Visando melhorar e modernizar seu sistema de transporte coletivo realizado pelos ônibus, a cidade de Belo Horizonte firmou, junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), contrato para a estruturação dos serviços que poderá ocorrer por meio de concessão comum ou parceria público-privada (PPP). O termo, ainda, inclui recomendações para a governança do sistema de transporte coletivo da Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Segundo informações do BNDES, o projeto prevê a concessão dos serviços de transporte público coletivo por ônibus municipal, incluindo terminais, e contempla a análise de viabilidade e desenvolvimento de projeto de ampliação, implantação e operação de novos eixos de BRT. Além disso, o transporte público coletivo metropolitano poderá ser integrado à operação municipal.
O banco de fomento estatal destacou que esse será o primeiro projeto contratado após a divulgação dos primeiros resultados do Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (EMNU), que identificou a necessidade de até R$ 433,8 bilhões em investimentos em 21 regiões metropolitanas brasileiras. Somente para a Grande BH estão estimados R$ 35,6 bilhões de investimentos.
Álvaroi Damião, prefeito da capital mineira, disse que em 2028 termina o atual contrato dos serviços de ônibus urbanos da cidade. “Precisávamos fazer uma modelagem e vamos utilizar a experiência do BNDES para estruturar o novo contrato de ônibus de Belo Horizonte que vence em 2028”, comentou. Outro detalhe é que o BNDES vai financiar a renovação da frota local de ônibus.
Para a mobilidade belo-horizontina, está contemplada a análise de viabilidade e o desenvolvimento dos projetos de ampliação, implantação e/ou operação de três eixos mapeados no EMNU, sendo que os eixos priorizados são: implantação do corredor BRT Amazonas, implantação do BRT Anel Rodoviário e implantação do BRS Pedro II (faixa preferencial).
Imagem – Divulgação













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