{"id":9948,"date":"2023-09-19T13:43:39","date_gmt":"2023-09-19T16:43:39","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=9948"},"modified":"2023-09-19T13:43:39","modified_gmt":"2023-09-19T16:43:39","slug":"seminario-ntu-importantes-contribuicoes-para-o-setor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaautobus.com.br\/?p=9948","title":{"rendered":"Semin\u00e1rio NTU: importantes contribui\u00e7\u00f5es para o setor"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color: #000080;\"><em><strong>Editorial<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<p>Por <strong>Francisco Christovam<\/strong>, presidente da NTU (Associa\u00e7\u00e3o Nacional das Empresas de Transportes Urbanos)<\/p>\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o Nacional das Empresas de Transportes Urbanos \u2013 NTU realizou, na segunda semana de agosto, a 36\u00aa edi\u00e7\u00e3o do seu Semin\u00e1rio Nacional, com o prop\u00f3sito de discutir os principais temas necess\u00e1rios ao desenvolvimento do setor de transporte coletivo urbano de passageiros. Nos dois dias de Semin\u00e1rio, 850 participantes circularam pela \u00e1rea de exposi\u00e7\u00f5es e mais de 1.300 internautas acompanharam, virtualmente, as discuss\u00f5es havidas nos cinco pain\u00e9is e nas reuni\u00f5es dos tr\u00eas col\u00e9gios t\u00e9cnicos da NTU.<\/p>\n<p>A sess\u00e3o de abertura contou com a participa\u00e7\u00e3o dos presidentes da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional dos Transportes \u2013 CNT, Vander Costa, e da Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Fabricantes de \u00d4nibus \u2013 FABUS, Ruben Bisi, bem como de representantes dos poderes executivo e legislativo. Foi poss\u00edvel notar que estamos diante de um novo cen\u00e1rio para o setor, com perspectivas de mudan\u00e7as muito positivas, representadas por uma nova vis\u00e3o do processo de produ\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os; pela recupera\u00e7\u00e3o de boa parte da demanda perdida no per\u00edodo da pandemia; pelo aumento significativo do n\u00famero de cidades que est\u00e3o subsidiando seus sistemas de transportes e adotando o modelo de \u201ctarifa zero\u201d; pela redu\u00e7\u00e3o da idade m\u00e9dia da frota, com a aquisi\u00e7\u00e3o de novos \u00f4nibus e pelo in\u00edcio de projetos de descarboniza\u00e7\u00e3o da frota, com a substitui\u00e7\u00e3o de velhos \u00f4nibus diesel por ve\u00edculos menos poluentes.<\/p>\n<p>Ainda na sess\u00e3o de abertura, o presidente do Congresso Nacional, Senador Rodrigo Pacheco, fez uma brilhante retrospectiva do setor, iniciando pelas manifesta\u00e7\u00f5es ocorridas em 2013 e pontuando que a reforma tribut\u00e1ria, a cria\u00e7\u00e3o de um marco legal e a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica s\u00e3o os principais desafios a serem enfrentados pelo setor, a curto e m\u00e9dio prazos. Segundo o Senador, o marco legal do transporte p\u00fablico dever\u00e1, muito provavelmente, ser aprovado ainda neste semestre, para in\u00edcio de ado\u00e7\u00e3o a partir do pr\u00f3ximo ano. Disse ainda que: \u201cquando se fala de transporte coletivo de passageiros, para al\u00e9m de uma atividade econ\u00f4mica, estamos falando de um direito social e de uma express\u00e3o de civilidade. \u00c9 importante que, no Brasil, ao inv\u00e9s da cultura da multiplica\u00e7\u00e3o dos autom\u00f3veis e das motocicletas, tenhamos um transporte coletivo digno, que possa atrair todas as camadas sociais para o seu uso\u201d.<\/p>\n<p>Resumidamente, as falas iniciais j\u00e1 indicaram que o setor passa por um momento de transforma\u00e7\u00f5es e de valoriza\u00e7\u00e3o da sua import\u00e2ncia, sendo tratado n\u00e3o mais como um neg\u00f3cio, que funciona em ambiente de livre mercado; mas, como servi\u00e7o p\u00fablico essencial, estrat\u00e9gico e fundamental para a melhor organiza\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o urbano e para uma melhor qualidade de vida das pessoas que vivem nas cidades brasileiras.