{"id":9751,"date":"2023-08-25T08:07:07","date_gmt":"2023-08-25T11:07:07","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=9751"},"modified":"2023-08-25T08:07:07","modified_gmt":"2023-08-25T11:07:07","slug":"uma-luz-no-fim-do-tunel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=9751","title":{"rendered":"Uma luz no fim do t\u00fanel"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color: #003300;\"><em><strong>Por Osvaldo Born<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<p>Fim da pandemia, decad\u00eancia dos aplicativos de transporte, aumento das op\u00e7\u00f5es de deslocamento com a oferta de biarticulados no eixo norte da Linha Verde, avan\u00e7o das obras deste mesmo eixo at\u00e9 o bairro Atuba, na divisa com a cidade de Colombo, e, tamb\u00e9m, a etapa final das obras no eixo sul onde a liga\u00e7\u00e3o entre os terminais ser\u00e1 poss\u00edvel com a ultrapassagem dos biarticulados da linha direta. Um cen\u00e1rio onde parece ser prop\u00edcio o renascimento da demanda do transporte coletivo de Curitiba ou pelo menos a reflex\u00e3o dos cidad\u00e3os de que vale a pena optar pelo transporte coletivo por \u00f4nibus.<\/p>\n<p>No entanto, dois fatos recentes atestam que a esperan\u00e7a de recupera\u00e7\u00e3o dos anos dourados est\u00e1 longe ainda. A chegada da oferta do deslocamento de passageiros em motos pelos aplicativos de transporte, com tarifas que competem diretamente com os \u00f4nibus regulares, e, tamb\u00e9m, das bicicletas compartilhadas, que s\u00e3o um balde de \u00e1gua fria para o futuro do modal, pois cada passageiro perdido no \u00f4nibus acrescenta n\u00fameros negativos ao sistema como um todo e \u00e0 pr\u00f3pria mobilidade da cidade.<\/p>\n<p>A princ\u00edpio, a municipalidade cogitou proibir o aplicativo para motos, por\u00e9m h\u00e1 parecer favor\u00e1vel do STF e, com isso, o servi\u00e7o j\u00e1 foi implementado. J\u00e1 no tocante ao compartilhamento de bicicletas \u2013 servi\u00e7o que iniciou h\u00e1 cerca de um m\u00eas -, a maioria das esta\u00e7\u00f5es est\u00e1 instalada na \u00e1rea central, competindo diretamente com as linhas convencionais que atendem os bairros mais pr\u00f3ximos do centro e que j\u00e1 agonizam com um custo alto para deslocamentos curtos e na maior parte do dia, \u201cbatem lata\u201d mesmo tendo havido sucessivos cortes de hor\u00e1rios e diminui\u00e7\u00e3o do tamanho dos ve\u00edculos, visando otimizar a oferta e diminuir o custo.<\/p>\n<p>No plano geral, al\u00e9m de n\u00e3o seguir a pol\u00edtica p\u00fablica de mobilidade, ignorando elementos do Plano de Ciclomobilidade da cidade, bem como dados t\u00e9cnicos da estrutura ciclovi\u00e1ria e de demanda pelo uso da bicicleta como modal de transporte, tem-se a ideia de incentivar o uso das \u201cbikes\u201d, desde que sejam ofertadas como um servi\u00e7o pago e que gere impostos e n\u00e3o um incentivo de que cada cidad\u00e3o \u2013 consciente de seu papel na sociedade \u2013, opte por alguns deslocamentos por interm\u00e9dio de um meio mais sustent\u00e1vel, mas de forma complementar, por exemplo, em trechos curtos de casa at\u00e9 um terminal de transportes da regi\u00e3o (ali\u00e1s, nenhum terminal recebeu uma esta\u00e7\u00e3o de bicicletas). A bicicleta sempre teve espa\u00e7o especial em Curitiba, mas sempre foi vista como um ve\u00edculo de lazer, tanto que boa parte da extensa e hist\u00f3rica rede de ciclovias liga os principais parques da cidade e tentativas anteriores de bicicletas compartilhadas tiveram p\u00e9ssimos resultados.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-9753 size-full\" src=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/20220430_140445.jpg\" alt=\"\" width=\"1000\" height=\"562\" srcset=\"https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/20220430_140445.jpg 1000w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/20220430_140445-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaautobus.