ\u00f4mico, social ou ambiental. Contudo, \u00e9 essencial o compromisso do gestor p\u00fablico em favorecer a mobilidade coletiva em detrimento ao transporte individual, n\u00e3o transformando esse contexto em programa governamental. Seus ideais devem ser de Estado e n\u00e3o espec\u00edfico de uma administra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No Brasil, o pa\u00eds criador da ideia do BRT, a concep\u00e7\u00e3o teve, no passado, um momento evidente, chegando a ressaltar diversos projetos em grandes cidades visando atender as diretrizes de realiza\u00e7\u00e3o da Copa do Mundo de Futebol, em 2014. Sua reputa\u00e7\u00e3o foi al\u00e7ada aos c\u00e9us, salientando todas as suas vantagens para um ambiente equilibrado na arquitetura das cidades.<\/p>\n<p>Mas, o tempo passou, muitos projetos n\u00e3o sa\u00edram do papel, alguns que se concretizaram n\u00e3o tiveram o mesmo efeito positivo, em fun\u00e7\u00e3o de erros de implanta\u00e7\u00e3o e a falta de interesse p\u00fablico em promov\u00ea-lo de forma satisfat\u00f3ria e plena. Dentre os projetos brasileiros, a cidade do Rio de Janeiro foi o exemplo contundente, de idas e vindas em termos de aceita\u00e7\u00e3o e descr\u00e9dito por parte de seus governantes.<\/p>\n<p>Com tr\u00eas corredores exclusivos, o Rio se destacou no cen\u00e1rio nacional, oferecendo aos seus habitantes uma maneira eficaz de deslocamento, bem como de desenvolvimento. Por\u00e9m, nas m\u00e3os de gestores p\u00fablicos que n\u00e3o se interessaram pelo modelo, ficou a merc\u00ea de um desmonte que quase levou o sistema \u00e0 bancarrota. Ap\u00f3s um per\u00edodo negro, a prefeitura carioca age com o processo para resgatar sua utilidade, dando-lhe, novamente, as condi\u00e7\u00f5es prop\u00edcias de opera\u00e7\u00e3o, acesso e seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>E, se olharmos mais para o Sul, veremos que em Curitiba, considerada a g\u00eanese do conceito, h\u00e1 um perfeito entrosamento entre desenvolvimento urbano e transporte coletivo. Com 1,85 milh\u00e3o de habitantes, a cidade conta com sete corredores ou canaletas, termo usado no come\u00e7o do sistema, em 1974, atingindo diversas e importantes regi\u00f5es e polos em sua estrutura.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos, duas grandes cidades paulistas, Campinas e Sorocaba, confirmaram, positivamente, o significado do BRT ao optarem pela constru\u00e7\u00e3o de corredores exclusivos que promovem a \u201c<em>metroniza\u00e7\u00e3o<\/em>\u201d dos \u00f4nibus (termo que refere a prioridade m\u00e1xima ao modal por meio de uma infraestrutura condizente \u2013 vias segregadas, esta\u00e7\u00f5es de passageiros modernas, acessibilidade, conforto, rapidez).<\/p>\n<p>Ao provocar valor aos servi\u00e7os de \u00f4nibus, por meio do referido sistema, tem-se garantido o espa\u00e7o dedicado aos passageiros, que ficam livres de congestionamentos e problemas do tr\u00e2nsito. Muito se tem discutido sobre a matriz energ\u00e9tica para a propuls\u00e3o do \u00f4nibus nos \u00faltimos tempos. \u00c9 verdade, as op\u00e7\u00f5es limpas ter\u00e3o lugar garantido no futuro do transporte coletivo. Mas, de nada adiantar\u00e1 um ve\u00edculo sem emiss\u00e3o poluente, supermoderno, se ele continuar preso junto aos autom\u00f3veis nas ruas.<\/p>\n<p>Como se v\u00ea, o conceito \u00e9 uma excelente oportunidade de agregar valor aos \u00f4nibus, al\u00e9m de fomentar a opera\u00e7\u00e3o comercial de modelos maiores (articulados e biarticulados), com alta capacidade de transporte e com os mais variados tipos de propuls\u00e3o. Al\u00e9m disso, a ind\u00fastria nacional tem experi\u00eancia de sobra na arte de projetar e construir esses ve\u00edculos, incorporando neles a mais alta tecnologia embarcada, como tamb\u00e9m de gest\u00e3o. Sabemos o qu\u00e3o importante \u00e9 essa quest\u00e3o.<\/p>\n<p>BRT \u00e9 sin\u00f4nimo de previsibilidade, velocidade, conforto, competitividade, rentabilidade operacional, sustentabilidade ambiental (menor consumo de combust\u00edvel, reduzida emiss\u00e3o de poluente) e de menor custo de implanta\u00e7\u00e3o e opera\u00e7\u00e3o, se comparado aos sistemas f\u00e9rreos. \u00c9 a maneira de se resgatar a imagem do \u00f4nibus urbano, t\u00e3o desgastada ultimamente devido as pol\u00edticas p\u00fablicas equivocadas e sem interesse pela causa, que n\u00e3o enxergam suas virtudes, flexibilidade e pr\u00e1ticas voltadas \u00e0 mobilidade ordenada, r\u00e1pida e coletiva.<\/p>\n<p>N\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel alcan\u00e7ar um pacto ambiental e de mobilidade se as m\u00e9dias e grandes cidades brasileiras n\u00e3o estiverem empenhadas em promover o melhor transporte coletivo aos seus habitantes. \u00c9 not\u00f3rio que haja envolvimento pol\u00edtico e de toda a sociedade para um bem comum \u2013 o bem-estar social.<\/p>\n<p>Tudo isso passa pelo crivo da transpar\u00eancia e do emprego de uma administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica s\u00e9ria e honesta. Caso contr\u00e1rio, o fundo do po\u00e7o pode estar muito pr\u00f3ximo.<\/p>\n<p>Imagem &#8211; Osvaldo Born<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O transporte coletivo urbano realizado pelo \u00f4nibus necessita rever seu conceito aplicado em termos de opera\u00e7\u00e3o para voltar a ser competitivo frente \u00e0 outras formas de mobilidade. 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