<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia, o primeiro painel discutiu o novo marco legal do transporte p\u00fablico, com a participa\u00e7\u00e3o do Secret\u00e1rio Nacional de Mobilidade Urbana, Denis Eduardo Andia. A partir de dados do Anu\u00e1rio NTU 2022\/2023, principalmente daqueles que possibilitam uma avalia\u00e7\u00e3o do desempenho atual do setor, foi poss\u00edvel fazer um diagn\u00f3stico bem detalhado da situa\u00e7\u00e3o, com destaque para as principais mudan\u00e7as que est\u00e3o ocorrendo em v\u00e1rios itens da cadeia produtiva dos servi\u00e7os de transportes coletivos. Mas, nenhum avan\u00e7o, em curso ou j\u00e1 alcan\u00e7ado, se tornar\u00e1 permanente sem a cria\u00e7\u00e3o de um marco legal ou marco regulat\u00f3rio, que possa estabelecer um conjunto de normas, diretrizes e leis para regular a presta\u00e7\u00e3o desse servi\u00e7o de utilidade p\u00fablica, por delega\u00e7\u00e3o, pelas empresas da iniciativa privada.<\/p>\n<p>\u00c9 nesse contexto que se discutiu a cria\u00e7\u00e3o de um marco legal, tratando da organiza\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de transportes, considerando a qualidade dos servi\u00e7os e a produtividade do setor, da organiza\u00e7\u00e3o e planejamento das atividades, do financiamento do custeio e dos investimentos necess\u00e1rios, da regula\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o dos contratos e, finalmente, da necessidade de ampla transpar\u00eancia e publicidade, bem como do controle social da presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os.<\/p>\n<p>Mas, a cria\u00e7\u00e3o de um marco regulat\u00f3rio s\u00f3 faz sentido se o foco desse instrumento legal estiver no passageiro e o transporte p\u00fablico coletivo, direito social e dever do estado, for definido como servi\u00e7o p\u00fablico de car\u00e1ter essencial, indispens\u00e1vel ao desenvolvimento socioecon\u00f4mico de toda a popula\u00e7\u00e3o e ao atendimento das necessidades de deslocamento das pessoas no territ\u00f3rio, competindo \u00e0 Uni\u00e3o, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Munic\u00edpios, de forma compartilhada e no \u00e2mbito das respectivas compet\u00eancias, adotar as medidas destinadas a assegurar esse direito e organizar os servi\u00e7os em rede \u00fanica, intermodal, acess\u00edvel, abrangente e integrada.<\/p>\n<p>No painel 2, o diretor executivo da CNT, Bruno Batista, apresentou o resultado de uma pesquisa, realizada no primeiro semestre deste ano, para definir o perfil empresarial do transporte coletivo urbano brasileiro. Tendo como refer\u00eancia a frase do cientista de dados, Willian Edwards Deming, que disse: \u201c<em>sem dados, voc\u00ea \u00e9 apenas mais uma pessoa com uma opini\u00e3o\u201d, <\/em>a pesquisa teve como objetivo melhor conhecer as empresas e os empres\u00e1rios do setor, contando com a participa\u00e7\u00e3o de 174 empresas operadoras de transporte de passageiros, de 19 estados brasileiros, apresentando resultados que, por crit\u00e9rios estat\u00edsticos, t\u00eam margem de erro de 5,5% e grau de confian\u00e7a de 95%.<\/p>\n<p>Os principais resultados da pesquisa mostram que 84,5% das empresas operadoras de transporte coletivo t\u00eam mais de 20 anos de exist\u00eancia e 82,8% delas contam com gest\u00e3o familiar. Quase 70% das empresas entrevistadas t\u00eam sistemas de comunica\u00e7\u00e3o com seus clientes (SAC), para informa\u00e7\u00e3o, principalmente, sobre hor\u00e1rios e itiner\u00e1rios. A frota das empresas \u00e9 composta por 99,9% de \u00f4nibus diesel, sendo 89,8% de \u00f4nibus com motor dianteiro. Metade da frota das empresas transporta, diariamente, mais de 300 passageiros por ve\u00edculo e 43,3% da frota roda entre 5 e 7 mil quil\u00f4metros, por m\u00eas. Um pouco mais de 70% da frota circulante opera em vias sem nenhum tratamento vi\u00e1rio e 46,6% delas t\u00eam entre 100 e 500 empregados, o que as caracteriza como empresas de m\u00e9dio e grande portes.<\/p>\n<p>Do total de empresas entrevistadas, 96% operam sem cobrador, 91% t\u00eam bilhetagem eletr\u00f4nica instalada e mais da metade j\u00e1 trabalha com conceitos de sustentabilidade ambiental, social e de governan\u00e7a corporativa\u00a0(ESG). Dessa forma, como conclus\u00e3o, a pesquisa mostra que as empresas do setor enfrentam, cotidianamente, grandes desafios; est\u00e3o expostas a riscos externos, n\u00e3o intr\u00ednsecos \u00e0 opera\u00e7\u00e3o; t\u00eam dificuldades para a contrata\u00e7\u00e3o de m\u00e3o de obra; t\u00eam necessidade de incremento de tecnologia para informa\u00e7\u00e3o ao cliente e sofrem com a alta representatividade do pre\u00e7o do \u00f3leo diesel na composi\u00e7\u00e3o dos custos operacionais.