O voo da Águia em forma de documentário

Os 80 anos da operadora Águia Branca são ressaltados em filme que viaja pelo Brasil

O documentário Latitudes da Águia representa, segundo seus produtores, a escolha pela linguagem que dialoga com uma trajetória de aproximação do Grupo Águia Branca com iniciativas ligadas à cultura e ao audiovisual. E, mais do que contar a história de uma empresa, o documentário reúne memórias, experiências e relatos que revelam o significado de fazer parte do grupo capixaba.

Assim, a narrativa dá voz a colaboradores, familiares e parceiros que, ao longo das últimas oito décadas, participaram da construção de uma companhia que hoje atua nos segmentos de mobilidade, logística e comércio de veículos em diferentes regiões do País.

Adriana Denadai, head de Sustentabilidade do Grupo Águia Branca e responsável pelas ações comemorativas dos 80 anos da companhia, contou que ao longo dessa história, o grupo vem acreditando que investir em cultura é, também, investir na preservação da memória e das pessoas. “O documentário nasce desse olhar. Mais do que celebrar os 80 anos do Grupo, queremos valorizar as histórias que construíram essa trajetória e reconhecer o poder da arte como instrumento para conectar gerações, fortalecer identidades e preservar legados”, afirmou.

Ao longo dos anos, a companhia vem apoiando projetos e desenvolvendo parcerias que contribuíram para ampliar seu olhar sobre o poder das narrativas como forma de preservar memórias, fortalecer identidades e conectar pessoas. Para o diretor do documentário, Gui Castor, o título “Latitudes da Águia” vai além da referência sobre à abrangência geográfica do Grupo, cuja presença extrapola as fronteiras do Espírito Santo. Segundo ele, a diversidade de histórias, experiências e conexões construídas ao longo de oito décadas de atuação é um fator diferencial. “Queríamos mostrar que, mesmo em diferentes regiões do país, existe uma cultura construída por valores sólidos e pelas pessoas que fazem parte dessa história. É um filme sobre identificação, pertencimento e trabalho. E, ao reunir diferentes gerações, sotaques, funções e regiões do País, o filme mostra como uma cultura organizacional é construída pelas pessoas que a vivenciam diariamente”, ressaltou.

Roner Chieppe

Para Roner Chieppe, superintendente da Viação Águia Branca em São Paulo, o documentário destaca a importância do Grupo na atualidade do transporte brasileiro, mostrando que as pessoas são o ponto chave em sua trajetória de sucesso, onde o mix de negócio é formado pelos profissionais empenhados em proporcionar atividades com muita dedicação. “Temos mais de 20 mil colaboradores atuando em diversas áreas e mercados. Para nós, as pessoas são fundamentais para alcançarmos o sucesso comercial. Por isso, temos um grande foco na valorização de nosso time comprometido com a realização dos melhores serviços. São elas que contribuem com a construção de um grupo sólido e atuante”, disse o executivo.

Como etapa final das comemorações, o documentário será disponibilizado ao público no canal oficial do Grupo Águia Branca no YouTube, em novembro, ampliando o acesso às histórias que marcaram a trajetória da companhia.

Imagens – Divulgação

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