Para a Hitachi HMMS, a Lat.Bus 2026 foi palco de oportunidade para revelar seu grande diferencial no mercado brasileiro que é entregar o controle absoluto da operação nas mãos do gestor. De acordo com a empresa, suas soluções oferecem inteligência de dados em tempo real que permite cortar desperdícios de forma cirúrgica, blindar as margens de lucro e garantir previsibilidade para os passageiros nas ruas.
Mauricio Corte, VP, Strategic Accounts para Latin America da Hitachi, destacou que a digitalização do transporte não é apenas um projeto de TI, mas um processo sociotécnico. “A tecnologia é o meio e o objetivo final é conquistar a legitimidade social, devolvendo a confiança ao cidadão por meio de um transporte pontual e confiável”, afirmou.
A ressalta sua participação no projeto junto à SPTrans, órgão gerenciador do transporte coletivo da cidade de São Paulo, com o Sistema de Monitoramento da Gestão Operacional (SMGO) que já se encontra em fase avançada de implementação e abrangerá 100% da frota paulistana. A tecnologia irá monitorar, aproximadamente, 14 mil ônibus e 1.300 linhas, impactando diretamente cerca de 9 milhões de passageiros, diariamente.
O nome Hitachi, famoso por produzir multiplataformas tecnológicas, se consolida nesse segmento da gestão ao adquirir a empresa Clever Devices, referência global em Sistemas Inteligentes de Transporte (ITS). Dessa forma, a Hitachi Mobility tem a meta de transformar mobilidade urbana ao disponibilizar ferramentas que promovam previsibilidade e confiabilidade para os passageiros, além de entregar inteligência analítica em tempo real para apoiar as decisões estratégicas dos operadores. Lembrando que a marca já está presente na cidade paranaense de Londrina, onde se tornou referência em gestão ao cobrir 100% da frota (384 ônibus) e das linhas urbanas.

Maurício Corte
Maurício lembrou que a tecnologia sempre foi vista como custo, mas que na realidade é um investimento que traz resultados significativos para a otimização operacional. “A operação sem a presença da tecnologia não traz vantagem alguma. O mercado do transporte tem um enorme potencial quanto a obter desempenho e interação entre gestão e operação. Vemos que o operador está entendendo isso e que o mercado brasileiro e latino está passando por um processo de maturidade nesse sentido. Podemos contribuir com nosso portfólio para se alcançar uma governança eficiente. Temos estudos que mostram que o uso da tecnologia, como a que desenvolvemos, pode ter um retorno de investimento em 16 meses”, destacou.
Com 35 anos de mercado global, a Hitachi HMMS aplica um modelo de soluções globais com customização local profunda, com o uso de algoritmos, telemetria avançada e plataformas de Business Intelligence (BI) às realidades regulatórias e operacionais específicas das cidades brasileiras, atendendo operadores de os portes modais.
Imagens – Divulgação















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