<\/p>\n<p>O tema tratado, no painel 3, foi o financiamento e a qualidade no transporte p\u00fablico, com \u00eanfase no valor que o passageiro d\u00e1 para o custo da viagem, bem como a diferen\u00e7a entre a qualidade contratada, a qualidade ofertada e a qualidade percebida pelo passageiro. Pelas discuss\u00f5es havidas, ficou claro que h\u00e1 uma intr\u00ednseca correla\u00e7\u00e3o entre os atributos da viagem, que interferem na decis\u00e3o do passageiro quanto \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o do transporte coletivo, com a qualidade do servi\u00e7o que lhe \u00e9 oferecida e que \u00e9 por ele percebida. Essa an\u00e1lise p\u00f4de ser verificada com a utiliza\u00e7\u00e3o de um \u201csimulador de tarifas\u201d que possibilitou medir a conex\u00e3o entre a melhoria da qualidade do transporte e o correspondente impacto no custo da presta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o, com consequ\u00eancias na tomada de decis\u00e3o, pelo passageiro, quando da escolha do modo de deslocamento.<\/p>\n<p>Nos aspectos relacionados ao financiamento do setor, seja para investimentos em infraestrutura ou para aquisi\u00e7\u00e3o de material rodante, bem como para o custeio da opera\u00e7\u00e3o, h\u00e1 que se buscar novos mecanismos de obten\u00e7\u00e3o dos recursos necess\u00e1rios; integra\u00e7\u00e3o das inst\u00e2ncias federativas na gest\u00e3o dos processos; amplia\u00e7\u00e3o das fontes de receita extra tarif\u00e1rias; garantia de amplo acesso econ\u00f4mico para a popula\u00e7\u00e3o, com aumento da inclus\u00e3o das camadas de mais baixa renda nos servi\u00e7os ofertados e tributa\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de transportes n\u00e3o essenciais. Por sua vez, quanto \u00e0 qualidade dos servi\u00e7os, \u00e9 preciso estabelecer metas e indicadores de qualidade, concentrar o foco das decis\u00f5es no passageiro e na qualidade por ele percebida, criar solu\u00e7\u00e3o de compromisso entre a qualidade ofertada e a respectiva remunera\u00e7\u00e3o das operadoras, vincular remunera\u00e7\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o a padr\u00f5es de qualidade ofertada e estimular o uso de modernas tecnologias para melhorar a percep\u00e7\u00e3o do passageiro com rela\u00e7\u00e3o aos atributos da viagem.<\/p>\n<p>Uma quest\u00e3o que chamou a aten\u00e7\u00e3o e mereceu destaque por parte dos painelistas que discutiam o financiamento e a qualidade do transporte coletivo foi o privil\u00e9gio e a supremacia do transporte individual sobre o transporte coletivo, que se manifesta n\u00e3o apenas no uso do espa\u00e7o vi\u00e1rio; mas, no subs\u00eddio indireto que o autom\u00f3vel recebe ao dispor das vias p\u00fablicas para a sua ampla circula\u00e7\u00e3o, livre estacionamento e indiscriminada ocupa\u00e7\u00e3o, sem ter que pagar nada por isso. Ao t\u00e9rmino do painel, foi proposto que as cidades criem, nos seus or\u00e7amentos p\u00fablicos, uma rubrica espec\u00edfica, para contabilizar os investimentos e o custeio de toda a opera\u00e7\u00e3o do transporte individual \u2013 autom\u00f3vel, motocicleta e bicicleta \u2013 para poder comparar o custo-benef\u00edcio dos mesmos gastos, quando realizados com o transporte coletivo.<\/p>\n<p>No painel 4, que tratou dos caminhos para a descarboniza\u00e7\u00e3o do transporte coletivo urbano, a Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Transportes P\u00fablicos \u2013 ANTP apresentou um m\u00e9todo de c\u00e1lculo do custo dos servi\u00e7os de transporte p\u00fablico por \u00f4nibus el\u00e9trico, obtido a partir dos conceitos adotados no desenvolvimento de uma planilha para o c\u00e1lculo do custo operacional do \u00f4nibus diesel, elaborada em 2017.<\/p>\n<p>Embora n\u00e3o se tenha, ainda, uma pol\u00edtica nacional que possa orientar e definir as diversas rotas para a descarboniza\u00e7\u00e3o da frota de \u00f4nibus diesel no Pa\u00eds, v\u00e1rias prefeituras t\u00eam compelido as empresas operadoras de transportes urbanos a substituir parte da sua frota atual por \u00f4nibus el\u00e9tricos, movidos a baterias. Deve-se destacar que decis\u00f5es pol\u00edticas, quase sempre sem nenhum estudo t\u00e9cnico ou fundamenta\u00e7\u00e3o l\u00f3gica, t\u00eam orientado essa transi\u00e7\u00e3o para a eletromobilidade, com grande impacto nos contratos de concess\u00e3o e at\u00e9 nos modelos de neg\u00f3cio vigentes.