Preocupação com a sustentabilidade que vai além da operação

O Grupo Águia Branca destaca seu investimento na proteção de área verde visando o futuro da natureza

A área de conservação ambiental do Grupo Águia Branca protege mais de 2.200 hectares de Mata Atlântica, preserva cerca de 800 espécies de fauna e flora e atraiu quase 11 mil visitantes em 2025. Ela foi criada em 2017 e recebeu o nome de Reserva Ambiental Águia Branca, consolidando-se como um dos principais espaços de conservação da Mata Atlântica no Espírito Santo. Localizada em Vargem Alta, na região das Montanhas Capixabas, a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) é composta (91%) por áreas de floresta primária ou em estágios avançados de regeneração. Segundo a operadora, esse elevado grau de conservação contribui diretamente para a proteção da biodiversidade e dos recursos hídricos da região.

A iniciativa protege cerca de 800 espécies de fauna e flora já identificadas, muitas delas ameaçadas de extinção, além de 14 cursos hídricos que integram a bacia do Rio Itapemirim. A Head de Sustentabilidade do Grupo Águia Branca, Adriana Denadai, lembra que o grande diferencial da Reserva é transformar a conservação em uma oportunidade de gerar conhecimento e contribuir para o desenvolvimento sustentável da região, sendo um espaço dedicado à pesquisa científica, à educação ambiental, ao turismo de natureza e ao desenvolvimento sustentável. “Por meio de ações de educação ambiental, projetos culturais, pesquisas e parcerias, a Reserva desempenha um papel com foco em conhecimento, sensibilização e desenvolvimento regional. Acreditamos que, ao realizar esse conjunto de atividades, contribuímos para o desenvolvimento sustentável das Montanhas Capixabas e, sobretudo, para a preservação da Mata Atlântica”, observou.

A conservação ambiental e turismo fortalece um modelo de desenvolvimento capaz de gerar benefícios para a natureza e para as comunidades locais

Para quem se interessar em conhecer o local, é possível se hospedar no Eco Lodge Natureza, empreendimento localizado ao lado da Reserva e concebido para integrar conforto, sustentabilidade e contato direto com a floresta. São 30 acomodações distribuídas entre quartos e chalés, oferecendo uma programação conectada às atividades da RPPN, como trilhas, observação de aves, visitas às cachoeiras, banho de floresta e outras experiências conduzidas pela equipe que permitem que os visitantes conheçam de perto a riqueza da Mata Atlântica enquanto compreendem a importância de sua conservação.

Além disso, há a opção pela gastronomia, por meio do restaurante Sapucaia da Mata, cuja proposta valoriza ingredientes, sabores e a identidade da Mata Atlântica. “Por meio da união de forças, que engloba hospedagem, programas de visitação, eventos culturais, projetos de educação ambiental e pesquisas científicas, trilhas, vivências e observação de aves, integramos conservação ambiental e turismo sustentável com a valorização da Mata Atlântica nas montanhas capixabas”, destacou Adriana.

Imagens – Divulgação

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