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/20220430_140445-768x432.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><\/p>\n<p>O modal de \u201cbicis compartilhadas\u201d tamb\u00e9m traz mais dois elementos ao ca\u00f3tico deslocamento dentro da regi\u00e3o central. Primeiro ao dividir espa\u00e7os com os demais ve\u00edculos nas ruas e avenidas, sendo que, inclusive, foram pintados pictogramas em faixas demonstrando que ali os ciclistas poder\u00e3o estar presentes, algumas at\u00e9 na pista central como caso da Rua Nestor de Castro, ignorando inclusive as regras mais elementares de seguran\u00e7a vi\u00e1ria. Al\u00e9m disso, as esta\u00e7\u00f5es \u201croubaram\u201d muitas vagas de estacionamento na regi\u00e3o central, algo que j\u00e1 \u00e9 bem escasso. E cada vez menos o com\u00e9rcio central perde atratividade pelas dificuldades de se localizar uma vaga, inclusive que n\u00e3o seja priorit\u00e1ria, al\u00e9m das necessidades de deslocamento e desembarque de pessoas idosas. A prefeitura recebe seus impostos, mas aos poucos vai minando outras fontes de arrecada\u00e7\u00e3o com um modismo para a regi\u00e3o central que, refor\u00e7amos, ignora as reais necessidades de deslocamento das pessoas que optam pela <em>bike<\/em>, especialmente pelo custo-benef\u00edcio nos bairros perif\u00e9ricos. O p\u00fablico jovem deve ser o principal usu\u00e1rio do novo sistema, por\u00e9m mesmo a Fase 1 de expans\u00e3o da malha ciclovi\u00e1ria, citada no Plano de Mobilidade, ficou de fora da rede de esta\u00e7\u00f5es instaladas at\u00e9 o momento, pois previa a conex\u00e3o entre pontos junto a campos universit\u00e1rios e integra\u00e7\u00e3o entre diferentes sedes destas institui\u00e7\u00f5es. Segundo o site Plural Curitiba, citando a pesquisa de origem e destino (O.D.) realizada em 2017 e o Plano de Estrutura Ciclovi\u00e1ria de Curitiba de 2019, indica que \u201cas escolas e universidades s\u00e3o 38% dos destinos de quem usa bicicleta como meio de transporte, mais do que a m\u00e9dia nacional, que \u00e9 de 25%\u201d.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, estes dois novos elementos tendem a piorar a seguran\u00e7a vi\u00e1ria como um todo na cidade, pois s\u00e3o ve\u00edculos onde os usu\u00e1rios, dividindo espa\u00e7o com todo tipo de ve\u00edculo de maior porte, est\u00e3o mais expostos a acidentes que, mesmo de pequeno porte, podem causar traumas para uma vida toda. Vale rememorar o n\u00famero crescente de ocorr\u00eancias envolvendo ve\u00edculos de duas rodas n\u00e3o s\u00f3 em Curitiba, mas no pa\u00eds como um todo. Enquanto isso, o transporte coletivo municipal por \u00f4nibus discute possibilidades para que o novo processo licitat\u00f3rio do sistema, previsto para 2025, efetivamente recupere passageiros e tenha custos mais atrativos aos cidad\u00e3os. Aproximadamente 550 mil passageiros pagantes usam o transporte p\u00fablico diariamente em Curitiba. Este volume \u00e9 26% menor do que o registrado h\u00e1 dois anos \u2013 antes da pandemia -, quando a m\u00e9dia di\u00e1ria foi de 744 mil usu\u00e1rios pagantes. Na C\u00e2mara Municipal de Curitiba foi criada, pelos vereadores, uma Comiss\u00e3o Especial do Transporte visando discutir formas de reduzir o valor da tarifa e o novo contrato de concess\u00e3o do transporte p\u00fablico. No entanto, neste contexto, aparentemente a prefeitura tem dado marcha a r\u00e9 em alguns momentos.<\/p>\n<p>Com certeza, para o transporte coletivo municipal, se h\u00e1 uma luz no fim do t\u00fanel neste momento, s\u00f3 pode ser de um trem vindo de encontro.<\/p>\n<p>Imagens &#8211; Osvaldo Born<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aproximadamente 550 mil passageiros pagantes usam o transporte p\u00fablico diariamente em Curitiba. 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