<\/p>\n<p>Uma primeira conclus\u00e3o dos estudos realizados pela ANTP \u00e9 que implantar um sistema de \u00f4nibus el\u00e9tricos \u00e9 completamente diferente \u2013 e muito mais complexo \u2013 do que adquirir \u00f4nibus a diesel e coloc\u00e1-los para operar em linhas existentes. S\u00f3 para exemplificar, \u00e9 perfeitamente poss\u00edvel que, em determinadas situa\u00e7\u00f5es, ser\u00e1 necess\u00e1rio contar com uma frota reserva de cerca de 30% da frota operacional, para realizar a substitui\u00e7\u00e3o total da frota diesel por \u00f4nibus el\u00e9tricos e garantir a mesma oferta de lugares.<\/p>\n<p>Com a participa\u00e7\u00e3o de fabricantes, de representante de \u00f3rg\u00e3os gestores e da academia e dos operadores, as principais conclus\u00f5es desse painel podem ser resumidas na constata\u00e7\u00e3o que a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica \u00e9 uma tend\u00eancia mundial e um caminho sem volta, com forte impacto na percep\u00e7\u00e3o dos passageiros sobre a qualidade do servi\u00e7o ofertada e necessidade de aportes financeiros significativos. Essa mudan\u00e7a tecnol\u00f3gica exige planejamento operacional complexo e aprofundado, al\u00e9m da revis\u00e3o dos contratos de concess\u00e3o para, principalmente, definir as responsabilidades pela aquisi\u00e7\u00e3o dos ativos e pelo custeio da opera\u00e7\u00e3o, bem como pela aloca\u00e7\u00e3o dos riscos envolvidos nesse processo de mudan\u00e7a tecnol\u00f3gica.<\/p>\n<p>No painel 5, representantes de v\u00e1rias empresas que lidam com meios de pagamento e sistemas de planejamento, programa\u00e7\u00e3o, monitoramento o controle da opera\u00e7\u00e3o, trataram da inova\u00e7\u00e3o em sistemas de transporte, com destaque para o desenvolvimento de solu\u00e7\u00f5es e aplica\u00e7\u00e3o de novas tecnologias, que j\u00e1 est\u00e3o \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os de gest\u00e3o e dos operadores. Como princ\u00edpio geral, foi destacado que novas tecnologias, para a moderniza\u00e7\u00e3o do setor, obrigatoriamente, devem estar a servi\u00e7o do passageiro, criando todas as facilidades poss\u00edveis para atrair e at\u00e9 fidelizar o cliente.<\/p>\n<p>A integra\u00e7\u00e3o entre todos os sistemas de apoio \u00e0 opera\u00e7\u00e3o dos \u00f4nibus, com a quebra de prote\u00e7\u00e3o de mercado e supera\u00e7\u00e3o das quest\u00f5es concorrenciais, \u00e9 fundamental e deve ser um objetivo comum de todos os provedores de tecnologia, seja para otimizar a aplica\u00e7\u00e3o dos recursos humanos e materiais necess\u00e1rios ou para gerar informa\u00e7\u00e3o de qualidade ao passageiro. A pr\u00e1tica de uma boa governan\u00e7a nas empresas operadoras passa pela utiliza\u00e7\u00e3o de dados confi\u00e1veis, gerados, compilados e administrados para garantir a t\u00e3o desejada transpar\u00eancia, amplo acesso \u00e0s informa\u00e7\u00f5es e sucesso na implanta\u00e7\u00e3o do futuro marco regulat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Finalmente, \u00e9 importante registrar que a 36\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Semin\u00e1rio Nacional da NTU foi um sucesso. Os principais assuntos que est\u00e3o sendo discutidos por todos os segmentos da sociedade que se preocupam com a produ\u00e7\u00e3o e com o desenvolvimento dos transportes coletivos urbanos de passageiros foram debatidos e puderam ser analisados nas suas mais diferentes vertentes. Foi a oportunidade certa para uma ampla troca de informa\u00e7\u00f5es e atualiza\u00e7\u00e3o do conhecimento sobre como melhor produzir esse servi\u00e7o p\u00fablico t\u00e3o importante para a popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Imagem &#8211; Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 importante registrar que a 36\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Semin\u00e1rio Nacional da NTU foi um sucesso.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":9949,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7,90,588,41],"tags":[13,563],"class_list":["post-9948","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-mobilidade-urbana","category-noticias","category-opiniao","category-ponto-de-vista","tag-ntu","tag-seminario-ntu-2023","et-has-post-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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