Cinto de segurança é questão de sobrevivência

Muito mais do que oferecer conforto e tecnologia a bordo, as operadoras regulares de ônibus rodoviários se preocupam em promover a segurança, seja por meio de componentes eletrônicos em seus veículos ou pelo simples fato de fundamentar o uso do cinto de segurança pelo seu passageiro

Durante a campanha Maio Amarelo, movimento internacional voltado à conscientização para a redução de acidentes de trânsito, o Grupo Guanabara, em parceria com a Confederação Nacional do Transporte (CNT), quer reforçar uma mudança de comportamento daqueles viajantes de ônibus estradeiros.

Segundo um dos maiores conglomerados de transporte rodoviário do Brasil, o cinto de segurança, embora seja um item básico, ainda é tratado como opcional por parte dos passageiros, sendo um fator de extrema importância que precisa ser ressaltado.

Para o Grupo Guanabara, pode parecer um detalhe pequeno, mas os dados mostram o contrário quando não se usa o referido componente durante as viagens. Estudos da CNT indicam que o cinto de segurança é um dos fatores mais relevantes na redução da gravidade de lesões em acidentes rodoviários. Em situações de frenagem brusca ou colisões, ele funciona como a principal barreira de proteção, evitando impactos mais severos e, em muitos casos, salvando vidas.

Diferentemente como ocorre no avião, em que as pessoas ficam afiveladas, é comum ver pessoas que usam o cinto apenas na saída do ônibus e, ao longo do trajeto, simplesmente deixam de lado. Outro detalhe que chama a atenção dessa parceria é que em viagens noturnas o esquecimento parece ainda mais frequente, como se o risco, também, adormecesse junto com os passageiros. “A segurança é um valor inegociável na Guanabara. Ao focarmos no uso ininterrupto do cinto, estamos promovendo uma mudança cultural. O passageiro precisa entender que a segurança no ônibus não é um item de partida, mas um hábito que deve ser mantido do primeiro ao último quilômetro do percurso”, disse Rodrigo Gomes Mont’Alverne, gerente de Marketing da empresa.

Para o Grupo Guanabara, mudar comportamento nunca é simples. Exige repetição, consciência e, principalmente, entendimento das consequências. Quando o assunto é segurança no trânsito, essa mudança se torna ainda mais urgente. Não se trata de prever quando algo pode acontecer, mas de estar preparado para quando acontecer

Ele, ainda, lembrou que a percepção sobre o transporte rodoviário no Brasil é positiva, pois apesar de ainda enfrentar desafios, o setor é reconhecido como uma das formas mais seguras de deslocamento, especialmente quando segue protocolos rigorosos de manutenção, operação e comportamento a bordo. “O uso correto do cinto faz parte desse conjunto de medidas que garantem uma viagem mais segura”, destacou.

Ao reforçar que o cinto de segurança não elimina o risco de acidentes, mas reduz drasticamente seus impactos, o grupo sintetiza que se trata de um gesto simples, rápido e que não custa nada, mas que pode fazer toda a diferença. Conforme informações, a campanha será levada diretamente aos passageiros em diferentes frentes, prevendo distribuição de materiais informativos em rodoviárias, veiculação de conteúdos em painéis digitais nos terminais, além de ações presenciais em pontos estratégicos de embarque. “A comunicação também inclui spots em rádio, inserções em TV aberta e conteúdos nas redes sociais, criando um ecossistema de informação que acompanha o viajante antes e durante o trajeto”, afirmou Mont’Alverne.

Imagens – Divulgação e IA

A melhor maneira de viajar de ônibus rodoviário com segurança e conforto

Ônibus movido a biometano, por Juliana Sá, Relações Corporativas e Sustentabilidade na Scania

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