A ambiguidade da mobilidade brasileira
Com os vetos da Presidência da República relacionados as fontes de custeio presentes em novo instrumento jurídico e constitucional para o transporte coletivo urbano, seria um banho de água fria nas pretensões daqueles que promovem e incentivam o setor quanto a reduzir o peso das tarifas aos passageiros e assim manter um nível qualificado de serviços?
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